Frases sobre Nunca

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"O caráter é o alicerce da vida; quando ele é firme no bem, a estrutura da felicidade nunca abala."

Minha busca por 'algo maior' nunca foi sobre ter, sempre foi sobre ser. Conheço o preço das minhas decisões e sempre estive disposta a pagar; afinal, nenhum conforto vale o sacrifício da minha evolução pessoal.

Empresárias falsas só enxergam preço, nunca valor. Por isso desprezam quem quer crescer de verdade.

Quem fala de riqueza mas desvaloriza pessoas nunca entendeu o próprio discurso.

Quem pisa em sonhos nunca constrói algo eterno.

Trilhões podem até surgir sem caráter, mas nunca permanecem.

O coração vazio nunca é preenchido por dinheiro.

Quando a riqueza não serve ao bem, ela serve ao ego — e o ego nunca se satisfaz.

“Tem gente que ataca sonhos porque nunca teve fé suficiente para sustentar um.”

“Quem machuca quem sonha não odeia o sonho — odeia a coragem que nunca teve.”

“Quem não respeita sonhos nunca entenderá o valor de uma vitória.”

Deus é simbólico. Se Deus tivesse que ser uma pessoa como tanto ilustram, mas ele nunca foi visto fisicamente, então nenhum deus ou Deus existiria. Divindades são como a gente dá nome e forma para forças muito superiores a tudo que é físico.

Fora Ditadura

Demétrio Sena - Magé

Atadura nunca mais,
por não haver mais fratura.
Nem existir mais ferida.
Fechadura muito menos;
não havendo mais prisão,
haverá mais sonho e vida.
Dentadura nunca mais,
em um futuro sem cárie,
para barganhar os votos.
E ruptura jamais,
pois nunca mais o poder
de alienar os devotos.
Nunca mais escravatura
nua e crua, equiparada,
para sempre a lei de gente
supere a dos animais.
Mais nenhuma crueldade
nem verdade aguilhoada.
Ditadura nunca mais.
... ... ...

Respeite autorias. É lei

Toquei músicas que você apenas escutou, sem nunca ouvir ou sentir.

A Páscoa não é — e nunca foi — um fenômeno comercial!


Reduzi-la ao chocolate, ao consumo, à superficialidade das vitrines, é um sintoma claro de uma sociedade que perdeu a capacidade de compreender o essencial.


Não se trata de condenar tradições.
Trata-se de hierarquia de valores!


O que está no centro?
O que é fundamental?
O que é inegociável?


A Páscoa é, antes de tudo, a afirmação de um evento que desafia a própria lógica humana:
a morte e a ressurreição de Jesus Cristo.


E aqui é preciso rigor intelectual!


A cruz não é ornamento, não é símbolo decorativo!
Ela representa um ponto exato onde duas forças aparentemente incompatíveis se encontram:
— a justiça, que exige consequência
— e a misericórdia, que oferece redenção


Isso não é sentimentalismo.
Isso é estrutura lógica!


Agora eu pergunto — e é uma pergunta que exige resposta:


Se o amor verdadeiro implica sacrifício,
por que insistimos em tratá-lo como algo leve, descartável, conveniente?


A ressurreição, por sua vez, não pode ser diluída em metáfora!
Se ela ocorreu, então todas as premissas da existência humana são alteradas!


Repito:
todas!


— a morte deixa de ser definitiva
— o sofrimento ganha contexto
— e a vida passa a ter um sentido que não é arbitrário


Ignorar isso não é neutralidade.
É uma escolha!


Uma escolha filosófica, existencial — e muitas vezes, uma fuga.


Portanto, não basta celebrar.


É preciso compreender!


E compreender implica responsabilidade!


Porque, se isso for verdadeiro — e essa é a questão central — então não estamos diante de uma tradição…


Estamos diante de um chamado!


Um chamado à coerência, à reflexão, à tomada de posição.


A Páscoa não é um dia.


É uma interrogação permanente:


o que você fará com essa verdade?


Feliz Páscoa.

A vida nos prega cada surpresa nunca pense que estamos no anonimato, sempre tem alguém a ti observar.

Sentir o amor que jurou pra sempre, não doi .
Oque corta a alma,
é nunca mais sentir o sorriso dos meus olhos ao ver você olhar pra mim...


PauloRockCesar

Os sonhos só acabam quando deixamos de acreditar.
Eu acredito que meus sonhos nunca irão morrer

Por os sonhos são os primeiros a morrer, de todos sentimentos, se na verdade eles nunca morrem?




PauloRockCesar

3 de maio


Hoje, finalmente, colhi os teus restos
dos cantos onde nunca criaste raízes.
Não houve o estalo súbito da raiva,
apenas o peso manso da exaustão:
o cansaço de mendigar afetos em migalhas,
de te buscar no avesso de palavras vãs,
e de habitar, precária, esse intervalo
entre a promessa que vinha
e o rastro que nunca ficava.


Fechei a porta.
Não por falta de sangue ou de ferida,
mas porque o vão aberto era um abismo
que me roubava o chão.
Apaguei os teus rastros como quem limpa o vidro
de uma estrada que findou em muro.


Agora, há um silêncio novo sob as costelas.
Não é o vácuo da perda,
mas o ruído surdo de quem se reorganiza.
Pois soltar não é o eclipse da memória,
é a consciência tardia
de que as mãos já não suportam
o peso de um fantasma.


Se um dia o meu vazio te alcançar,
que não te doa a falta.
Mas que te espante o fato de que,
entre o teu nada e o meu tudo,
eu finalmente me escolhi.