Nunca Diga que Ama uma Pessoa

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A polimatia representa o estado da arte de uma epistemologia orientada à realidade: a passagem da especialização fragmentada para uma compreensão metadisciplinar, na qual a metacognição permite investigar os próprios limites do conhecer, a visão sistêmica revela as relações entre as partes e o pensamento deixa de tomar seus modelos como a própria realidade. Quanto mais distintas perspectivas convergem sem serem reduzidas umas às outras, mais sofisticado se torna o paradigma e menor é a distância entre aquilo que pensamos que o mundo é e aquilo que o mundo efetivamente é.

⁠Acredite redes sociais, coisas matérias, o corpo, lhe dão um pouco de liberdade...
Mais ela é uma ilusão...
Não tem nada igual nesse mundo como Amar e ser Amado com o mais puro significado da palavra...
Todo o resto irá ficar nesse mundo quando você se for...
Mais o Verdadeiro Amor sempre se Eternizar com progenitores e dádivas...

⁠O sentimento deve ser firme igual uma rocha. Apaixone-se por quem deixa o seu dia mais alegre, mais leve... Que sorria durante as ressacas... Que te faça esquecer de um cotidiano massante... assim se refresque em risadas nuas e intusiamadas, durante os dias de angustiantes desse mundo caótico. Apaixone-se pela pessoa chata, ciumenta e “maluquinha”, que apesar de todos as situações adversas, se mostra atenta à sua vida e está pronta para qualquer situação que possa te fazer Feliz!

Não se deve buscar motivos no amor verdadeiro.
Afinal ele é uma Dádiva...
O poder de amar na vida é simplesmente um milagre.

Paixão é estado momentâneo e o Amor é construído com uma singularidade poderosa e sagrada desse universo em que coexistimos.

⁠A coisas mais preciosa que existe na Vida é o Tempo. E quando você o usar com uma energia e frequência positiva, sozinho ou com alguém. será possível criar a essência de uma dádiva imensurável nesta dimensão onde você coexiste.

Ei! Você sabia que beber cerveja todos os dias pode até dar uma paz interior daquelas que nem monge explica (e, com sorte, um sono profundo que derruba até rinoceronte)? No fim das contas, tomar cerveja todo dia ainda é bem melhor do que ser atropelado por um caminhão a 100 km/h!" 🤘🏼😉❤️🤍🖤

CAPÍTULO 3 – CORPOS DE GUERRA, CORAÇÕES DE VITÓRIA

Todo corpo carrega uma história.
Alguns carregam cicatrizes.
Outros carregam sonhos pesados.
E alguns carregam batalhas que ninguém vê — nem mesmo quem passa todos os dias ao lado.

Ser gordo, obeso, acima do peso… não é sinônimo de fracasso.
Muita gente fala sem entender.
Muita gente aponta sem conhecer.
Mas quem vive na própria pele sabe:
não é só sobre aparência.
É sobre luta.

É sobre acordar com vontade de mudar, mas com o cansaço do dia anterior ainda grudado no peito.
É sobre sonhar com saúde, mas ter que enfrentar um caminho que parece sempre mais longo pro seu lado.
É sobre querer se amar… quando nem sempre acreditam que você merece.

Só que merece.
Merece demais.

O corpo que você tem agora não conta a tua derrota.
Ele conta a tua história.
E história nenhuma se resume a um capítulo difícil.

Tem gente que olha pro espelho e vê peso.
Eu vejo coragem.

Porque pra começar qualquer mudança — qualquer uma — precisa de força.
E força não nasce do nada.
Força nasce da dor.
Do esforço.
Da vontade.
E, principalmente, do amor próprio que insiste em viver, mesmo machucado.

Ninguém emagrece pra ser aceito.
Quem emagrece, emagrece pra ser vivo.

Emagrece pra respirar melhor.
Pra correr atrás dos próprios sonhos sem perder o fôlego.
Pra abraçar a vida com mais fôlego, mais disposição, mais brilho no olhar.

E cada passo, mesmo pequeno, é gigante.

Caminhar cinco minutos hoje já faz de você guerreiro.
Caminhar seis minutos amanhã já faz de você vencedor.
E se um dia escorregar, não tem problema — a guerra continua, e você continua dentro dela.

Não existe “lento demais” pra quem está indo na direção certa.
E você está.

A autoestima não vem quando você chega no peso ideal.
Ela nasce quando você percebe que merece cuidar de si.

Merece comer melhor.
Merece se respeitar mais.
Merece carregar um corpo saudável que aguente teus sonhos.

E mesmo que alguns te tratem com olhar torto, deixa eles com a ignorância deles.
Você tá lutando uma guerra que eles nunca teriam coragem de começar.

Porque quem enfrenta o próprio corpo, enfrenta o próprio universo.

E, Rabello…
você sabe disso mais do que ninguém:

Todo guerreiro que insiste em viver
acaba encontrando saúde, força e vitória.
Pode demorar.
Pode doer.
Pode cansar.

Mas chega.
Chega sempre.

E quando chegar…
você vai olhar pra trás, respirar fundo e dizer:

“Não foi milagre.
Foi coragem.”


---

⁠A
Vida é uma escada
que
ninguém sobe
Olhando para trás

Uma boa convivência
Tem muito haver
Com o nível de
Tolerância⁠.

Conselhos do tempo para
uma borboleta,
Aquilo que lhe parece ser uma prisão
É na verdade sua proteção.🦋🦋

O que é que vale à pena?
Talvez tudo
Talvez uma pequena parte
Não há resposta precisa
Nenhuma decisão é clara
A única certeza
É que nesta vida cara e indecisa
haverá um dia um ponto final.
Até lá vamos nos perguntando
Ou vivendo sem nos dar conta
Nenhuma resposta
Exposta após o sinal de igualdade
estará isenta
De uma nova descoberta
causar-lhe inadiável desmonta
e tudo começa de novo
A resposta escondida
Pode estar dentro de um peixe
Que aparenta inocência
Te olhando através do vidro do aquário
Pode estar dentro do espelho
Ou no conselho daquele andarilho
a quem você negou uma moeda
Tudo na vida vale à pena
Mesmo quando parece que não
Um dia no passado
Você se sentia enfadado
Na companhia de gente
A quem deixou de perguntar
Algo que hoje
Essa ausência de resposta te tortura
Me responda realmente
Será que não vale à pena
Ou é a gente
Que não sabe onde buscar
Aquilo que muitas vezes
Esteve tão evidente?

O País Não Precisa de um Mito


O Brasil tem uma doença política curiosa: transforma fracassos em símbolos e homens comuns em salvadores. Troca projeto por personagem, programa por slogan, pensamento por torcida. E, quando percebe o estrago, já está discutindo novamente o mesmo personagem como se a história lhe devesse uma segunda temporada.


O bolsonarismo não foi apenas uma candidatura. Foi a industrialização política do ressentimento.


Durante anos, ensinou-se ao brasileiro que pensar era suspeito, que ciência era conspiração, que imprensa era inimiga, que cultura era ameaça e que instituições só eram legítimas quando obedeciam ao lado certo. A política deixou de ser disputa sobre o futuro e passou a ser campeonato de indignações.


Agora, em 2026, o sobrenome continua em campo. Mudou o candidato, mudaram algumas frases, mas permanece a velha arquitetura: transformar medo em voto, conflito em identidade e adversário em inimigo. A política brasileira ainda é convocada a escolher entre o “nós” e o “eles”, como se um país de mais de duzentos milhões de pessoas pudesse caber numa guerra de grupos.


Não pode.


E aqui está o erro que parte da esquerda também comete: imaginar que basta chamar alguém de fascista para vencê-lo. Não basta. A democracia não se defende apenas denunciando a extrema direita; defende-se oferecendo ao cidadão uma razão concreta para acreditar nela.


O Brasil precisa de escola que ensine a pensar, não apenas a repetir. De saúde que funcione antes que a doença vire estatística. De segurança pública que não seja espetáculo. De emprego que não seja favor. De ciência que não precise pedir desculpas por existir. De Estado que proteja sem tutelar.


E precisa, sobretudo, abandonar a infantilização política.


Nenhum presidente é messias. Nenhum partido é dono da verdade. Nenhum eleitor precisa entregar a própria consciência na porta de uma convenção partidária.


O bolsonarismo prosperou justamente onde a razão recuou.


Por isso, enfrentá-lo não significa apenas derrotar Bolsonaro, Flávio Bolsonaro ou qualquer herdeiro eleitoral do sobrenome. Significa derrotar a ideia de que o Brasil precisa de um homem providencial para funcionar.


Não precisa.
Um país sério não procura um salvador.
Procura cidadãos.


E talvez essa seja a coisa mais perigosa que se possa dizer numa eleição: o Brasil não precisa acreditar em ninguém. Precisa aprender a pensar por si mesmo.


William Contraponto

William Contraponto e a Maçonaria: uma proximidade possível sem iniciação


Há uma diferença importante entre pertencer à Maçonaria e dialogar com o universo de ideias, símbolos e tradições associado a ela. No caso de William Contraponto, não há, nas informações públicas disponíveis, comprovação de que tenha sido iniciado maçom. Isso, entretanto, não significa que uma aproximação intelectual ou cultural com esse universo seja impossível.


William Contraponto construiu sua trajetória a partir da literatura, da reflexão crítica, da filosofia e do questionamento das estruturas estabelecidas. Seu pensamento não parece se organizar a partir de uma instituição iniciática específica, mas de uma disposição permanente para investigar aquilo que está por trás das aparências.


Nesse sentido, uma eventual relação com a Maçonaria poderia ocorrer fora da condição de iniciado. Um escritor pode conhecer maçons, frequentar ambientes nos quais ideias maçônicas sejam discutidas, estudar sua simbologia ou simplesmente encontrar pontos de contato entre determinadas concepções humanistas e sua própria visão de mundo.


Isso seria especialmente interessante no caso de Contraponto porque sua obra apresenta uma preocupação recorrente com temas como liberdade, responsabilidade, consciência, ética, conhecimento e emancipação do indivíduo. Esses temas não pertencem exclusivamente à Maçonaria — são igualmente encontrados na filosofia, no humanismo, no iluminismo e em diversas tradições intelectuais —, mas podem estabelecer diálogos com alguns aspectos da tradição maçônica.


Há ainda uma questão simbólica. O próprio conceito de “contraponto” sugere uma maneira de pensar baseada na oposição, no confronto de perspectivas e na recusa de aceitar uma única resposta como definitiva. Uma eventual aproximação com uma tradição iniciática poderia, portanto, ser compreendida menos como submissão a um sistema fechado e mais como investigação de seus símbolos e significados.


Isso não transforma William Contraponto em maçom.


E essa distinção é fundamental.


Ser maçom pressupõe uma condição institucional e iniciática específica. Ter interesse pela Maçonaria, dialogar com seus membros, estudar seus símbolos ou reconhecer determinados valores em sua tradição é outra coisa.


Assim, a caracterização mais prudente seria a de um intelectual que poderia manter uma relação externa, cultural ou reflexiva com o universo maçônico, sem que isso implique iniciação ou pertencimento formal.


Essa possibilidade também combina com uma característica essencial de Contraponto: sua tendência a atravessar fronteiras intelectuais sem necessariamente aceitar os rótulos que essas fronteiras oferecem.


Talvez seja justamente aí que esteja o ponto mais interessante.


William Contraponto poderia olhar para a Maçonaria sem necessariamente tornar-se maçom; poderia estudar o símbolo sem submeter-se ao rito; poderia conversar com o iniciado sem desejar a iniciação.


Porque, para alguém cuja obra se constrói sobre o ato de questionar, o conhecimento não precisa necessariamente terminar em pertencimento.


Pode terminar — simplesmente — em outra pergunta.

William Contraponto


William Contraponto é uma construção autoral que nasce da necessidade de transformar em palavras aquilo que atravessa a experiência humana. Sua literatura não se prende a uma única temática, escola ou forma de expressão. É uma obra que se permite mudar de ritmo, de perspectiva e de assunto, mantendo, ainda assim, uma identidade própria.


Em seus textos, pensamento e sensibilidade caminham lado a lado. A reflexão pode surgir de uma experiência cotidiana, de uma relação, de uma paisagem, de um acontecimento histórico ou de uma simples percepção. Da mesma maneira, um poema pode nascer de uma ideia e terminar em sentimento. Não existe uma separação rígida entre o que se pensa e o que se sente.


Essa liberdade faz com que sua produção percorra diferentes territórios. Há espaço para a poesia reflexiva e filosófica, mas também para o amor, a música, a narrativa, a história, a crítica social e as pequenas experiências que compõem a vida. Alguns textos procuram provocar uma pergunta; outros procuram criar uma atmosfera; outros simplesmente encontram na palavra uma forma de expressar aquilo que dificilmente caberia em uma conversa comum.


O próprio nome Contraponto traduz essa característica. A palavra sugere a presença simultânea de vozes distintas, de perspectivas que se aproximam, se enfrentam ou simplesmente coexistem. Em sua literatura, a realidade não precisa possuir uma única interpretação. O mundo pode ser observado por mais de uma janela, e cada uma delas pode revelar alguma coisa que a anterior não mostrava.


Por isso, William Contraponto não se resume ao poeta que pensa sobre a existência. É também aquele que observa as pessoas, acompanha as transformações do mundo, percorre diferentes tempos e lugares, transforma experiências em versos e encontra musicalidade onde poderia existir apenas reflexão.


Sua obra se desenvolve nessa amplitude. Não procura permanecer imóvel dentro de uma definição, mas construir, ao longo do tempo, uma linguagem capaz de acolher diferentes formas de expressão.


William Contraponto é, assim, menos uma resposta sobre o que a literatura deve ser do que uma experiência contínua de criação. Uma voz que transita entre pensamento e emoção, entre realidade e imaginação, entre o íntimo e o mundo, fazendo da palavra não apenas um meio de dizer, mas uma maneira de olhar.


E talvez seja justamente essa liberdade que melhor defina sua literatura: a possibilidade de escrever sobre muitas coisas sem deixar de ser, em todas elas, o mesmo autor.

Há uma enorme diferença entre estar conectado a alguém… e tê-la presente contigo.

A roleta vai girando
Qual roda da vida
Um conto de fadas
Uma Estrada Florida
ou Caminho difícil
Lamacento
Tudo é vida
e nada funciona
Cem por cento
Se não choverem flores
No teu caminho ruim
Faça acontecer
Mesmo assim
A vida é e sempre será
Uma jóia muita cara
Mas alguns de nós
Precisam saber
A maneira correta
de a lapidar
Um dia a roleta pára
No início
ou no fim
E tudo que restar
Medos e segredos
Guardados e esquecidos
Sob a égide de uma lápide
E, talvez
Algo muito bonito
Esteja escrito ali.

Edson Ricardo Paiva

"O pensamento
é uma uma obra do acaso
Diferente dos pássaros
Que foram feitos pra voar
E voam
Gente feita pra pensar
Destoa da multidão, quando pensa
E quando pensa
Pensa que voa"

Edson Ricardo Paiva.

Era um som que vinha do cristal
Era como que uma espera
Fina fera que espantava o mal
Era como um vento leve
Que te leva a ver o mundo
Lá do alto da colina
Mas depois quebrou-se
Acabou-se o vidro do cristal
Coisa que se quebra à toa
Quando cai
Um barulho de algo bom que voa
Sempre vai...sempre termina
Pra mais tarde olhar-se ao longe
E de longe até parece boa
Mas aquele mesmo som de antes
Durante o tempo que soava bom
Não soa mais
E jamais de novo há de soar igual.

Edson Ricardo Paiva.

Eu
Vivendo minha vida
Num mundo que não é meu
Uma lâmpada
Acendida anteontem
Esquecida
Quando amanheceu
Uma voz rouca e profunda
Fruto
De relação desarmônica
Vendo outros olhos
Que veem
Entendo
Que vendo o que veem
Não enxergam nada
Ou pouco dizem
Creio-lhes eu
Pode ser que sofrendo
Insuficiência verbal aguda
Mudas
Corações moldados
Em rocha intrusiva
Uma relação harmônica
Plutônica erosiva
Crônica, agudizada
Cínica em seu modo
Em desarmonia com o meu
Uma lâmpada acesa lá fora
Cá dentro, um lugar à mesa
Creio eu
Pode ser um dia.

Edson Ricardo Paiva.