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Nostalgia da Infancia Perdida

Cerca de 5523 frases e pensamentos: Nostalgia da Infancia Perdida

O desequilíbrio da fé não é a falta de inteligência. Mas, na falta de permanência que se é perdida quando mudamos o foco.

Amar alguem antes de obter amor próprio, é entrar em uma batalha perdida..

Eu sou assim, as vezes eu me perco em mim mesma, fico sem saber quem eu realmente sou, fico perdida por ai, tudo fica tão confuso, eu acabo errando com tudo e com todos, eu não cometo erros eu sou o meu próprio erro. Eu acabo machucando os outros e a mim mesma com as minhas atitudes e palavras.

Te vejo como uma rosa vermelha linda
Em meio a um temporal, perdida.
Sem poder fazer nada ou sem saber o que fazer.
Hó rosa linda.
Me contagia o momento a te olhar com múltiplos
Sentimentos e complexidade.
És o que?
Simples rosa em meio a temporal?
A mim não.
A mim és a vida em meio a um temporal.
Em meio a um temporal?
Em meio a problemas.

Te vejo despedaçar em bruto temporal.
O que poderei eu fazer?
Poderei lhe cobrir do temporal?
Sim.
Mas ainda saberas que esta a chover la fora.
Mas lhe guardarei comigo pra sempre.
Esse temporal vai passar.
Com voce estarei sempre ao seu lado.

O sol raiara em uma nova manha.
E te verei linda e forte novamente.
minha bela rosa.

Posso estar perdida agora, mais uma hora eu me encontro.

Tem horas que me sinto tão perdida, tão só. Mas quando olho para o céu sinto algo especial, sinto Deus! Obrigada Senhor por nunca me desamparar, e por demostrar seu amor por mim no simples toque do vento. E mostrar que os problemas não são nada quando se tem seu esplendoroso amor.

Uma frase de amor:
"Nunca lamente uma ilusão perdida, pois não haveria fruto se a flor não caísse."

Lá embaixo tem uma pasárgada perdida por um bandeira empalhado". Herança (romance, 1992)

Não sei o que pensar, sou mais perdida que um pobre filhote vira-lata na rua sem ninguem,andei por muito tempo na escuridão. E agora tudo que quero e mergulhar nessa bola tão vasta que é o mundo !

"Alma Perdida"

Sou alma perdida no meio da solidão.
Sou sombra que caminha no vale da morte,
O ser que arranca as suas próprias entranhas.
Minha alma tem espelhos partidos,
Absorvem toda a vida que possa existir em meu redor.
Sou espírito que canta marchas fúnebres.
Rasgo os céus com minhas lágrimas.
Ninguém ouve meus gritos.

SOZINHA

Aqui! Sozinha!
Sentada à beira do caminho!
Pareço perdida de mim mesma,
Sem noção das horas
Que passei neste lugar.

O tempo!
Às horas!
Quem precisa das horas?
Tudo que preciso e necessito
Se resolve em minutos,
Segundos! Talvez!

Tudo que preciso neste momento
É de um carinho.
Mas, sem arrependimento,
Pois o seu procedimento
Me deixou em desalento.

Por isto, estou aqui!
Sozinha! Sentada à beira do caminho!

Direitos autorais reservados: Eliud Oliveira (Ely Poeta)

Música
Noite perdida,
não te lamento:
embarco a vida

no pensamento,
busco a alvorada
do sonho isento,

puro e sem nada,
- rosa encarnada,
intacta, ao vento.

Noite perdida,
noite encontrada,
morta, vivida,

e ressuscitada...
(Asa da lua
quase parada,

mostra-me a sua
sombra escondida,
que continua

a minha vida
num chão profundo!
- raiz prendida

a um outro mundo.)
Rosa encarnada
do sonho isento,

muda alvorada
que o pensamento
deixa confiada

ao tempo lento...
Minha partida,
minha chegada,

é tudo vento...

Ai da alvorada!
Noite perdida,
noite encontrada...

Esse é o retrato de uma sociedade perversa e cruel, cada vez mais perdida no sentido da moralidade e do respeito a vida humana..hj se trata os cachorros com mais dignidade que aos seres humanos, se inverteram a ordem das coisas, hj se valoriza o ter e não o ser !!! infelizmente as pessoas não tem mais noção e nem limites...as pessoas de bem devem sim se indignar com tais atitudes, mais bem mais importante que isso é não propagar esse tipo de acontecimento...pois tudo vem do exemplo tudo serve de estimulo pra coisas piores a humanidade esta cada vez mais atolada numa lama, onde as coisas ruins proliferam como ervas daninhas...vamos levar as coisas do bem aos olhos das pessoas e mostrar o lado bom da vida...o mal nunca deve se opor ao bem !!!

SEIXOS E PEDRAS

Sinto-me perdida nos meus lençóis de seda
Onde tudo é suave e envolvente em contrastes
Venho do ventre de minha mãe do barro escuro
Sem fazer mal a ninguém ou roubar coisa alguma
Apenas aprendi da vida o que ela não me ensinou
Aprendi a ver, a sentir, a cheirar, a tocar, a sentir
Através do desbotar das flores em cores lavadas
Pelas lágrimas da chuva, a sorrir e nas folhas a cair
Escondo o coração num abrigo da forte tempestade
Um corpo que deambulante ao acaso na sentida alegria
Que vive todos os dias num ser amado da felicidade
Por isso quando eu morrer já não me pesará a terra
De seixos, de pedras, de fragas, das flores que alguém
Terá deixado frescas ou secas, quem sabe, eu não sei
Eu sei que venho do barro escuro, da terra fértil talvez Assombrada, esquecida do ventre da minha querida mãe.

༻❀༺༻❀༺༻❀༺

Sinto-me perdida na imensidão de meus pensamentos.
Sinto-me como se eu não fizesse parte deste mundo, não sei explicar bem como é estar dentro de mim, mais de uma coisa tenho certeza, é um suplício ser quem sou na era de meu tempo.
Todos os dias travo grandes batalhas dentro e fora de mim, obrigando-me a assistir meu próprio massacre, e assassinando minha própria existência por não ter forças para lutar contra toda esta fusão de sentimentos conflituosos.
Este amor transbordante que me dilacera é uma tortura sem fim, este amor se tornou o pior dos carrascos de minha existência.
Como viver em um mundo onde não se tem como dividir tão imensurável amor?
Quero me livrar de todos estes meus sentimentos perturbadores que me aprisionaram a prisão perpétua dentro de meu próprio “Eu”.
Sinto um turbilhão de sensações e sentimentos que me queimam como lavaque flui das chaminés vulcânicas e que devasta-me.
Quero me libertar, aprender a voar, quero ser livre, quero esquecer quem sou, quem fui e quero apenas ser e voar.
Ser livre dentro e fora de mim....
Autora A.Kayra

"No seu céu sou apenas mais uma estrela desapercebida, perdida na imensidão do universo.
Você nunca me notou, seus olhos estavam fixos em outras, enquanto os meus só enxergavam você.
Desejei ser sua lua pra iluminar seu caminho, pra te observar enquanto você dormia.
Eu quis ser a luz pra clarear suas noites escuras, embalar seus sonhos.
Mas você nunca se aproximou, e nas vezes que tentei chegar perto se afastou.
O destino me fez te encontrar, mas jamais permitiu um abraço, um toque qualquer, uma simples palavra trocada.
Você é o sol que ilumina meus dias, nas
noites escuras é o sonho que se repete durantes noites e noites...
É a dor que não quero sarar, é o grito entalado na garganta.
Você é o aperto no peito, o sufoco na alma,
é o desejo reprimido.
O único que guardo no coração, aquele que entra em meus pensamentos sem pedir permissão.
Enquanto você é o meu tudo, meu dia e minha noite, permita-me ser mais que uma simples estrela no seu céu."
(Roseane Rodrigues)

Ah, sua boba. Eu sei que você está cansada de tudo, perdida nesse turbilhão de sentimentos que te paralisam. Ah, ninguém te entende, eu sei! Não queira tudo agora, queira apenas voar por cima dos seus próprios destroços e ver que, apesar de tudo, ninguém pode calar teus pensamentos, teus diálogos internos, tua recomposição!

Me sinto sozinha, perdida no mundo
Não consigo mais viver
Tento encontrar uma saída mais não consigo
Você me maguo e machuco muito
Não aceito desculpas
No meu coração só a dor mais nada
Você despedaçou ele até o fim
E agora ele ta morto
E não posso mais fazer nada..
Só chorar é o que me resta

Ao vencedor, as batatas! Machado de Assis
Quincas Borba (1891).
76 A loucura é uma ilha perdida no oceano da razão. Machado de Assis
Nota: Frase adaptada de um trecho do conto "O Alienista" (1882). O trecho original é: A loucura, objeto dos meus estudos, era até agora uma ilha perdida no oceano da razão.
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251 Quando ela fala
Quando ela fala, parece
Que a voz da brisa se cala;
Talvez um anjo emudece
Quando ela fala.
Meu coração dolorido
As suas mágoas exala,
E volta ao gozo perdido
Quando ela fala.
Pudesse eu eternamente,
Ao lado dela, escutá-la,
Ouvir sua alma inocente
Quando ela fala.
Minh'alma, já semimorta,
Conseguira ao céu alçá-la
Porque o céu abre uma porta
Quando ela fala. Machado de Assis
Falenas. Rio de Janeiro: B. L. Garnier, 1870.
250 Não precisa correr tanto, o que tiver de ser seu às mãos lhe há de vir. Machado de Assis
Dom Casmurro (1899).
488

O tempo é pouco para o muito que espero... Machado de Assis
Nota: Autoria não confirmada.
65 Tempo é um tecido invisível em que se pode bordar tudo, uma flor, um pássaro, uma dama, um castelo, um túmulo. Também se pode bordar nada. Nada em cima de invisível é a mais sutil obra deste mundo, e acaso do outro. Machado de Assis
Esaú e Jacó (1904).
142 Não se irrite o leitor com esta confissão. Eu bem sei que, para titilar-lhe os nervos da fantasia, devia padecer um grande desespero, derramar algumas lágrimas, e não almoçar. Seria romanesco; mas não seria biográfico. A realidade pura é que eu almocei, como nos demais dias... Machado de Assis
Memórias Póstumas de Brás Cubas. Rio de Janeiro: Typografia. Nacional, 1881.
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33 Talvez espante ao leitor a franqueza com que lhe exponho e realço a minha mediocridade; advirta que a franqueza é a primeira virtude de um defunto. Na vida, o olhar da opinião, o contraste dos interesses, a luta das cobiças obrigam a gente a calar os trapos velhos, a disfarçar os rasgões e os remendos, a não estender ao mundo as revelações que faz à consciência; e o melhor da obrigação é quando, a força de embaçar os outros, embaça-se um homem a si mesmo, porque em tal caso poupa-se o vexame, que é uma sensação penosa e a hipocrisia, que é um vício hediondo. Mas, na morte, que diferença! que desabafo! que liberdade! Como a gente pode sacudir fora a capa, deitar ao fosso as lentejoulas, despregar-se, despintar-se, desafeitar-se, confessar lisamente o que foi e o que deixou de ser! Porque, em suma, já não há vizinhos, nem amigos, nem inimigos, nem conhecidos, nem estranhos; não há platéia. O olhar da opinião, esse olhar agudo e judicial, perde a virtude, logo que pisamos o território da morte; não digo que ele se não estenda para cá, e nos não examine e julgue; mas a nós é que não se nos dá do exame nem do julgamento. Senhores vivos, não há nada tão incomensurável como o desdém dos finados. Machado de Assis
Memórias Póstumas de Brás Cubas. Rio de Janeiro: Typografia Nacional, 1881.
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64 Círculo Vicioso
Bailando no ar, gemia inquieto vaga-lume:
– "Quem me dera que fosse aquela loura estrela,
Que arde no eterno azul, como uma eterna vela!"
Mas a estrela, fitando a lua, com ciúme:
– "Pudesse eu copiar o transparente lume,
Que, da grega coluna á gótica janela,
Contemplou, suspirosa, a fronte amada e bela!"
Mas a lua, fitando o sol, com azedume:
– "Mísera! tivesse eu aquela enorme, aquela
Claridade imortal, que toda a luz resume!"
Mas o sol, inclinando a rútila capela:
– "Pesa-me esta brilhante auréola de nume...
Enfara-me esta azul e desmedida umbela...
Porque não nasci eu um simples vaga-lume?" Machado de Assis
Ocidentais (1901).
301 A primeira glória é a reparação dos erros.
(Ressurreição, 1872)
As ocasiões fazem as revoluções.
(Esaú e Jacó, 1904)
Não se perde nada em parecer mau; ganha-se tanto como em sê-lo.
(Memorial de Aires, 1908)
Também a dor tem suas hipocrisias.
(Helena, 1876)
O medo é um preconceito dos nervos. E um preconceito, desfaz-se; basta a simples reflexão.
(Helena, 1876)
Dormir é um modo interino de morrer.
(Memórias Póstumas de Brás Cubas, 1881)
O tempo é um rato roedor das coisas, que as diminui ou altera no sentido de lhes dar outro aspecto.
(Esaú e Jacó, 1904)
Matamos o tempo - o tempo nos enterra.
(Memórias Póstumas de Brás Cubas, 1881)
Amor repelido é amor multiplicado.
(Miss Dollar, 1869)
De todas as coisas humanas, a única que tem o seu fim em si mesma é a arte.
(A Semana. In: Gazeta de Notícias. Rio de Janeiro, 29 set. 1895)
O destino, como os dramaturgos, não anuncia as peripécias nem o desfecho.
(Dom Casmurro, 1899)
Não se ama duas vezes a mesma mulher.
(Memórias Póstumas de Brás Cubas, 1881)
A vaidade é um princípio de corrupção.
(Dom Casmurro, 1899)
Não há alegria pública que valha uma boa alegria particular.
(Memorial de Aires, 1908)
Suporta-se com paciência a cólica dos outros.
(Memórias Póstumas de Brás Cubas, 1881)
A fortuna troca às vezes os cálculos da natureza.
(Iaiá Garcia, 1878) Machado de Assis
106 Não importa ao tempo o minuto que passa, mas o minuto que vem. Machado de Assis
Memórias Póstumas de Brás Cubas. Rio de Janeiro: Typografia. Nacional, 1881.
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140 O coração humano é a região do inesperado. Machado de Assis
Iaiá Garcia (1878).
103 Esta é a grande vantagem da morte, que, se não deixa boca para rir, também não deixa olhos para chorar... Machado de Assis
Memórias Póstumas de Brás Cubas. Rio de Janeiro: Typografia. Nacional, 1881.
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205 Trata de saborear a vida; e fica sabendo, que a pior filosofia é a do choramingas que se deita à margem do rio para o fim de lastimar o curso incessante das águas. O ofício delas é não parar nunca; acomoda-te com a lei, e trata de aproveitá-la. Machado de Assis
Memórias Póstumas de Brás Cubas. Rio de Janeiro: Typografia. Nacional, 1881.
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318 Creiam-me, o menos mal é recordar; ninguém se fie da felicidade presente; há nela uma gota da baba de Caim. Machado de Assis
Memórias Póstumas de Brás Cubas. Rio de Janeiro: Typografia. Nacional, 1881.
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44 Cada estação da vida é uma edição, que corrige a anterior, e que será corrigida também, até a edição definitiva, que o editor dá de graça aos vermes. Machado de Assis
Memórias Póstumas de Brás Cubas. Rio de Janeiro: Typografia Nacional, 1881.
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71 Livros e flores
Teus olhos são meus livros.
Que livro há aí melhor,
Em que melhor se leia
A página do amor?
Flores me são teus lábios.
Onde há mais bela flor,
Em que melhor se beba
O bálsamo do amor? Machado de Assis
Falenas. Rio de Janeiro: B. L. Garnier, 1870.
862 A uma senhora que me pediu versos
Pensa em ti mesma, acharás
Melhor poesia,
Viveza, graça, alegria,
Doçura e paz.
Se já dei flores um dia,
Quando rapaz,
As que ora dou têm assaz
Melancolia.
Uma só das horas tuas
Vale um mês
Das almas já ressequidas.
Os sóis e as luas
Creio bem que Deus os fez
Para outras vidas. Machado de Assis
Poesias completas (1938).
164 No alto
O poeta chegara ao alto da montanha,
E quando ia a descer a vertente do oeste,
Viu uma cousa estranha,
Uma figura má.
Então, volvendo o olhar ao subtil, ao celeste,
Ao gracioso Ariel, que de baixo o acompanha,
Num tom medroso e agreste
Pergunta o que será.
Como se perde no ar um som festivo e doce,
Ou bem como se fosse
Um pensamento vão,
Ariel se desfez sem lhe dar mais resposta.
Para descer a encosta
O outro lhe deu a mão. Machado de Assis
Ocidentais (1880).
64 Relíquia íntima
Ilustríssimo, caro e velho amigo,
Saberás que, por um motivo urgente,
Na quinta-feira, nove do corrente,
Preciso muito de falar contigo.
E aproveitando o portador te digo,
Que nessa ocasião terás presente,
A esperada gravura de patente
Em que o Dante regressa do Inimigo.
Manda-me pois dizer pelo bombeiro
Se às três e meia te acharás postado
Junto à porta do Garnier livreiro:
Senão, escolhe outro lugar azado;
Mas dá logo a resposta ao mensageiro,
E continua a crer no teu Machado. Machado de Assis
Obra Completa, vol. III. Rio de Janeiro: Editora Nova Aguilar, 1994.
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74 Os dois horizontes
Dois horizontes fecham nossa vida:
Um horizonte, – a saudade
Do que não há de voltar;
Outro horizonte, – a esperança
Dos tempos que hão de chegar;
No presente, – sempre escuro, –
Vive a alma ambiciosa
Na ilusão voluptuosa
Do passado e do futuro.
Os doces brincos da infância
Sob as asas maternais,
O vôo das andorinhas,
A onda viva e os rosais;
O gozo do amor, sonhado
Num olhar profundo e ardente,
Tal é na hora presente
O horizonte do passado.
Ou ambição de grandeza
Que no espírito calou,
Desejo de amor sincero
Que o coração não gozou;
Ou um viver calmo e puro
À alma convalescente,
Tal é na hora presente
O horizonte do futuro.
No breve correr dos dias
Sob o azul do céu, – tais são
Limites no mar da vida:
Saudade ou aspiração;
Ao nosso espírito ardente,
Na avidez do bem sonhado,
Nunca o presente é passado,
Nunca o futuro é presente.
Que cismas, homem? – Perdido
No mar das recordações,
Escuto um eco sentido
Das passadas ilusões.
Que buscas, homem? – Procuro,
Através da imensidade,
Ler a doce realidade
Das ilusões do futuro.
Dois horizontes fecham nossa vida. Machado de Assis
Crisálidas (1864).
147 Gosto dos epitáfios; eles são, entre a gente civilizada, uma expressão daquele pio e secreto egoísmo que induz o homem a arrancar à morte um farrapo ao menos da sombra que passou. Machado de Assis
Memórias póstumas de Brás Cubas (1881).
54 Ao vencido, ódio ou compaixão; ao vencedor, as batatas. Machado de Assis
Quincas Borba (1891).
31 A amizade é como um círculo e como um círculo não tem começo nem fim. Machado de Assis
Nota: Autoria não confirmada.
35 A primeira glória é a reparação dos erros. Machado de Assis
Ressurreição (1872).

⁠Liberdade nunca foi sem custo. Porém depois que perdida, seu valor eleva-se ao preço de SANGUE dos que protestarem por ela!