Nunca Desconfie de Mim tenho Carater
Eu penso no acerto, eu aceito o acerto, mas tenho receio do erro, então porque não penso no erro como um preparo para o acerto?
"As pessoas que refutam a minha fé, o melhor que tenho é me manter afastada. Não tenho nada a perder."
Eu não tenho pena das pessoas porque Deus não criou nenhum lixo.
Use sua força ou procure outra pessoa ter pena de você.
Boa noite,
amargo poema.
Tanto te evitei,
me escondi e fugi, mas agora tenho um pedido:
Esqueça só por hoje meu desprezo por ti, finja que dupla perfeita somos.
Deixe-me nos dedos,
o gosto dos versos mais profundos, verdadeiros, fortes, mas que seja de efeito rápido e sem muita dor.
O dia está quase nascendo, faça que os saibam,
tão bem que vos cite e em linhas eu possa descrevê-lo,
como quem tê-lo seja uma necessidade acima de meu querer,
a quantia feita para minha medida.
Faça-me aceitar.
Amargo poema, tente me convencer...
GULA
Tenho fome. Sempre. E me disseram que é pecado sentir gula. Não me considero culpado por ser um esfomeado. Meu apetite é voraz. Ele consome absolutamente tudo, não cessa a digestão. Principalmente dos limites. Devora qualquer aresta ou parede. Talvez seja melhor chamar de corrosão. Sou avesso a passar vontade.
Falaram que eu precisava seguir uma dieta. Evitar gordura, açúcar e farinha branca. Pessoas tóxicas e más línguas. Os receituários se esqueceram da própria maledicência, pelo visto. Quem julga com seu juízo sabe diferenciar o bom e o mau? Recomendaram atividade física três vezes por semana, para me auxiliar a queimar as calorias. Mas nem de frio eu gosto, por qual razão abandonaria minha quentura?
Insistiram em ressaltar meu sobrepeso. Condenaram minhas medidas, alegando que não entrariam no tamanho ideal do manequim. Eu prefiro a nudez, não entendem. A fome, por vezes, também a devora. Nada parece me servir, nem minha pele. Concordo, nesse aspecto. Tudo muito pequeno.
Me empanturrei demais. As relações ficaram apertadas. A carência delas marca minha cintura. Não desejo caber em dois números a menos. Me sufoca. Necessito de vestes folgadas mesmo. Comer seriedades, porque as besteiras são minhas e classifico-as como bem desejar. Considero-as importantíssimas. Gosto de sentir o gosto. Saborear o sabor. Salivar a liberdade. Engolir com ou sem casca.
Mandaram eu temer o que não é embalado. Confiar na indicação nutricional. Mas dispensei há tempos os amores de tabela, ricos em sódio. Meu apetite é orgânico, aderi ao natural. Rompi as fronteiras do industrializado, dispenso alimentos e pessoas pré-fabricadas.
Não é o que entra pela boca que faz mal, mas o que sai, dizem as escrituras. Minha dieta vai bem, obrigado, mastigando qualquer coisa capaz de me alimentar. Estou obeso das minhas decisões, sim. Eu me rendi à minha gula. Estou pesado, confesso, o suficiente para me manter no chão. Na verdade de quem sou. Tenho fome, cada vez mais. Fome de mim.
17/11, sempre será marcado nos meus dias como um dia especial. Eu sobrevivo, eu me superei, eu tenho vencido, nem eu achava que ia conseguir. E aqui estou. Grata aos Amigos que caminham comigo nessa história que pra mim é de superação e conquistas diária. E para os que duvidaram, que venham mais 80 anos, ou enquanto eu respirar. Eu estou conseguindo, e não pretendo deixar de lutar. O caminho é árduo e solitário e a gente as vezes até sangra, mas mantendo a mente aberta, o corpo ocupado, e o intuito de melhora todos chegaremos lá.
Bom? Você não é bom. Você só sabe como esconder, como mentir. Eu não tenho esse problema, eu sempre digo a verdade.
Tenho a náusea física da humanidade vulgar, que é, aliás, a única que há. E capricho, ás vezes, em aprofundar essa náusea, como se pode provocar um vomito para aliviar a vontade de vomitar.
Um dos meus passeios predilectos, nas manhãs em que temo a banalidade do dia que vai seguir como quem teme a cadeia, é o de seguir lentamente pelas ruas fora, antes da abertura das lojas e dos armazéns, e ouvir os farrapos de frases que os grupos de raparigas, de rapazes, e de uns com outras, deixam cair, como esmolas da ironia, na escola invisível da minha meditação aberta.
E é sempre a mesma sucessão das mesmas frases... «E então ela disse...» e o tom diz da intriga dela. «Se não foi ele, foste tu...» e a voz que responde ergue-se no protesto que já não oiço. «Disseste, sim senhor, disseste...» e a voz da costureira afirma estridentemente «minha mãe diz que não quer...» «Eu?» e o pasmo do rapaz que traz o lanche embrulhado em papel-manteiga não me convence, nem deve convencer a loura suja. «Se calhar era...» e o riso de três das quatro raparigas cerca do meu ouvido a obscenidade que (...) «E então pus-me mesmo dia nte do gajo, e ali mesmo na cara dele — na cara dele, hem, ó Zé...» e o pobre diabo mente, pois o chefe do escritório — sei pela voz que o outro contendor era chefe do escritório que desconheço — não lhe recebeu na arena entre as secretárias o gesto de gladiador de palhinhas [?] «... E então eu fui fumar para a retrete...» ri o pequeno de fundilhos escuros.
Outros, que passam sós ou juntos, não falam, ou falam e eu não oiço, mas as vozes todas são-me claras por uma transparência intuitiva e rota. Não ouso dizer — não ouso dizê-lo a mim mesmo em escrita, ainda que logo o cortasse — o que tenho visto nos olhares casuais, na sua direcção involuntária e baixa, nos seus atravessamentos sujos. Não ouso porque, quando se provoca o vómito, é preciso provocar um.
«O gajo estava tão grosso que nem via a escada.» Ergo a cabeça. Este rapazote, ao menos descreve. E esta gente quando descreve é melhor do que quando sente, porque por descrever esquece-se de si. Passa-me a náusea. Vejo o gajo. Vejo-o fotograficamente. Até o calão inocente me anima. Bendito ar que me dá na fronte — o gajo tão grosso que nem via que era de degraus a escada — talvez a escada onde a humanidade sobe aos tombos, apalpando-se e atropelando-se na falsidade regrada do declive aquém do saguão.
A intriga a maledicência, a prosápia falada do que se não ousou fazer, o contentamento de cada pobre bicho vestido com a consciência inconsciente da própria alma, a sexualidade sem lavagem, as piadas como cócegas de macaco, a horrorosa ignorância da inimportância do que são... Tudo isto me produz a impressão de um animal monstruoso e reles, feito no involuntário dos sonhos, das côdeas húmidas dos desenhos, dos restos trincados das sensações.
Sabe,
para algumas pessoas eu sou uma amiga virtual. Para outras que conheço e tenho contato, uma amiga que as vezes está online e que batemos papo vez em quando.
Mas eu não sou um ser virtual.
Sou uma pessoa por trás da tela.
Me comunico com quem me adiciona, curto e quando tenho oportunidade, as vezes comento.
Agradeço quando sou carinhosamente citada e sempre que posso também respondo com todo o respeito e agradecimento.
Não bajulo ninguém, só gosto de fazer amizades que acredito que também podem ser feitas online como tantas que tenho há vários anos.
Sei que tem pessoas que já tentei me aproximar e não fui aceita. Não quis a minha amizade. Não tenho nenhum problema com isso. Acho até que de repente eu não me encaixo no perfil de amigos dessas pessoas. Mas não me sinto menos que elas.
E outras que me aceitaram, mas nunca curtiram nada e nem nunca responderam a um comentário meu.
Portanto, meus queridos, não curto quantidades, e sim, qualidades.
Se não fosse para interagir, eu estaria aqui sozinha escrevendo só para mim, e não, compartilhando os meus escritos com todos vocês que me curtem.
Agradeço de todo o coração quem está comigo, e os que não estão, continuo respeitando a todos eles, só que também deixei de interagir.
Fico na minha. Simples assim!
Alguns dizem que tenho a cara fechada de delegado de polícia, contrapondo-se a um coração manso e generoso.
Odeio as notícias e o tempo
Tenho dezenove anos e estou ardendo
Mas quando estamos dançando, eu estou bem
Deus, Hoje eu só quero agradecer...
Sei que tenho falhas e sei que o Senhor, meu Pai, sabe disso também!!!
Mas sei que queres o meu bem e vê as minhas virtudes, lutas e batalhas...
Por isso, Hoje só quero agradecer por mais essa conquista, e sei que tenho muitas ainda por trilhar, tão e mais importantes que essa, e que serão difíceis, mas não impossíveis, e eu sei que tenho você ao meu lado!!!
Obrigada por me achar merecedora, é que na verdade o meu sentimento é bom para mim e para todos, e eu sei que tudo isso acaba voltando!!!
Juventude
Eu tenho um medo
de me perder na escuridão
de não seguir meus sonhos
e não viajar na contramão
O mundo é um beco sem saída
Você corre pra chegar onde então?
Depois de um tempo nada mais faz sentido
a vida passa a ser só mais um filme de domingo
Então você acorda, abre a janela e vê um sol
Ele brilha muito intenso esperando seu sorriso
Cada passa é um segundo do seu tempo
Cada choro te faz perder um milhão de passos
O sol da manhã que te faz sorrir
faz você voltar no tempo de menino
em que não sabia nem caminhas
A vida se resumi nisso
sorrir, brincar e ser feliz
o resto a gente vê depois...
Somos jovens,
e temos muito tempo
não importa se é vinte ou noventa
Pois a vida e um beco sem saída,
você corre pra chegar onde então?
As mulheres preferem a mentira;
tenho a certeza disso , porque
se falo a verdade ,elas querem
me estropiar .
Tenho capacidade
Sexy clássico uma das coisas que me torna a ser uma beldade
Mãe Pai vocês são os culpados
Mas valeu apena
Sabe que eu até gosto de certas pessoas serem calculistas e impiedosas? Assim não tenho o menor remorso e pudor em ser justo com elas.
- Relacionados
- Você é especial para mim: frases que tocam o coração
- Poemas sobre Mim
- Textos de aniversário para mim 🎁
- Frases sobre mim com motivação e reflexão para crescer e evoluir
- Você é importante para mim: palavras para quem faz a diferença
- Textos de parabéns para mim 🥳🎉
- Para Pessoas que Sentem Inveja de Mim
