Frases sobre Nunca

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⁠A razão é boa, mas nunca perca a graça das emoções e das coisas simples da vida.

Seja como for, nunca se esqueça dos princípios que norteiam sua vida. Perde-los significa andar sem rumo nos caminhos da existência. Sem princípios não existe significado, meta, rumo ou foco, que fiquem de pé.

O que é o amor?


O amor é um sentimento⁠
Que vive no pensamento
Nunca vai deixar de existir
Porque não tem para onde ir.

Se por um momento
Ele surge no pensamento
Ele nunca vai embora
E ali para sempre mora.

​O Quase que Nunca Foi
​Chamamos de amor a ansiedade da espera, o eco de mensagens vazias e a insistência em caber em espaços que já estavam ocupados. Romantizamos a ausência, vestimos a carência com trajes de gala e insistimos em chamar de "eterno" aquilo que mal tinha fôlego para o dia seguinte.
​Nem todo fogo que queima é incêndio; às vezes, é só uma faísca que apaga com o primeiro vento.
​Não foi amor. Foi:

“Por trás do sorriso de uma mãe atípica existe uma mulher cansada… mas que nunca desiste do filho.” 💙✨

“Ser forte não significa nunca cair. Significa levantar todos os dias, mesmo cansada, por amor ao filho. 💙✨”

A verdade é terra sem caminhos, a conspiração é um mapa detalhado de um território que nunca existiu.

O erro nunca esteve na verdade do mundo , mas na moldura que tentamos impor a ele .⁠

O meio social é o seu teto. Se ele é⁠ baixo, você nunca ficará de pé.

Cercado de urubus, você nunca aprenderá a voar.⁠

Mesmo na noite mais profunda, o amanhecer nunca se atrasa: a luz sempre encontra o caminho de volta. E isso não é sobre noite e dia.⁠

Poesia “Retinto” — autor: Mateus de Jesus Silva


Para mim não tem escolha,
ou nunca foi escolha?
Eu não escolhi ou tive opção de escolher?
Ou de me identificar: pardo ou branco?


Não teve descoberta,
ninguém me perguntou ou nunca me perguntaram.
Simplesmente rotulado pela minha pele.


Não preciso colocar "sou negro!" na bio do Instagram,
nem de alisamento que me deixe mais confortável para os racistas,
nem tampouco de inverno que me deixe clarinho como meu avô.


Não precisa de estilo,
não precisa de bandeira
e nem tampouco de posicionamento.


Eu simplesmente sou,
ou sou acusado de ser.

A verdade pode ser ridicularizada inúmeras vezes; contudo, nunca destituída de sua essência.

A lua daqui

Eu não vou mentir: por onde quer que eu vá, sinto que o luar nunca é igual ao de minha cidade, Apodi. Aqui não há montanhas gigantes, nem encostas que façam o luar ser único. Mas, no Calçadão da Lagoa do Apodi, na parte meridional da cidade, a lua se matiza de prata, refletindo sobre a água como se o céu tivesse derramado um bujão de gás luminoso. Ela fica tão reluzente que encanta, apaixona e já fez gente simples se tornar famosa só por morar na cidade da lua platinada.

Percebo que as grandes cidades, com suas selvas de pedra ou litorais recortados por ilhas, nem de longe produzem luas como a daqui. Nossa jaci é uma verdadeira belezura: casais se enamoram e até brigam, mas, ao perceberem o luar, desarmam-se das intrigas e voltam a se amar.

Aqui nem pensar em lobisomens. Pelo contrário, o que a lua enfeitiça são os gatos, que deixam de ser apenas gatos e ganham nomes dignos de celebridade: Nâno, Tufão, Fábio Assunção, Nega Véia, Melissa Mel, Florinda, Bob Mel, Frida Mel, Pedro de Canoanés, Ceguinha, Morcego e até Paulo Jorge. Longe de quererem se tornar feras, eles só se deixam encantar. E, assim como nossos felinos se transformam em personagens, nossa cidade carrega consigo uma rica gama de apelidos, que vão desde as crianças até os idosos, passando por todos que têm história e memória por aqui.

A lua daqui parece tornar nosso povo ainda mais hospitaleiro, e quem bebe da água de Apodi tende a não sair jamais, encantado pelo luar, pela lagoa e pelo calor silencioso da nossa gente.

A verdadeira resiliência não está em nunca ser dobrado pelo vento, mas em carregar as marcas de todas as tempestades e ainda assim escolher florescer.

Re Pinheiro

Eu sempre fui uma pessoa bem resolvida. Nunca precisei da atenção dos outros para me sentir inteiro, nem busquei validação para confirmar meu valor. Passei boa parte da vida confortável dentro de quem eu era, com minhas certezas, meus limites e meus silêncios.

Até que um dia encontrei alguém que enxergou em mim algo que eu mesmo nunca havia visto. E, por algum tempo, acreditei naquela versão. Passei a falar mais, a rir mais, a confiar mais. O homem reservado se tornou sociável, o introspectivo passou a contar piadas, e a desconfiança deu lugar à esperança. Pela primeira vez em muito tempo, tive a sensação de que a felicidade talvez não fosse apenas um conceito distante.

Mas a realidade tem o hábito de cobrar o preço das ilusões. Com o tempo, percebi que a vida raramente permanece no auge dos sentimentos que ela mesma nos oferece. E aquilo que parecia uma descoberta acabou revelando outra coisa, talvez eu não tivesse me transformado, apenas experimentado uma parte de mim que deveria ter permanecido adormecida.

Agora me vejo diante da tarefa de reconstruir quem sou. Não porque aquela versão estivesse errada, mas porque ela não conseguiu permanecer. Preciso recuperar o controle dos meus sentimentos, reorganizar meus pensamentos e voltar a caminhar com os próprios pés.

Talvez as coisas nunca tenham sido realmente boas aqui dentro. Talvez eu apenas tenha encontrado alguém capaz de silenciar, por um tempo, os ruídos que sempre carreguei. Mas ninguém pode viver para sempre sustentado pelo olhar de outra pessoa.

As coisas vão voltar ao lugar. Não exatamente como eram antes, porque já não sou o mesmo homem. Mas voltarão a ser minhas. E isso terá de ser suficiente.

“A mente lúcida não é aquela que nunca erra, mas aquela que tem coragem de revisar o próprio erro.”
A Mente Enganada — Nina Lee Magalhães de Sá

“Falar muito nunca foi prova de sabedoria; às vezes, é apenas medo do silêncio.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Há pessoas que calculam tanto o caminho que nunca chegam a caminhar.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A liberdade feminina nunca foi presente; foi conquista arrancada das mãos de quem confundia mulher com posse.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.