Nunca Magoe uma Mulher
Depois de uma grande ferida, a mente pode transformar o medo em silêncio e chamar isso de proteção. Não deixamos de amar porque o amor acabou; às vezes, apenas escondemos esse sentimento tão profundamente que até nós mesmos passamos a acreditar que ele desapareceu.
-Jouberth Toffoli
Nem toda preguiça é falta de vontade. Às vezes, ela é a linguagem silenciosa de uma mente cansada, de um desejo perdido ou de um conflito que ainda não encontrou palavras. Antes de julgar a inércia, compreenda o que ela está tentando esconder.
-Jouberth Toffoli
A casa das emoções
Existe uma casa dentro de cada pessoa que poucos têm coragem de visitar. Nos andares mais profundos da mente ficam guardadas memórias, medos, desejos e versões de nós mesmos que tentamos esconder. Talvez a maior jornada da vida não seja encontrar alguém que nos complete, mas ter coragem de abrir as portas internas e conhecer quem realmente somos.
-Jouberth Toffoli
Nem toda batalha merece uma resposta. Às vezes, o maior sinal de força é crescer tanto que quem tentou te diminuir passa a observar sua evolução em silêncio.
-Jouberth Toffoli
O silêncio de uma pessoa inteligente costuma dizer mais do que o discurso de quem fala apenas para ser notado.
-Jouberth Toffoli
Nem toda porta fechada foi uma perda. Algumas apenas impediram que você entrasse no lugar errado.
-Jouberth Toffoli
A maturidade começa quando você entende que nem toda provocação merece uma resposta e nem toda companhia merece um lugar na sua vida.
-Jouberth Toffoli
Ser decepcionado por alguém é uma experiência que todos enfrentam em algum momento da vida. A primeira vez costuma ser inesperada, quase como um choque. A decepção chega de surpresa, porque ainda acreditamos na imagem que criamos da pessoa. Na segunda vez, já não há o mesmo espanto: é um aviso. Um sinal claro de que algo não está em equilíbrio. Porém, quando a mesma situação se repete mais de duas vezes, já não estamos mais diante de um simples erro do outro, mas diante de uma escolha nossa.
É duro admitir, mas a insistência em permanecer em um ciclo de decepções revela mais sobre o que aceitamos do que sobre o que nos fazem. Quando alguém mostra repetidamente quem é e ainda assim escolhemos ficar, a dor que sentimos deixa de ser apenas consequência do comportamento alheio. Passa a ser também o resultado de nossa permissão silenciosa. Nesse ponto, não se trata mais apenas do outro, mas do limite que colocamos , ou não colocamos em nossa vida.
Decepções que se repetem são lições não aprendidas. Elas carregam a mensagem de que precisamos olhar para dentro de nós mesmos, identificar o porquê de tolerarmos atitudes que ferem, e entender que não merecemos menos do que respeito e verdade. Continuar em um vínculo que machuca é como insistir em uma porta que já demonstrou estar fechada. A cada tentativa, a frustração aumenta, e o coração se desgasta.
É natural querer acreditar que as pessoas mudarão, mas a transformação não acontece pelo nosso desejo. Cada um só muda quando reconhece a própria necessidade. Enquanto isso não ocorre, a escolha de permanecer se torna um fardo que carregamos sozinhos. Por isso, compreender o valor do “basta” é um ato de coragem. Ele não representa desistência, mas sim a defesa da própria dignidade.
O coração pede, em silêncio: “me escolha desta vez”. Escolher-se significa priorizar a própria paz, mesmo que isso implique deixar para trás quem gostaríamos que tivesse ficado. É doloroso, mas também libertador. Quando aceitamos que não temos controle sobre os atos do outro, mas temos total controle sobre o que permitimos em nossa vida, damos um passo rumo ao amadurecimento.
A repetição da decepção serve como um espelho. Mostra-nos nossas próprias fragilidades, nossos medos de estar só, nossas esperanças insistentes. Mas também nos convida a romper o ciclo, a reescrever a história a partir de uma decisão consciente. Afinal, permanecer onde não há reciprocidade é se condenar a reviver a mesma dor inúmeras vezes.
Aprender a se escolher é, portanto, uma prática de amor-próprio. É entender que a verdadeira lealdade deve começar dentro de nós. Quando decidimos dar prioridade ao que nos faz bem, abrimos espaço para relações mais saudáveis, autênticas e respeitosas.
Ser decepcionado não é o fim. É um chamado para enxergar a verdade, para aprender sobre limites e para crescer. A vida não se resume àqueles que nos ferem. Pelo contrário, ela se expande quando entendemos que merecemos vínculos mais sinceros. E, quando escolhemos a nós mesmos, não perdemos , ganhamos de volta a liberdade de viver em paz.
Por André Luiz Santiago Eleuterio.
"A consciência tornou-se uma arte rara, um farol solitário em um mar de mentes anestesiadas. Triste é o tempo em que o homem escolhe vegetar em cativeiro, entregando o leme da própria alma a um comando digital. Vivem aprisionados no horizonte estreito de um cercadinho ilusório, onde a verdade foi achatada e o mundo deixou de girar."
Vitória e derrota, ambas exigem seu preço.
Nem todos homens conseguem suportar uma vida comum que oscila entre ambos lados, menos ainda o preço de um fracasso ou até mesmo a fama que um e outro carregam.
Todos os lados não deixam de ser fardos demasiados..
Existe uma diferença entre amadurecer e endurecer.
Amadurecer é aprender que nem todo mundo merece acesso ao nosso coração.
Endurecer é decidir que ninguém mais terá acesso.
A Minha Versão sobre Jó, da Bíblia, e o Despertar
A minha versão...
Esta é uma interpretação livre, inspirada em personagens, histórias e ensinamentos que marcaram a humanidade.
Não pretende substituir o texto original, nem reproduzi-lo fielmente. É apenas um convite à reflexão, sob um novo olhar, onde a literatura, a imaginação e a espiritualidade se encontram.
Cada leitor é livre para concordar, discordar ou encontrar novos significados, pois toda grande história continua viva quando desperta perguntas em nossa própria alma.
A Minha Versão sobre Jó, da Bíblia, e o Despertar
Jó vivia plenamente, em total sintonia. Acreditava em Deus e em Seus ensinamentos.
A tranquilidade reinava em sua vida. Tinha tudo de que precisava e acreditava que era feliz.
Mas aquela não era a sua verdadeira vida, nem aquele era o seu destino. Havia chegado a hora da mudança divina.
Quando Deus nos toma nos braços para restaurar a nossa vida.
Jó havia sido um bom homem durante toda a sua existência, cheio de fé, e merecia algo grandioso.
Ele tinha um propósito. Precisava estar seguro, protegido da maldade e de todas as más influências.
Vivia em um castelo de areia. Seu telhado era de vidro e até a própria vida corria perigo.
Seria difícil, mas a verdade lhe seria revelada. A máscara cairia, o véu da ilusão seria retirado e, mesmo através da dor, ele enxergaria a vida como ela realmente era.
Tudo era uma mentira: os amigos, a família...
Nada daquilo existia de verdade.
Era o seu despertar. Deus precisava trazer Seu amado filho para mais perto, para os Seus braços.
E assim foi feito.
Durante toda a vida, Jó foi preparado. Desde o nascimento, passou por inúmeras provas e, pouco a pouco, venceu cada uma delas com bondade, humildade e fé.
Sem perceber, com o passar dos anos, foi morar com a família em um lugar distante e isolado, onde os longos momentos de contemplação da natureza e da simplicidade da vida eram inevitáveis.
Durante muito tempo, não percebeu que vivia praticamente só. Quase não tinha amigos. Apesar de ser muito rico, possuir terras imensas, filhos, esposa e trabalhadores, era como se governasse uma pequena colônia. Aquilo era o seu reino, e ele era o rei.
As amizades haviam ficado no passado. Ninguém o procurava, ninguém voltava. Então compreendeu que apenas os verdadeiros permaneceram.
Mas agora tudo seria colocado à prova. Havia chegado a hora. Jó precisava ser curado de qualquer fantasia.
Precisava alcançar a plenitude, um estado de iluminação, pureza e aprimoramento moral e espiritual.
Aparentemente, possuía tudo, mas nada o completava.
Muitas vezes sentia um vazio que não conseguia explicar. Achava injusto sentir-se assim diante de tantas bênçãos.
Então Deus segurou sua mão.
Mostrou-lhe todos os dias de sua vida: as alegrias, as dores e todos os momentos em que jamais esteve sozinho.
Mostrou também que o havia afastado de tudo aquilo que poderia lhe fazer mal. Aquele reino era uma proteção, mas já não bastava.
Avisou que seria doloroso. Que abalaria tudo em que acreditava. Mas, ao final, tudo seria esclarecido e ele contemplaria a verdade com os próprios olhos.
E assim começou.
Vieram a seca, as pragas e outros fenômenos da natureza. Ele perdeu grande parte de suas riquezas e, junto delas, os poucos amigos que ainda restavam.
A situação apenas piorava, e já não havia ninguém com quem pudesse contar.
Fornecedores e compradores lhe fechavam as portas, impedindo até mesmo que se aproximasse.
Ainda lhe restavam o reino e a família.
Mas, conforme a riqueza diminuía, seus trabalhadores também partiam.
Seus filhos começaram a disputar os bens. Cada um queria garantir sua parte antes que tudo fosse perdido.
Alguns passaram a beber, a provocar confusões e até a desejar a morte do próprio pai, pois o consideravam um obstáculo.
As filhas também passaram a buscar casamentos ou qualquer forma de manter o padrão de vida que o dinheiro lhes proporcionava.
Sem se importar com a própria segurança ou dignidade, entregavam-se a qualquer pessoa.
Tudo isso aconteceu aos poucos.
E Jó percebia tudo com enorme clareza.
Via como sua vida era instável.
As pessoas ao seu redor amavam mais o patrimônio do que o próprio homem.
Sempre agradeceu por tudo o que possuía, mas valorizava as pessoas por sua essência. Amava a natureza, a simplicidade e a própria vida.
A indiferença dos filhos o assustava. Havia algo em seus olhares que já não reconhecia.
Compreendeu que vivia apenas em uma zona de conforto. O amor que recebia nunca existira de verdade.
Cada acontecimento presente o levava a uma lembrança do passado. Tudo estava interligado.
Agora entendia muitas coisas.
Nada mais o atingia da mesma maneira.
Sabia que possuía um propósito e que Deus o protegia.
Alguns de seus filhos morreram em consequência de brigas, doenças e da própria ganância.
As filhas, que haviam vendido seus sonhos por uma vida aparentemente melhor, também tiveram finais trágicos. Casaram-se sem amor e foram morrendo aos poucos, vítimas da violência, de partos difíceis e de escolhas equivocadas.
Jó sofria a cada perda, mas compreendia que cada um havia feito as próprias escolhas.
Os últimos morreram disputando entre si a pequena herança de um pai que ainda estava vivo.
Jó passou a ser conhecido como o homem que tinha tudo e perdeu tudo.
Mas ele enxergava de outra forma.
Descobriu que, na verdade, nunca possuíra nada.
Quando mais precisou, percebeu que sempre esteve sozinho.
E agora, aparentemente sem nada, sentia-se mais forte do que nunca.
Algo poderoso nascia dentro dele.
Sua fé crescia a cada dia.
Talvez já nem fosse fé.
Porque fé é acreditar no invisível.
E ele já via.
A presença de Deus era nítida.
Jó havia alcançado outro nível de consciência.
Os incrédulos colocavam sua sanidade em dúvida. Diziam que o sofrimento pelas perdas financeiras e familiares o havia enlouquecido.
As pessoas costumam se defender daquilo que não compreendem. Criam histórias, inventam culpados e se isentam da própria responsabilidade.
Mas, pela primeira vez, Jó enxergava a realidade sem véus e sem máscaras.
Sofria, não pelas perdas em si, mas pelas circunstâncias que revelavam quem as pessoas realmente eram.
Ele via além.
Via aquilo que ninguém conseguia compreender.
Mas ainda havia aprendizado.
Jó amava intensamente.
Acreditava na família e no amor.
As revelações chegavam todos os dias, uma após a outra.
Cada ilusão desfeita era uma nova dor.
Tudo era pesado demais para um homem tão bondoso.
E essas verdades começaram a adoecê-lo.
O que mais o assustava era perceber que sua esposa não era digna da confiança que ele lhe dedicara.
Havia tudo naquela relação, menos amor.
Percebeu que amava sozinho.
Que havia se entregado por inteiro em vão.
Entendeu que, se adoecesse, não receberia os cuidados de que precisaria.
Morreria ali mesmo, abandonado ao chão.
De longe, todos admiravam aquele casal que havia sobrevivido a tantas perdas.
Mas Jó enxergava outra realidade.
Não compreendia por que ela permanecia ao seu lado.
Sua presença lhe fazia mal.
Seu olhar parecia atravessá-lo como uma lança.
Sentia-se tenso.
Seu corpo e sua sabedoria já não funcionavam como antes.
Havia algo sombrio naquele olhar, algo que apagava qualquer luz que ele tentasse irradiar.
Na ausência dela, sentia-se melhor.
Ao revisitar o passado, percebeu o quanto havia mudado ao seu lado.
Perdera, pouco a pouco, sua alegria e sua personalidade.
Aquilo que chamava de amor era tudo, menos amor.
Parecia até algo maligno.
Mas foi justamente nessa convivência que mais aprendeu sobre si mesmo e sobre o mundo.
Então compreendeu por que ela ainda fazia parte de sua história.
Era sua maior professora.
Aquela que acreditava amar.
Essa descoberta o fez adoecer ainda mais.
Muitos diziam que era um castigo divino.
Afinal, havia perdido tudo e apenas a esposa permanecera.
Mas Jó sabia.
Sua dor vinha de amar quem jamais o amou da mesma maneira.
E, como temia, no auge da doença, sem receber qualquer cuidado, ouviu apenas palavras que julgavam sua integridade, sua fé e até mesmo seu maior amigo: Deus.
Tentavam afastá-lo Daquele que lhe mostrara a verdade.
Daquele que o havia libertado de um mundo de ilusões, hipocrisia e falsidade.
Mas a verdade o libertava.
O engrandecia de uma forma que ninguém compreendia.
Agradecia por cada descoberta.
Tudo aquilo que possuíra era apenas material.
Nada preenchia sua alma.
Desejou recomeçar.
Se pudesse voltar, faria tudo diferente.
Valorizaria mais o essencial.
Ensinaria aos filhos aquilo que realmente importa.
Não permitiria ser manipulado pela esposa e jamais voltaria a ser submisso.
Então Deus lhe permitiu construir uma nova realidade.
Agora ele estava pronto.
Havia renascido da dor.
Quando se aproximava da morte, sua voz transformava-se em oração.
Não havia mágoa.
Nem solidão.
Deus estava ali.
E ele sentia paz.
Confiava plenamente no Senhor.
Percebia que vivera fingindo uma felicidade que nunca existiu.
E foi justamente à beira da morte que uma nova esperança nasceu.
Sua saúde foi restaurada.
Milagres aconteceram.
E, de uma forma ou de outra, toda a sua prosperidade lhe foi devolvida.
Vieram novos filhos.
Dessa vez, ele faria diferente.
Era tempo de colheita.
Era tempo de renascimento.
Achava estranho aquele novo modo de viver.
Pois, pela primeira vez, era verdadeiramente feliz.
Mas Deus ainda guardava o melhor.
Por causa de sua fé inabalável, de sua honestidade e de sua bondade, algo extraordinário ainda estava por vir.
E, como tantas vezes acontece após uma grande dor, veio a perda de sua esposa.
Mais tarde, ele compreenderia o porquê.
Enquanto vivia todas aquelas provações, em outro lugar alguém também atravessava dores semelhantes.
Dois destinos preparados por Deus.
Predestinados.
Escritos nas estrelas.
E, enfim, Jó conheceu o seu amor verdadeiro.
A mente é como uma agulha coberta de lama, e Deus é como um ímã. A agulha não pode se unir ao ímã a menos que esteja livre de lama.
eu tô bem.
Tem uma mentira que a gente aprende a contar tão bem que, depois de um tempo, começa a acreditar nela. “Eu tô bem.” Sai automático, quase educado. A pessoa pergunta como você está e você responde sem pensar, porque explicar o que acontece por dentro dá trabalho demais e, sinceramente, tem coisa que nem cabe numa resposta curta.
Eu tô bem, é o que ele diz. Só que ninguém vê o silêncio depois que a porta fecha, o quarto escuro, a cabeça procurando respostas onde já não existe pergunta. Ninguém vê as coisas que ele deixou de falar porque percebeu que algumas verdades, quando ditas em voz alta, deixam de ser esperança e viram despedida.
E talvez estar bem não seja ter esquecido. Talvez seja conseguir carregar sem deixar cair tudo o que ainda pesa. É passar pelos lugares onde antes existia alguém e continuar andando. É ouvir uma música e não precisar procurar significado em cada palavra. É lembrar de uma conversa sem imaginar como ela poderia ter terminado diferente.
Porque tem gente que vai embora, mas deixa uma versão sua morando no lugar onde ela esteve. E demora até essa versão entender que acabou. Ela continua esperando uma mensagem, uma ligação, qualquer sinal de que aquilo não foi só mais uma coisa bonita que não soube durar.
Mas uma hora a gente entende.
Nem tudo que foi verdadeiro precisava ser eterno. Nem todo amor que marcou a vida precisava ficar nela. Algumas pessoas chegam para mostrar uma parte do mundo que você ainda não conhecia e depois seguem o caminho delas, levando algumas versões antigas suas embora junto.
Então, sim, eu tô bem.
Não porque nada mais dói. Não porque eu virei pedra. Não porque deixei de sentir.
Eu tô bem porque finalmente entendi que sentir falta não é o mesmo que precisar voltar. Que lembrar não significa esperar. Que amar alguém também pode significar aceitar que aquela história terminou antes que o coração estivesse pronto para terminar junto.
E talvez esse seja o verdadeiro significado de estar bem: não é quando você para de sentir. É quando aquilo que um dia te derrubava começa a caber dentro de você sem te destruir.
Eu tô bem.
E dessa vez, talvez eu esteja falando sério.
Quando alguém se nega a enxergar uma verdade é porque na escuridão dos seus pensamentos a verdade é um monstro que elas não conseguem enfrentar.
É realmente fascinante ver gente gastando tanto tempo e energia odiando uma cor de pele, enquanto o alvo do preconceito segue brilhando, vencendo e ocupando espaços. Um esforço inútil e cansativo para tentar apagar o que é pura luz."
"O racista é uma figura comédia: o cara tem a audácia de se achar superior, mas vive preso num ranço que não deixa ele enxergar um palmo na frente do nariz! Enquanto eles passam vergonha com essa visão com defeito, a negritude chega iluminando tudo e deixando eles no escuro sozinhos.
Diante da cegueira do ódio na alma dos racistas, a negritude resplandece."
12 de agosto de 2026 — a poesia dos encontros. ✨🌑☀️
O céu nos presenteia com uma bela metáfora sobre os encontros. Sol e Lua percorrem caminhos distintos, mas, em um raro instante, suas órbitas se alinham.
Assim também acontece com algumas almas: seguem suas próprias trajetórias até que a vida permite o encontro. E, como no eclipse, uma não apaga a luz da outra; ao contrário, permite que permaneça manifesta a luz que sempre esteve ali.
São encontros que parecem ter atravessado o universo inteiro para chegar exatamente àquele instante.
Mas há uma diferença entre eles e o eclipse: o eclipse passa; algumas almas, quando finalmente se encontram, decidem ficar. ❤️
#JaniaraDeLimaMedeiros
Antes de começar uma nova experiência, pergunte-se sempre 3 coisas:
1 - Eu Quero?
2 - Eu Posso?
3 - Eu Devo?
Se alguma das 3 respostas for Não, repense melhor, poderá não ser bom o resultado.
Se as 3 forem Sim, siga em frente, vai dar certo.
Cesar L.
- Relacionados
- Feliz aniversário, mulher guerreira: frases de parabéns para celebrar seu dia
- Frases para conquistar uma mulher e impressioná-la
- Mensagem para uma pessoa especial
- Mensagem para uma amiga especial
- Uma mensagem para alguém especial
- 63 mensagens de falecimento para confortar uma perda
- 27 poemas de bom dia para celebrar uma nova manhã
