Nunca Diga que Ama uma Pessoa

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Já me disseram uma vez,
Que as mulheres são como maçãs,
Todas estão em grandes macieiras,
Segundo esse ditado,
As melhores estão no topo.

Disseram ainda,
Que os homens são covardes,
E preferem não se aventurar,
A tentar pegar as que estão lá em cima,
Preferem pegar as maçãs podres que já cairam,
Que já foram deixadas no chão por alguém.

Algumas cansam de esperar,
E se deixam cair no chão,
Para pelo menos serem experimentadas.

Outras, mais orgulhosas,
Se seguram firmes e se puderem,
Se escondem entre as folhas,
Pois não querem deixar que qualquer um,
Querem ser escolhidas só por UM.

Tecnicamente falando, eles não estão certos,
Tudo depende do ponto de vista.
É claro que as mais lindas,
São as mais complicadas de alcançar,
Porque estão no topo.

Mas de nada adianta pegar a maçã,
Que está no topo da árvore,
Se ela tem o mesmo gosto das maçãs,
Que já estão no chão.

Pois na verdade, todo homem,
Busca apenas um único pomo,
A maçã verde,
Que está escondida,
Entre tantas maçãs rubras.

Para cada homem existe uma maçã verde,
Cabe a ele perceber,
Se ela está no topo da árvore,
Ou jogada no chão.

Ela é a única que tem um sabor especial,
Que faz com ele se sinta fora do normal,
Então, se você é mulher,
Não espere que o homem chegue no topo,
Porque às vezes, os que chegam ao topo,
Não são o homem certo pra você.

E se você é homem,
Não morda maçãs demais,
Senão vai sentir que aos poucos,
Seu paladar vai se tornar insignificante.

Ou seja, quando você achar sua maçã verde,
Já não vai poder perceber,
O quão especial é o seu sabor.
E esse sabor,
É o que chamam de amor.

Eu tenho uma amiga doida... Outra que não bate muito bem... Tem aquela que falta um parafuso... Tem aquela que vive reclamando... Tem aquela que não para de sorrir... Tem aquela que já é mãe... Tem aquela que adora uma bagunça... Tem também a sonhadora... Temtambém a pé no chão... Tem umaque adora um barraco... E tem a outra que quer virar uma avestruz... Tem a tímida e a devassa... Mas todas elas fazem parte do meu mundo... Mexeu com elas mexeu comigo! De todas essas amigas, você é a maisespecial, a minha melhor amiga! É por isso que hoje é um dia de grande alegria para mim! Estarei sempre ao seu lado! Feliz Aniversário!

O distante é o que aproxima e o ausente - não a ausência - é uma figura do retorno.

Por ser diferente, é fácil. Mas, para ser único, é uma coisa complicada.

Colocar o coração para descansar nas mãos de Deus é a melhor maneira de ter uma boa noite de sono.

"O homem que se contenta em viver com uma companheira bela e útil, mas que não usa a mente perdeu em satisfações voluptuosas o gosto por deleites mais refinados; nunca sentiu a calma satisfação que refresca o coração sedento de ser amado por alguém que poderia entendê-lo. Mesmo na companhia dessa esposa, ele ainda está sozinho, a menos que aceite submergir no estado de animal."

° ೋ✿ ... e mais um dia
mais uma página deste livro lindo que compõe a nossa vida
com harmonia e amor , com fé e gratidão
encerramos mais um capítulo!

Mais um dia está terminando...
Mais uma página escrita no livro da vida. O que dizer?
Muito obrigada, Senhor. Muito obrigada pela tua fidelidade comigo, muito obrigada pela Tua presença constante e por todos os livramentos que o Senhor me concede diariamente. Não sei o que me espera amanhã, mas entrego nas tuas mãos e que seja feita a Tua vontade. Amém!

O silêncio é uma elegante forma de responder a quem não merece o seu tempo, nem sua atenção.

A felicidade esta nas folhas das árvores,cabe somente a você decedir se viverá um outono ou uma primavera

— Quero beijá-lo mais uma vez antes de morrer.
Os olhos dele se arregalaram. Azuis como o mar e o céu no sonho de Tessa, quando ele caiu longe dela, azuis como as flores que Sophie colocou em seu cabelo.
— Não...
— Diga nada que não seja sincero — concluiu para ele. — Eu sei. Não estou dizendo. É verdade, Will. E sei que pedir isso ultrapassa todos os limites plausíveis. Sei que devo parecer um pouco louca. — Tessa olhou para baixo, depois para cima outra vez, reunindo coragem. — E se você puder me dizer que pode morrer amanhã sem que nossos lábios voltem a se tocar, e que não lamentará nada, então me diga, e desisto, pois não tenho direito...
As palavras de Tessa foram cortadas, pois ele a pegou e a puxou contra si, tocando a boca na dela. Por uma fração de segundo, foi quase doloroso, afiado de desespero e uma fome quase descontrolada, e ela sentiu gosto de sal e calor na boca, e o engasgo da respiração de Will. E então suavizou, com um controle forçado que ela pôde sentir por todo o próprio corpo, e o roçar de lábios contra lábios, a ação recíproca de línguas e dentes, intercalando dor e prazer em um espaço de instantes.
Na varanda dos Lightwood, ele foi tão cuidadoso, mas agora não estava sendo. Deslizou as mãos pelas costas de Tessa, passando os dedos por seus cabelos, agarrando o tecido solto nas costas do vestido. Ele quase a levantou, de modo que os corpos se tocassem; ele estava contra ela, o comprimento longo do corpo de Will ao mesmo tempo rígido e frágil.(...) Ela segurou firme nas costas e nos ombros de Will enquanto ele a carregava para a cama e a colocava ali. Tessa já estava descalça; ele tirou as botas e deitou ao lado dela. Parte do treinamento de Tessa foi sobre a remoção do uniforme, e as mãos dela foram leves e velozes sobre a roupa dele, soltando os fechos e a puxando de lado, como uma concha. Ele a descartou impacientemente e se ajoelhou para soltar o cinto de armas.
Tessa o observou, engolindo em seco. Se fosse mandá-lo parar, a hora era agora. As mãos cicatrizadas de Will eram ágeis, abrindo as presilhas, e quando ele virou para deixar o cinto cair ao lado da cama, a camisa – molhada de suor e grudando nele – deslizou para cima, exibindo a curva oca da barriga, o osso arqueado do quadril. Ela sempre achou Will lindo, os olhos, lábios e rosto, mas nunca tinha pensado em seu corpo assim. Mas a forma dele era bela, como os planos e ângulos de David, de Michelangelo. Tessa se esticou para tocá-lo, passar a mão, suave como seda, na pele dura e lisa da barriga de Will.
A resposta dele foi imediata e surpreendente. Will respirou fundo e fechou os olhos, e o corpo ficou totalmente imóvel. Ela passou os dedos pelo cós da calça, com o coração acelerado, sem saber o que estava fazendo – havia instinto ali, guiando, algo que não conseguia identificar nem explicar. A mão de Tessa se curvou na cintura de Will, o polegar tocou o osso do quadril e puxou-o para baixo.
Ele deslizou para cima dela lentamente, apoiando os cotovelos em ambos os lados de seus ombros. Seus olhos se encontraram, se sustentaram; tocavam-se por toda a extensão dos corpos, mas nenhum dos dois falou. A garganta de Tessa doía: adoração, melancolia, na mesma intensidade.
— Beije-me — falou.
Ele se abaixou lentamente até os lábios apenas se tocarem. Ela se curvou para cima, querendo encontrar a boca dele com a sua, mas ele recuou, acariciando sua bochecha com o nariz e passando os lábios no canto da boca de Tessa – em seguida, pela mandíbula até a garganta, provocando pequenos choques de prazer pelo corpo da jovem.
Ela sempre pensou nos próprios braços, mãos, pescoço, rosto como coisas separadas – que a pele não fosse a mesma que encobria tudo, nem que um beijo na garganta pudesse produzir efeitos até as solas dos pés.
— Will.
As mãos dela puxaram a camisa dele, que cedeu, com os botões arrancados, e a cabeça dele balançou para se livrar do tecido, todo cabelos selvagens, todo Heathcliff nos pântanos. As mãos dele foram menos certas no vestido dela, mas ele também o retirou, por cima da cabeça, e o descartou, deixando Tessa de camisa e espartilho. Ela ficou imóvel, chocada por estar tão despida na frente de alguém além de Sophie, e Will lançou um olhar selvagem para o espartilho que foi apenas em parte por desejo.
— Como... — perguntou ele. — Isso sai?
Tessa não conseguiu se conter; apesar de tudo, riu.
— Ele é amarrado — sussurrou ela. — Nas costas.
E conduziu as mãos dele até que os dedos encontrassem as fitas. Então ela tremeu, não de frio, mas pela intimidade do gesto. Will puxou-a contra si, agora com suavidade, e a beijou mais uma vez na linha da garganta, e em seu ombro, onde a camisa o deixava exposto, com o hálito suave e quente contra a pele dela, até que ela estivesse respirando com a mesma intensidade enquanto as mãos o acariciavam nos ombros, nos braços, nas laterais. Ela beijou as cicatrizes brancas das Marcas na pele de Will, envolvendo-o até se tornarem um emaranhado quente de membros e ela engolir as arfadas de Will.
— Tess — sussurrou ele. — Tess... se quiser parar...
Ela balançou a cabeça em silêncio. O fogo na lareira já estava quase extinto outra vez; Will era todo ângulos, sombras e pele dura contra ela. Não.
— Você quer isso? — A voz dele soou rouca.
— Quero — respondeu. — E você?
O dedo dele traçou o contorno de sua boca.
— Por isso, eu seria eternamente condenado. Por isso, eu abriria mão de tudo.
Ela sentiu o ardor por trás dos próprios olhos, a pressão das lágrimas, e piscou cílios molhados.
— Will...
— Dw i’n dy garu di am byth — disse ele. — Eu te amo. Sempre.
E se moveu para cobrir o corpo de Tessa com o seu.

Papeis para embrulhar saudade, café forte para esquecer as maldades e linha para costurar uma nova rota.

O que acreditei um dia ser tudo hoje não é nada, a certeza para mim é uma doce desilusão cortejada pelo passado que não me assombra mais.

- Descobri uma coisa recentemente: os verdadeiros amigos são aqueles que
estão a nosso lado quando as coisas boas acontecem. Eles torcem pela gente, se
alegram com nossas vitórias. Os falsos amigos são os que só aparecem nos
momentos difíceis, com aquela cara triste, de “solidariedade”, quando na verdade
o nosso sofrimento está servindo para consolá-los em suas vidas miseráveis.
Durante a crise no ano passado, surgiram várias pessoas que nunca tinha visto, e
que vinham me “consolar”. Detesto isso.

Anny Versário

Anny Versário era uma menininha
Que morava em um planeta bem diferente,
Um planeta de nome engraçado e meio bobo.....
Seu planeta se chamava: Planeta BOLO

Sempre com roupas coloridas,
usava um vestidinho com broches de pirulito e
botões de bala de caramelo,
e um chapéu em formato de cone amarelo.

Nas ruas feitas de chocolate,
com calçadas de marshmellow....
Ela vivia a correr e a brincar
e quando a noite chegava,
as velinhas ascendiam para iluminar..........

E por todos os lugares,
Ela vivia a cantar,
A sua música preferida:
“Parabéns para você,
nesta data querida,
muitas felicidades,
muitos anos de vida......”

Eu só estou meio confusa..
Meus pensamentos vem desordenados, tomo uma coisa por outra me embaraço
Equivoco-me! Tudo vira um tumulto (desorganizado.)

Assisti a um filme, acho que foi “Peter Pan”, em que uma das frases era: EU NÃO ACREDITO EM FADAS. Nesse momento morria várias delas...
Assim é na vida real.
Todas as vezes que afirmamos: “EU NÃO ACREDITO NO AMOR”
Você se afasta do divino e morre para a vida.

"Jamais faça de sua fidelidade à Deus uma religião, ritual ou obrigação, amar deve ser inspiração, segui-lo é consequencia deste prazer!"

Mas quem pode se lembrar da dor, quando ela acabou? Tudo o que resta é uma sombra, nem sequer na mente, na carne. A dor marca você, de forma tão profunda que não se vê.

Quero sim, uma fusão de almas, de corpos quentes e ansiosos pelo encontro, pela proximidade e pelo afeto.