Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Sou como uma fênix de cristal
Só que não faleço
Me quebram
E na tentativa de me suturar
Faltam pedaços de mim
Me tornando outra
Faltando
E também sobrando
Expirando sentimentos
Grande maioria são ruins
Tudo isso me torna outra
Vivo no luto
Porque sei que jamais serei eu novamente
Já me quebrei
Me quebraram demais
Impossível voltar a ser eu
Os fariseus não existem, mas os que hoje são uns Judeus tupiniquins, fazem como os que antes viveram em politica em Jerusalém.
Os de hoje foram imbelicizados políticos em currais eleitorais chamados de igrejas e fingindo construir uma stairway to Haven ao mesmo tempo que fazem a pavimentação de uma Highway to hell.
São HIPÓCRITAS somente, e deveriam contar seus passos em voz alta, quando indo em direção ao púlpito, pois assim todos saberiam o tamanho de suas HIPOCRESIAS.
Devemos deixar de ser garçons para também sermos como clientes, e estar sendo servidos nessa churrascaria ou restaurante que é a vida.
a tristeza é como uma casa
onde nos levantamos no escuro e procuramos acender a luz
e descobrimos que não há luz procuramos a porta para sair ou para que a luz lá de fora entre
mas descobrimos que não há porta na casa
então tateamos as as paredes no escuro tentando encontrar uma janela mas também não a janela na casa então nos sentamos no chão frio gelado no escuro da casa
e descobrimos que não a casa
é só nossa tristeza criando ilusões para nos enganar
os sonhos são como caminhos alternativos que nos leva a lugares onde gostaríamos de estar de alcançar as coisas que desejamos e até os amores que amamos os sonhos nos conduz onde desejamos ir onde o impossível se torna possível onde a liberdade nos permite voar Acima das nuvens onde o tempo não existe onde a vida é tudo que desejamos ser
A partir da transformação neoliberal liderada por figuras proeminentes como Thatcher e Reagan, surge um novo paradigma de sujeito, frequentemente referido como "empresário de si mesmo".
Este novo indivíduo se distingue por uma subjetividade profundamente envolvida em sua própria atividade, onde a motivação, o desejo de realização pessoal e o planejamento de vida ocupam posições centrais.
Os cidadãos não são mais categorizados como "sujeitos da obediência", mas sim como "sujeitos de desempenho e produção", assumindo, dessa maneira, o papel de empreendedores de suas próprias vidas.
O capitalismo adotou a sedução como uma ferramenta fundamental para os negócios, integrando-a à sua lógica já marcada pelo individualismo e consumismo.
Bom dia, dia
cristal
que a Lua reluzia.
Mas que a prendia
flor de Ipê
Amarelo como o sol
de dentro do quartzo
seria!
Pois, olhe
bem para a noite
e veja quem
está mentindo a cor
se é ele
ou o ar que dizia.
Traição não como erro humano, passível de arrependimento, mas como prática corriqueira...
O padrão do(a) traidor(a) é a ilusão, projetar a felicidade em pessoas alheias; a troca se dará devido a insatisfação não pela pessoa que está, mas por si. O vazio é supostamente preenchido pela novidade, pela falsa capacidade de conexão real.
Por padrão se entende o enjôo, o descarte e a nova personificação...o afetar que nunca poderá ser afetado.
As lições de uma mãe é como uma linha de ferro, segue fazendo muito barulho, mas sempre nos leva ao destino certo.
Ao acordar notamos que o tempo é como uma estrada, que nos leva ao passado, para notarmos a distância percorrida por ele ao longo da vida.
O tempo é um grande aliado para quem souber realmente aproveitá-lo de alguma forma.
O poder das palavras é imenso, e a maneira como interpretamos e internalizamos as palavras dos outros pode ter um grande impacto em nossas vidas. Ser receptivo e buscar entender o que está sendo comunicado com profundidade pode nos proporcionar valiosos aprendizados
A frase de Maria, “DEUS SABE QUE PRECISA ME OUVIR”, lembra-me da importância de ter fé e de confiar que há um propósito maior em tudo o que vivemos. Mesmo quando não conseguimos ver o quadro completo, acreditar que estamos sendo guiados e que nossas experiências têm um significado pode nos dar força para continuar. Aqui no coletivo escrevendo é um propósito.
Todos nós um dia teremos passado por situações que podem nos deixar muito triste e se formos reflexivos podemos perceber que nós, na verdade, estavam sendo alunos da escola da vida e grande lição que temos que tirar da escola da vida e tudo é passageiro e que nunca vale a pena carregar sentimentos contrários as qualidades de nosso criador. Que essa reflexão possa inspirar a todos a encontrar propósito e significado em suas próprias jornadas, lembrando que, independentemente das dificuldades, sempre há uma lição a ser aprendida e uma razão para seguir em frente com esperança e fé. J.R
"Ao final, era apenas mais uma jornada... e tudo se encerrou, assim como tudo na existência... também se dissipará."
Pense nisso!
A pandemia de COVID-19 tem sido descrita como o maior experimento cognitivo-comportamental da história da humanidade. Apesar do aumento da solidariedade entre as pessoas, um fenômeno extremamente positivo, as consequências desta crise se manifestam em diferentes escalas temporais: no curto, médio e longo prazo.
As implicações abrangem uma crise humanitária, o surgimento de teses negacionistas, o medo crônico do contágio e da morte, o fortalecimento de comportamentos gregários e tribalistas, uma crescente desconfiança, o aumento do conformismo e da rigidez moral, uma sensação de ameaça generalizada, o fechamento de fronteiras e a manifestação de um sistema imunológico comportamental.
As consequências emocionais são variadas e incluem irritabilidade, um sentimento difuso de perda de controle decorrente da angústia e da impotência, ansiedade, negatividade, discórdia e polarização. Além disso, observa-se um aumento significativo da violência doméstica e a emergência de problemas nas relações sexuais.
Na contemporaneidade gradualmente, a vaidade emerge como uma virtude, uma vez que a exposição constante de aspectos triviais da vida cotidiana nas redes sociais é celebrada como um símbolo de orgulho.
A propagação de detalhes efêmeros, como a rotina matinal ou as aquisições pessoais, é promovida como demonstração de autoconfiança e autoimportância.
Essa tendência sugere uma mudança na percepção coletiva, na qual a humanidade passa a atribuir significância a eventos triviais, reforçando a ideia de que a mera existência é suficiente para afirmar a própria relevância.
