Nunca Diga que Ama uma Pessoa
É,eu sei,eu soube,na verdade desde a primeira olhada de longe,nem sei como nem porque é que estou aqui mesmo, do mesmo jeito na mesma constanscia,dando tudo que posso de toda alma e coração.É amizade,é doce daqueles amores bem loucos contido em cada beijo,cheiro que gruda na alma.É laço invisível, que prende e afroxa fácil assim mas desatar ele nem pensa nisso.É ligação teimosa,é constelação de sonhos e risadas que constroem esse castelo de areia que a gente sopra e cria de novo como aquelas estradas sem fim.É que de repente sem um como ou porque a gente se tornou parte um do outro, a cumplicidade rara, a vontade de ficar, ou de ir pra ver se faz falta, é a sinceridade de um futuro nada pensado,mas de um presente cheio de esperanças e desejos, desejos assim de um querer ser tudo o que um quer ser para o outro ele. Chamo de coragem. - Amor.
"Passe a pensar que você nasceu pra si mesmo,talvez assim não ficará a espera de alguém e sim reconhecerá as pessoas que passarem por sua vida.''
Querer entender o que o outro sente é discordar dele,sentir o que o outro sente,é ser o outro...E ser o outro é de grande importância metafísica .
"Não me indigno, porque a indignação é para os fortes; não me resigno, porque a resignação é para os nobres; não me calo, porque o silêncio é para os grandes. E eu não sou forte, nem nobre, nem grande. Sofro e sonho. Queixo-me porque sou fraco e, porque sou artista, entretenho-me a tecer musicais as minhas queixas e a arranjar meus sonhos conforme me parece melhor a minha ideia de os achar belos.
Só lamento o não ser criança, para que pudesse crer nos meus sonhos." "Eu não sou pessimista, sou triste.
Queria poder te dizer algo,mas direi oquê? Te falo a verdade ou apenas minto?...Pra ser sincera,nem eu sei a verdade,estou confusa,por enquanto me deixa sozinha,fique apenas com o meu silêncio como resposta,pois se falo algo agora,um de nós sairá desapontado...e temo que não será eu.
Sinto saudade de minha cidadezinha, tão pequenininha, porém bonitinha.
Levantou-se à beira de um rio de muitas lendas que deveria ser um ponto turístico.
Sinto saudades da pracinha com água iluminada que ia alto e encantava as crianças que ali ficavam a andar de bicicleta, saudades, somente saudades.
Saudades do parquinho. Ah! Quem me dera voltar aos meus dez anos, brinquedos, castelinho. Hmmm! Como era bom tomar sorvete aos domingos. Meu pai tinha prazer em levar seus filhos.
Lembro – me como se fosse hoje da grama verdinha onde muitos brincavam, hoje sequer olham pra lá.
E as festas de setembro, escolas reunidas na praça para os desfiles estudantis “Ô tempinho bom, que não volta mais!”.
Como me sinto triste quando passo pelas ruas da minha cidadezinha, tão pequenininha que foi esquecida parece mais faroeste, só faltam os desafios no centro da cidade.
Ceres cidadezinha das flores, minha Deusa, ainda tenho esperanças em meu coração, que volte a ser minha cidadezinha tão bonitinha, aquela, que ainda está em minha memória.
O que é o amor? O amor nada mais é do que você saber dividir as suas emoções com a outra pessoa e saber a ouvir também,é fazer o possível para fazer a outra pessoa sorrir,mesmo que tenha a pior dor guardada,é saber esperar,sem saber ao certo quanto tempo,é mesmo chorando ao vela com outra pessoa,ter a alegria de vela feliz,é,mesmo sabendo que você pode nunca tela com você,se contentar com apenas um sorriso seu...
"Há em todas estas linhas preenchidas por poética,
algo de melancolia
De um amor ideal -
São quase notas musicais..."
FatinhaPessoa
Quando Eu Não Te Tinha
Quando eu não te tinha
Amava a Natureza como um monge calmo a Cristo.
Agora amo a Natureza
Como um monge calmo à Virgem Maria,
Religiosamente, a meu modo, como dantes,
Mas de outra maneira mais comovida e próxima...
Vejo melhor os rios quando vou contigo
Pelos campos até à beira dos rios;
Sentado a teu lado reparando nas nuvens
Reparo nelas melhor –
Tu não me tiraste a Natureza...
Tu mudaste a Natureza...
Trouxeste-me a Natureza para o pé de mim,
Por tu existires vejo-a melhor, mas a mesma,
Por tu me amares, amo-a do mesmo modo, mas mais,
Por tu me escolheres para te ter e te amar,
Os meus olhos fitaram-na mais demoradamente
Sobre todas as coisas.
Não me arrependo do que fui outrora
Porque ainda o sou.
[...] não me recordo de nenhum livro que tenha lido, a tal ponto eram minhas leituras estados de minha própria mente [...].
Eu sou um rei
Que voluntariamente abandonei
O meu trono de sonhos e cansaços (...)
Despi a realeza, corpo e alma
E regressei à noite antiga e calma
Como a paisagem ao morrer do dia
Pode alguma coisa ser mais imunda, mais suja do que um porco? Se estivermos a falar de coisas externas, não.
Não haja medo que a sociedade se desmorone sob um excesso de altruísmo. Não há perigo desse excesso.
O misticismo é apenas a forma mais complexa de se ser efeminado e decadente. O único lado útil da inutilidade.
