Nunca Diga que Ama uma Pessoa
Eu sempre reconheci as coisas que tenho mas ontem ao deitar na minha cama eu nunca senti isso uma sensaçao boa de ter onde dormir ,um cobertor ,ventilador as vezes nós temos mt e não agradecemos e isso não me impedirá de querer mais mas sim de reclamar menos .
As oportunidades são como nuvens, nunca passa uma igual e as vezes somem, mas sempre reaparecem acompanhadas de outras.
Nunca te vi, mas posso nutrir uma amizade profunda apenas por sinais de fumaça, cartas, telégrafos, telefones, e-mails...afinal, nós a construímos por algumas afinidades de idéias ou empatias.
Vivemos sob a sombra de uma vida que nunca chega a começar, perseguindo um ainda não que se desloca infinitamente. A sensação de estar atrasado não é fruto da escassez de tempo, mas da impossibilidade de habitar o presente, sequestrado pelo fantasma das possibilidades não realizadas. A gente vive com a impressão de que está sempre correndo atrás de algo que sequer começou direito. Um atraso crônico para uma vida que nunca nos foi entregue por completo, apenas esboçada, nunca habitada. O sujeito contemporâneo não sofre por falta de liberdade, mas por seu excesso, uma liberdade que se transformou em obrigação de otimizar, experimentar, abraçar infinitos eus potenciais. O problema não é a quantidade de opções, mas a crença de que precisamos experimentar todas elas para ser felizes. Essa exigência nos fragmenta. Cada possibilidade que se abre exige um eu que se adapte, que performe, que justifique. Estamos esgotados não pela escassez, mas pela abundância. A ilusão da autonomia absoluta esconde uma verdade mais cruel: escolher não é sobre ganhar, mas sobre perder. Cada decisão é um luto pelas vidas alternativas que não serão vividas. Escolher não é decidir o que se quer, é aceitar o que se vai deixar para trás. É reconhecer que cada caminho traçado é um adeus silencioso às paisagens não percorridas. Mas estamos nos tornando incapazes de dizer esse adeus. Temos medo de fechar portas. Só que quem vive tentando manter tudo aberto, não entra de verdade em lugar nenhum. A multiplicidade de opções não nos liberta; nos paralisa. O menu infinito não amplia a existência, mas a esvazia. Por trás do fetiche pela experimentação total, há um pavor mudo ao compromisso, à irreversibilidade da escolha. Tem algo em nós que desejaria não decidir, como se a não-escolha nos protegesse da dor do arrependimento. Mas isso vai nos matando aos poucos, com uma overdose silenciosa de tudo. Porque, no fim, o excesso não nutre; entorpece. O neoliberalismo nos vendeu a ficção de que podemos (e devemos) ter tudo, mas a realidade é que a felicidade só emerge quando aceitamos os limites, quando nos permitimos ser finitos. Essa sociedade produz não vencedores, mas perdedores glorificados, indivíduos que interpretam a hesitação como sabedoria e a acumulação de possibilidades como libertação. Mas estamos criando, na verdade, uma geração de perdedores, de pessoas para quem a vida é uma porta fechada. Não por falta de chaves, mas por excesso de entradas possíveis. A overdose de opções é um sintoma da miséria espiritual de nossa época. O arroz com feijão do cotidiano, o ordinário, o repetitivo, nos apavora porque exige entrega, exige que paremos de correr atrás do próximo estímulo. Feche o outro cardápio. É só outra versão do mesmo prato, apresentado com verniz gourmet. No fundo, é a vida pedindo presença. Mas estamos ausentes, de nós, dos outros, do mundo. Quem insiste em manter todas as portas abertas condena-se a ser eterno espectador de si mesmo, um turista da própria existência. Uma vida cheia de possibilidades, mas sem entrega, acaba rasa. A verdadeira liberdade não está em ter infinitos caminhos, mas em caminhar por um deles, e pagar o preço. No fim, quem vence não é quem tem mais opções, mas quem consegue escolher... e bancar essa escolha.
Ser ansiosa é antecipar uma dor que pode nunca existir,
É querer trazer aquilo que pode não ter fim.
É esperar algo de alguém que nunca vem.
É gostar de sofrer, mesmo sem ter ninguém.
Então nao venha criticar alguém que sofre de ansiedade, meu bem!
Se eu pudesse escrever uma poesia pra me declarar há você,
Te juro Meu Amor, que eu nunca iria escrever.
Pois inúteis são minhas palavras, se você não consegue perceber
Muitas vezes me arrependi e nunca senti uma reciprocidade da vida, em relação ao meu arrependimento!!!! Em todas as vezes, parecia que eu estava em uma montanha gritando para nada...
E depois que a vida, me deu uma migalha do amor humano!!!! Ela já se foi e provavelmente nunca mais voltaria. Não sei porque, mais comigo foi assim... Não deu tempo de nada mais.Talvez meritocracia deve ser isso mesmo...
Tudo passa, tudo se esconde em mim.
Da memória, uma tela se desenha,
lugares onde nunca pisei,
ecos de um passado que não é meu.
Sofá gasto, mofo que invade o silêncio,
tristeza que habita os cantos escuros.
E a selva, vasta e imensa,
tribos, índios, sombras que me cercam.
Pindorama, terra de águas e verdes,
animais que correm, horrores que calo.
Lugares que não são meus, mas me tocam,
fragmentos de um mundo que habita em mim.
Antes dos beijos selvagens,
antes das trilhas tortuosas,
sinto o ar inflar meus pulmões,
o cheiro da mata, o pulsar da vida.
Corro com os medos, com os gritos,
mil vozes que ecoam dentro.
E, no fim, retorno ao meu centro,
à casa que sou, ao silêncio que me completa.
Deixo a tela cair,
queimando o inútil, o que não me serve.
Renasço do fogo, limpo, livre,
pronto para sentir, para ser.
"Beleza nunca se põe à mesa, é apenas uma coisa relativa; há tanta gente bonita que não vale a cara que tem."
"Eu não tive uma experiência; experiência é quando você nunca teve essa vivência, mesmo possuindo-a. Tentei ser diferente; tentei confiar, tentei acreditar, mesmo sabendo que poderia ter o mesmo resultado."
Difícil entenderem o nunca ouvido, visto ou feito, quando necessário aprovação de uma referência anterior que por vezes, para estes nem existem. Ainda assim, falar, mostrar e fazer, mesmo que não entendam, mesmo que só insistência, é um ato de coragem na busca pelo conhecimento, este acolhendo até mesmo quem fala, mostra ou faz.
A verdade é que nunca teremos uma fórmula mágica para consertar os nossos erros, mas sei, sempre que surgirem oportunidades de acertar, e acertarmos, como mágica estaremos desenvolvendo essas fórmulas.
Tudo passa, tudo passará.
Da memória surge uma tela em mim,
cheia de lugares onde nunca estive:
coisa inglória, sofá horrendo, mofo e tristeza.
E a selva amazônica
— tribos, índios, saqueadores —
aparece nessa tela onde nunca estive:
Pindorama de águas, verdes, animais e horrores.
Cheio desses lugares onde nunca estiveste,
poderíamos algo materializar:
tempos antes de beijos silvestres,
e depois trilhar vias tortuosas.
Sentir pulmões e diafragmas
inflar de ar, o cheiro da mata;
correr com bichos assustados,
mil cantos, berros,
e, ao fim, sentir-se voltar para casa.
Joguemos então a tela
e o sofá no crematório das inutilidades.
Na vida a gente NUNCA sabe se uma coisa vai dar certo ou se vai dar errado, então a grande vitória da vida PODE NÃO SER VENCER COMO ESPERADO AO FINAL, mas ter a coragem de TENTAR ARRISCAR um novo rumo para a vida e ter a CERTEZA para dizer ISSO DEU CERTO ou ISSO DEU ERRADO, VALEU A EXPERIÊNCIA!
Seja uma mulher tão phoda até você ouvir.
Nunca encontrei encontrei uma mulher como você...volta pra mim?
Daí você olha e fala educadamente: obg eu já sabia disso... Bye bye!
Ah eu luto pelo meu relacionamento porque eu nunca tive uma família, nunca tive uma figura de pai, nunca vi minha mãe feliz
E você tá feliz? De verdade? Será que vale a pena lutar sozinha? Você carrega o fardo de cuidar da casa, dos filhos, do financeiro, do laser, de tudo. Porque quem está ao seu lado não é um companheiro e sim mais um filho mimado. Quer que seu relacionamento dê certo? Faça seu filho maior crescer e dívida essas responsabilidades com ele.
