Nunca Desconfie de Mim tenho Carater

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Sou menino criado na cidade
nunca tive uma infância na fazenda
o sertão para mim foi uma lenda
que pairou sobre a minha mocidade.
Conheci o sertão, isto é verdade,
assistindo o cinema brasileiro;
Glauber Rocha me deu esse roteiro
e eu que sou bom aluno fui atrás...
Os chocalhos são sinos matinais
nas dolentes canções do bom vaqueiro.

Inserida por cordel_na_rede

És exemplo para mim do que nunca quero me tornar!

Inserida por RenataLibereco

Não acredita em mim?
Acredita sempre nas palavra dos locos, eles nunca mentem...
#GCMJr

Inserida por GildoChiteta

Sobre mim.
Se você gosta eu não sei
Mas eu nunca de fato me importei

Inserida por wgonds

O mudo está começando a fazer escolhas por mim, me sinto refém do mundo, mas nunca refém das pessoas.

Inserida por RehanSena

Se um dia eu for a retornar para você, não será por mim, enquanto for por mim, não quero nunca sair do teu lado.

Inserida por AngeloBanze

Donna

Pra mim nunca foi essencial escrever sobre o amor, sempre reluto sobre os temas e meu melhor tema sempre foi o amor, sempre foi você, e que de faxada eu enchergo além e componho e assim proclamo meu verso
Impensável ou não eu nunca pensei sobre o que dizer, somente soltava para fora. Falar sobre você sempre foi simples, fácil e bonito para quem lia, seja em um dorço de poema ou um toque em alguma historia, era pratico e fácil colocar você ali. Sempre o fiz, sempre te moldei a minha forma e para os outros eu contara que seus olhos eram negros escuros como a noite mais densa já vista, que de relance e sem lance algum você sorria, sorria como quem dizia que o filme estava bom, mas que não entendeu nada até ali, e eu por vez observava que sem entender você mordia o canto da boca mas seus cabelos pairavam sobre seus oculos e eu ainda ali observava atentamente cada pedacinho teu.
Bobo ou não o meu melhor tema sempre foi você, o jeito como fala tal palavra, o modo como se distrai fácil em meio a uma conversa, o modo que me olha desconfiada ou somente por me olhar... Louco não, nunca escrevi tanto e ainda assim não cheguei a lugar algum sem contar sobre você.

Só entenda bem meu bem.
Era você. E tem sido você.
E vai continuar sendo você.

H.Bennoda

Inserida por HenriqueBennoda

A felicidade toma conta de mim
A tristeza nunca nem viii
E o amor toma conta de mim..

Inserida por vitynhosylva

Nunca acreditei que fosse assim
Como você se atrairia por mim?
Fiquei a noite inteira pensando
Esse é pra mim, não é pra mais ninguém

Inserida por pensador

As vezes mim pego pensando, como é belo esse Universo cheios de tantas coisas quem nunca vou entender, mas mesmo assim mim fascina a beleza do incerto.

Inserida por gideao07

VAZIO

Nunca uma paixão tão pura
Cresceu em mim por tanta gente,
Já a solidão que me perdura;
De tão leal, me abraça e sente.

Inserida por acessorialpoeta

Prefiro que enxerguem em Mim, erros com arrependimentos, do que uma falsa perfeição!
Perfeito nunca o serei.
Mais buscarei sempre o melhor.

Inserida por leandro_faccion

Nunca te busco fora de mim
pois escolhestes o melhor lugar,dentro.

Inserida por srtawrobel

O verdadeiro amor a gente nunca esquece, ele sempre cuidou de mim. Até hoje mesmo tendo um pouco de raiva. Ele cuida de mim, cuida porque ama. E eu não estou dando o devido valor. Mais algo me diz que muito ainda vai acontecer, vai mudar, Eu vou aprender a te amar...

Inserida por DUARSI

Nunca acreditei em “amor cego.” Pelo menos pra mim, quando se tapa os olhos para o defeito do outro, é insanidade mental, menos amor.

Inserida por andreafreire

Como eu pude sonhar em tê-la para mim,
Devo esta delirando,
Nunca lhe terei,
Todo esse sentimento deve ser apenas minha imaginação
Pregando um terrível peças em minha alma.

Inserida por RodrigoSTeixeira

Vi-a a anos-luz de distância, mas sentia-a como se nunca tivesse ido de mim.

Inserida por MariaAlmeida

Agora eu vivo sem esperanças
nunca pensei que seria assim
você partiu sem olhar pra mim
levou o meu sorriso e deixou lembranças

Eu errei muito, você também errou
fiz você chorar e também chorei
mas você partiu e eu fiquei
esperei, mas você não me procurou

Não foi quando você partiu
que o meu mundo caiu
mas quando você não me procurou
o meu mundo desabou

Hoje, sou mais um prisioneiro
na prisão do amor
te amei de janeiro a janeiro
mesmo assim, você me condenou

Inserida por dhyggo

Começar do zero nunca foi problema pra mim. O tempo só assusta quem teve muitas oportunidades e não soube o que fazer com elas. E isso nunca foi o meu caso.

Inserida por GabrielaStacul

Estante
O poema “A Arte de Perder” de Elisabeth Bishop nunca fez sentido para mim, desde o primeiro dia em que o li. Sempre questionei. Talvez por puro egocentrismo ou falta de maturidade, eu não sei. Passei os últimos anos da minha vida acreditando que eu podia ter tudo, que nada podia fugir de mim, que o que eu tenho eu não deveria perder.

Busquei insistentemente não perder nada. Nenhum instante, nenhum minuto sequer, nenhuma chave de todas as portas que eu abri, nenhuma parte de todos os estilhaços que caíram ao meu lado. Se eu perdia, corria pra achar. Se quebrava, corria pra remontar. Quantas noites juntei cacos, pedacinho por pedacinho, colando, remendando. Olhava a estante de longe e pensava: pronto, já dá pra colocar no lugar de novo. Ninguém vai reparar que quebrou. E voltava pra minha vida.

A verdade é que chega uma hora que você olha para a estante com mais cuidado. Com outros olhos. E isso acontece tão raramente. As vezes dura segundos. Você olha, talvez com a intenção dócil de tirar o pó. Pra ver se ainda está ali aquele porta retrato que caiu e você arrumou, dar uma folheada naquele livro que uma vez você emprestou, ouvir o DVD daquela cantora que você amava, o molho de chaves daquela casa antiga que agora está alugada e todos os vasos que já caíram e você colou.

Uma vez – e não faz muito tempo – lembro que joguei tudo no chão. Tudo. Minha estante inteira no chão. Tudo quebrado. O que não quebrou, rasguei, cortei, amassei. E me senti péssima depois. Um dia, voltei na sala. Refiz a estante, arrumei o que tinha quebrado, costurei, colei, remendei. Coloquei tudo no lugar. E o tempo passou.

Mas olhando agora, para minha estante, comecei a ver que não preciso guardar nada disso. Que tem coisas que não servem mais. Que não fazem parte de que sou hoje. Os vasos não ficaram tão bonitos como eram antes. Sim, foram charmosos um dia, mas olhando pra eles agora, posso ver cada remendo. Ao me lembrar dos cortes que fiz para juntá-los, penso até que valeu a pena. Mas hoje, hoje são somente vasos remendados. O retrato não precisa ficar a mostra por que já amarelou com o tempo. O que foi bom, simplesmente foi. Não é mais. Como a canção que hoje já não faz sentido. Como a árvore no fundo daquela foto que hoje não existe mais.

Se eu entendi o poema? Não. Ou ainda não como deveria. Há uma caixa cheia de coisas novas na sala. Mas o medo do novo é destruidor, não é? O novo, por mais que seja cheio é vazio se pararmos pra pensar. O novo não tem passado. Não tem história. O novo acovarda até os mais corajosos. Somos, bem lá no fundo, guerreiros que relutam para aceitar uma nova espada. A gente sabe que a caixa está cheia de novidades, mas não tem força suficiente para ir até elas.

Mas hoje, exatamente hoje, dia dez de outubro de 2013, olhei para as caixas repletas de coisas novas na sala. E mesmo assustada, mesmo com minhas mãos se desviando, meu corpo contestando e meu coração aflito, comecei a abri-las. Sim. Passa pela minha cabeça começar a montar outra estante e deixar essa que já existe como está. Mas não posso, não é? Preciso aprender a perder. Entender “a arte de perder” talvez ou finalmente.

Então, sentadas, eu e Elisabeth Bishop, nessa minha sala, tomando um bom vinho, rimos juntas olhando para minha estante. Cheia de histórias, de lembranças, de vasos inteiros, outros remendados, de fotos amareladas, de cartas que nunca foram enviadas, de belas canções, de sapatos com solas bem gastas, de chaves de casas por onde não entro mais, de relógios com marcador parado.

Me pergunto, em silêncio: por que eu acho que não entendi o poema ainda? Por que eu acho que não faz sentido desfazer de tudo isso? Mas afinal, é meu? Ou tudo é passageiro o suficiente para não precisar de estante?

Inserida por josaneph