Nunca Diga que Ama uma Pessoa
“Uma pessoa decidida e animada tem duas coisas importantes; visão e perspectiva”
(autor – Paulo Samuel)
Alegria e a tristeza em um mesmo dia
Doçura e a dureza em uma mesma pessoa
Ganância e a elegância no mesmo passo
Amor e o ódio ao mesmo tempo
Paz e guerra no mesmo compasso
Grito e silêncio no mesmo momento
Concreto e o abstrato misturado
Gato e o rato lado a lado
Vítima e soldado machucados
Cura e a doença aliados
Noite e dia se cruzando
Sol e lua desfilando
Inimigo e amigo ao mesmo instante
Pobre e rico sem fronteiras
Mulheres e homens como iguais
Sanidade e loucura em um rapaz
Pai e mãe se for capaz
No espaço entre a pessoa que fomos, quando crianças, e a pessoa que seremos, quando adultos, há uma misteriosa fase onde a alma vagueia, incerta
Normais acham ser o correto ser normais.
Normais acham que um louco é uma pessoa alienada, doida, maluca, insensata, furiosa, violenta, absurda, descontrolada, imprudente...
Elas tem razão. Elas são normais!
A sapiência das forças divinas é incontestável.
Não é mero acaso que uma pessoa está na vida de outra.
Agradeço a você por se permitir trilhar junto a mim.
A organização, se não for de dentro para fora, não tem efeito.
Pagar, uma pessoa aleatória, para limpar e organizar a casa todos os dias, não vai limpar e organizar a bagunça interior de quem paga!
O luto em vida é uma das piores dores que existe. A pessoa continua viva mas simplesmente deixa de existir. Talvez pela perda total de conexão ou porque você percebeu que idealizou uma versão dela que não existe.
O maior “golpe” pra uma pessoa instável, que vive do controle emocional dos outros, é perder o poder de te afetar.
Uma pessoa me falou que a gente tem que forçar os músculos pra potência aparecer. Não importa se é difícil, a potência tem que aparecer.
Quando vejo uma pessoa ruim enganando e prejudicando muitas pessoas boas, logo penso que pra cada 1 pessoa de má índole, existem 20 pessoas de bem, ou mais. Concluo, então, que no mundo ainda existem mais pessoas boas do que ruins.
Não sei se conseguirei encontrar um jeito de ser uma pessoa diferente. Não sei até que ponto posso formar em mim outro ser que não seja o mesmo que sempre existiu, desorganizado e caótico, há tanto tempo. É tão difícil tentar ser algo que nunca se foi, ou será que é covardia minha não querer mudar, com medo de perder tudo o que já vivi? Será que essa minha relutância em mudar se deve ao fato de que quero me apegar ao que já experienciei? Talvez seja exatamente isso que me rouba a paz. Tenho medo de ser outra pessoa e, com isso, perder o que ainda me mantém vivo: o amor, ou melhor, a lembrança do amor que sinto por ele.
Eu não sou uma pessoa inteiramente ruim; deve haver algo de bom em algum canto dentro de mim, à espera de ser descoberto. Enquanto aguardo que minha parte boa seja revelada, sigo sendo o que me cabe neste momento: alguém um tanto ruim. Continuo assim, na esperança de que, de algum modo, eu me torne um pouco melhor, um pouco menos ruim.
As vezes paro e me ponha a pensar, o quanto a ingratidão humana é grande. Como pode uma pessoa que veio do zero quando chega no topo se tornar tão arrogante?
Fico literalmente chateado ao ver certos tipos de situações que leva a humanidade ao declínio e ao caos.
Sempre tem aquela pessoa que deixa marcas de precisão cirúrgica,
que o tempo, como uma queloide, faz questão de deixar lá.
Assim como as dores do parto anunciam a vinda de uma nova pessoa ao mundo, as dores da consciência podem anunciar uma nova pessoa em nós.
Maturidade é
não deixar que
as atitudes de
uma pessoa afetem
a maneira como você
lida e trata as outras.
