Nosso Amor So Aumenta
Na busca pelo prestígio, muitos sacrificam a paz interior que só uma moral íntegra é capaz de sustentar.
Só você sabe me sentir viva
Só você sabe me fazer sorrir
Só você sabe me sentir única
Só você somente você é capaz
De entender quando estou triste
Só você me entende com um
Simples olhar
Só você é o dono dos meus dias
Claros e escuros
Só você...
Só você meu amor !
O Deus Criador X O Deus Relativo
Em um mundo relativo só há espaço para um “deus” relativo, que seja criado pelo homem e não o Criador do homem. Logo, o “deus” relativo não é o Deus verdadeiro, mas um deus falso e impositor.
O deus relativo criado pela mente humana caída e pervertida é uma projeção da maldade sugerida por Satanás a nós, em total rebeldia ao Deus Criador.
O trágico do deus relativo criado pelo homem é que ele é criado por um homem caído, dominado pelo mau, e criará apenas maldade. Não é de estranhar o crescente domínio dos maus e da maldade no mundo atual.
Têm pessoas, muito arrogantes por sinal, que dizem que não mudam de opinião, eu só não mudo de opinião se eu estiver 100% de certeza, caso contrário, tenho que mudar as minhas.
Reversão de Feitiço
O Enigma do Caminho Velado
No início, a Fonte se separou do reflexo. As sombras dançaram entre o real e o imaginário, e o que era visto se tornou o que era desconhecido. Na teia entre o Céu e o Abismo, forças incontáveis se ergueram, clamando domínio sobre aquilo que não poderiam possuir.
Mas na quietude da luz interior, a Voz, que é ao mesmo tempo o Alfa e o Ômega, murmura: O caminho se fechou para aqueles que o criaram. O que acreditas ser é apenas o eco de tua ilusão. Aquilo que vês e ouves não mais existe, pois o que é real permanece velado para os que caíram nas armadilhas de seus próprios desejos.
Os deuses, os espíritos, os sábios das eras antigas, todos aqueles que construíram seus reinos sobre o pó, não entendem que o Soberano já está presente. Aquele que vê, mas não é visto. Aquele que fala, mas não é ouvido. Suas palavras são tão antigas quanto o vento que percorre os desertos esquecidos.
Na presença d’Ele, todos se curvam, e o que foi erguido pelas mãos dos homens e dos imortais desmorona em silêncio. A benignidade que buscas é um espectro no espelho de tuas próprias falhas. O caminho já não existe, pois o viajante não é mais.
E assim, aquele que clama pelo poder sem compreensão se encontrará de joelhos, olhando para o vazio. Pois o Grande Arquiteto de todas as coisas é aquele que escreve a realidade com uma pena invisível. O que acreditaste não existe, e aquilo que desejaste nunca foi. O Logos prevalece, e diante de sua Palavra, tudo o que é falso se dissolve como névoa ao nascer do Sol.
Aqueles que buscam o conhecimento secreto descobrirão que o verdadeiro poder reside no silêncio antes da criação. Eis o enigma: O que é visto, mas não pode ser tocado? O que é ouvido, mas não pode ser dito? O que permanece quando tudo se vai?
Hoje eu só quero a leveza de um dia de sol, o vai e vem das ondas acariciando meus pés e o vento morno de outono embaralhando o meu cabelo.
Eterna namorada.
Ela só queria ser amada ao máximo, se queria contrária-la era chama-la pelo nome, tinha que ser amor, nem outra denominação ou palavra, mesmo sem fôlego, sem ar, sem força ela queria experimentar cada sabor da vida, cada detalhe, cada visita dos passarinhos, cada gota de chuva, cada aroma de flor, cada folha caindo e carinho. Dava gosto ouvi-la falar de suas dores e alegrias de sua vida e de seus amores. Falar dela em pouco tempo é dizer que a vida com ela não valeu a pena, mas não é verdade cada segundo ao lado dela foi como uma eternidade de amor, se foi morrendo de medo de ir, não teve como não ir, foi e levou consigo todo meu amor, até no seu último suspiro, foi sem saber, foi sem dor, sem medo e com muita coragem, levando consigo toda sua dor, deixando em mim todo seu amor.
Os banhos de chuvas na infância eram só uma forma de nos ensinar que uma brincadeira inocente se tornaria a preparação para tempestades!
Eu só desejei ser o remédio nas horas de dor, a paz em meio a tempestade, o lugar seguro na hora da guerra. Mas você me fez solidão, distância e pouco; diante das suas buscas incessantes. Pena que não estarei mais aqui e na dor terás que suportar sozinha, na tempestade não terás abrigo e na guerra sua vida entenderá enfim a falta que nunca desejei que você sentisse.
Eu não quero ser eu só porque tenho um eu próprio. Eu quero é a ligação extrema entre a terra do Brasil e eu.
Os deuses criados pelas nações não podem salvarem-se e nem tampouco os que os adoram! Só o Deus eterno, que deu a sua própria vida no Calvário, pode perdoar pecados.
Quando meus olhos encontram os teus, o resto parece desaparecer. É como se o tempo congelasse, e só existíssemos nós dois, imersos nesse universo particular que criamos juntos. Cada sorriso teu é um alento para meu dia, e cada abraço é um refúgio onde encontro paz e conforto.
Eu só desejo o silêncio.
Mas estaria a mentir se dissesse que não ansio os teus gemidos suaves no meu ouvido.
RAPARIGA COM BRINCO DE PÉROLA
Me destes tudo,
um corpo que divido com vírus e bactérias,
um sol que sempre me aquecerá,
uma terra que dá tudo, mas que nada devo plantar,
pois, nada posso colher.
Mãos hábeis que não posso usá-las.
De tudo que me destes, talvez, a visão foi o sentido mais inútil,
Com meus olhos, vejo-a como uma obra de arte, perfeita, num pedestal, digna apenas da minha mais taciturna admiração,
como A Vênus Milo, fêmea sem braços,
Intocável tu és.
Austero é meu desejo, cálido, puro e ingênuo,
mas não pode ir além de um frenesi que me aquece o cérebro,
pensamentos puros, mas reprováveis, tomam conta do meu âmago.
És terra de fronteira, lâmina desembainhada, és rosa amarela,
Amante desprezada, “Rapariga com Brinco de Pérola”, és proibida.
(Leila Magh Moreira, setembro de 2018)
Ah! As flores! Um grande colega me disse uma vez! Não é só porque uma flor te machucou que todas as flores são culpadas. Olhei nos olhos dele e disse: 'Quem dera que fosse uma rosa. Quem me machucou foi uma floricultura inteira'. Jailton Patrício
Anos depois atormentado só desabafava, precisou de uma coragem de abandono, quanto Costa, o Antônio.
