Nunca Critique
Você olha pra cima;
Olha pra baixo,
Olha pros lados...
Nunca certo e
Nunca errado.
Conhece gostos amargos
E a decepção
Nesse jogo de poemas,
Voce é só mais ilusão
E sem compreensão
Na moral ja cansei
Esses olhos que tu olha
Sabe mais do que eu mesma sei
Sonhei com uma feijoada.
Não qualquer uma mas com a do Bolinha de São Paulo.
Se você nunca comeu uma feijoada do Restaurante do Bolinha em São Paulo, por favor pare de ler agora. Não tenho tempo nem saco para explicar a tradição de mais de oitenta anos, como é montada e quem frequentou aquele ridículo templo pagão da gastronomia paulistana na Avenida Cidade Jardim no.53.
Não sei se a feijoada foi atriz, se o restaurante foi o palco, sei que o lugar lembrava muito a premiação do Oscar, já que além de nós simples mortais, centenas de celebridades iam se refestelar com restos de porco servidos em cumbucas de barro, substituídas tantas vezes quantas você pedisse.
Não sei como anda hoje mas o maior sucesso da feijoada era a fila que se formava na porta nos anos oitenta. Os mais ricos e famosos, as mais lindas e cobiçadas mulheres, os carros mais caros, as maiores motos paravam em fila dupla, tripla e no bolsão de estacionamento que se formava naquele entroncamento em frente ao finado Pandoro.
Nunca fui fã de feijoada e confesso, ia e pagava caro porque já estava bêbado de caipirinha e inebriado com o pandemônio festivo que era aquele circo.
Depois de começar a escrever fui dar uma olhada nas críticas atuais do restaurante e não recomendo nem o restaurante, nem que você leia as críticas, pois uma coisa sou eu falando e outra é você constatando que a fama de muitas pessoas e muitos lugares foram criados por falsas ideias do que representa a vida e o sucesso.
Chego à conclusão de que o sonho não foi com a feijoada do Bolinha mas com o que representou para mim e para tantos ideia de felicidade e sucesso naquela época.
Sem nenhuma cerimônia, nem tristeza, deixo de lado o sonho e a feijoada do Bolinha, lavo a cara na pia do banheiro, dou uma olhada furtiva no espelho e corro para o meu pão com manteiga, iogurte de frutas vermelhas e uma fatia de bolo com café expresso da dolce gusto, presente como todo mundo já sabe, da querida Amanda Palma.
Acordei pensando na vida e nesse momento veio à mente a melhor das lembranças, aquela que nunca se apaga e que você foi o único responsável pela construção dentro de você.
Ainda que construa um império, serás desacreditado e mesmo tendo que provar ser capaz nunca vai chegar à perfeição sonhada.
Nunca gostei de competir com ninguém, se pretendes competir comigo esqueça, estou ocupado com minhas metas o suficiente para gastar todo o meu tempo.
A fome do querer saber nunca deve ser saciada, pois não é possível saber sobre tudo, mas é imprescindível que seja alimentada.
É...sou assim um misto de sentimentos, nunca sou a mesma ao mesmo tempo, sou chata, sou um doce, sou imprevisível, mas sou eu... Jamais finjo o que não sou...
Quem me conhece já sabe!
As feridas mais dolorosas são aquelas que se fecham, mas nunca cicatrizam.
São aquelas feitas no corpo, mas que machucam a alma.
Nunca soube onde é o início ou o fim, o melhor ou pior, o certo ou errado, apenas a diferença entre o que me trás a paz e o que não.
Nunca sabemos quando o verdadeiro amor aparece...Quando aparece vem tão rápido, e acaba não percebendo o quão apaixonado está....e você já passou por isso??
a quanto tempo nos perguntamos: será que a nossa amizade é real? Você nunca soube o quão medo temos de perder um amigo...E por quê tantas brigas? Sabemos que entre amigas sempre tem uma discussão, mas, e agora?
"Viver é o dom natural de todos, porém, não são todos que usufruem ao máximo, nunca se viverá o mesmo dia duas vezes ou nunca tomará um café com o mesmo sabor."
