Nosso Amor como o Canto dos Passaros
PHRASIS
Tinta a recantar
Aroma a compor versos.
Verbos expressos a expressar
Como fosse o teste unitário do poeta,
seu inquietante aprovar.
Tangenciando sentimentos dispersos
Na oficiosa trama de melodramar .
Criando verbos, suprimindo vírgulas,
Desapontando a cada ponto de parar.
Onde o poeta extenua suas forças.
Como se lhe exaurisse a inspiração.
Perdesse o olfato, desaprendesse a conjugar.
Imo termo onde o leitor reside
entre o enleio de ler e o de parar.
é como se sua alma necessitasse de quimioterapia pra não ser aniquilada pela saudade. Pois esse sentimento quando te penetra, se assemelha com acido sulfúrico corroendo ferro. Aniquila.
A vida é como uma estrada perigosa e de mão única, não possui retornos, tem muitos obstáculos, há atalhos duvidosos, mas o que importa é a fé no caminho.
Todas as pessoas possuem três vertentes: como elas se veem, como os outros as enxergam e como elas realmente são.
O pessimista é agoureiro, e o maledicente sempre encontra culpas. Sempre imaginam o pior. Como não vêem as coisas boas do presente, anunciam o mal futuro.
Sei que vou ter te esquecido de verdade, quando lembrar dos nossos momentos, como se não tivesse revivendo eles novamente.
Meu corpo é como um mar em fúria, lá no fundo, calmo que se faz em águas cristalinas, quando amo torno-me uma tormenta que não quer sessar, posso criar movimentos internos e externos distintos entre si, liberto sentimentos profundos que nem eu sei explicar, só sei que nessa tormenta vivo na plena calmaria a espera da cumplicidade do tempo!
A parte mais difícil de ficar sem o aplicativo é não poder ficar namorando sua foto, como gostaria de fazer agora...
Poderia ficar olhando até o dia amanhecer...
RECOMEÇAR
como
tornar permitido
se ao menos
fizesse sentido
os sentidos
menos
complexos
sendo
admitidos.
o poder
de um sentimento
que no momento
querido
e exprimido
a ti.
razões
de inequações
reluzidas
de minhas memórias
expressadas
agora
por curtas frases
mesmo
desordenadas
mais
todas as palavras
enfatizadas
os sentidos
reais
de um coração
vivido
não mais partido
decidido
recomeçar.
recriar
as novas linhas
escritas
não como as minhas
mais refeitas
sendo justas
impolutas
aguardado
o agraciado
momento
que o sentimento
adentrará
na minha vida.
tudo passado
será removido
todo futuro
será vivido
com paz
harmonia
amor
dedicação
e fidelidade
pois
assim necessito.
RECOMEÇAR
Se pararmos para analisar bem o Ano Novo, vamos ver que é um dia como qualquer outro. Pois seus problemas no dia seguinte (01) serão os mesmos. Não é porque o ano muda que você vai ser mais forte ou melhor. Isso vai depender de você. Então vá a batalha para ter amor, paz, saúde e felicidade! Pois nada cai em suas mãos com apenas um desejo.
Feliz Ano Novo!
Hipótese: tudo aquilo que seria se tivesse acontecido, mas como não foi, ficou apenas o desejo!
Desejo: a vontade que a hipótese aconteça!
Loucura: ferramenta para realizar o desejo.
Amor: alimento para a loucura.
"Se tudo fosse como queríamos, jamais saberíamos ou melhor, sentiríamos o que é amar. Pois amar a diferença é sim, o grande sentido do amor."
"A beleza se encontra na simplicidade, como no brotar e desabrochar de uma flor... É de se encantar os olhos"
"Um minuto"
Inesperadamente a vida esta acabando o tempo passa como um minuto, inunda meus pensamentos e torna-se um dilúvio, e agora perdi meu amor em um segundo vou navegar no oceano para me livrar desse mundo e esquecer tudo o que passamos juntos.
descontraída
faria de tudo
mudava de mundo
se soubesse
como fazer
rotina teus sorrisos
não perder a alegria
por viver
e te trazer
entusiasmo
de compreender
de como conviver
sem sofrer
não é em vão
é de coração
não faz
merecemos não
somos emoções
não ilusões
e por qual razão
me explique
"mermão"
pois hoje quero isso não!
não some não!
fácil pra mim
eu sei, é assim
nada
nos impede
ser razão
um para o outro
sem troco
sendo justo
não revolto
apenas um pouco
de compaixão
loucura sim
descontraída em mim
me expresso assim
pois
não serei intruso
em uma definida vida
sem partida
pois é minha querida
eu luto
sofro
morro
e renasço a cada fim noite
com sonhos que vem em montes
razões para
todos os dias
me redimir
sem saber
se dará certo trazer
sorrisos
ao rosto teu
Se dois mil e quatorze não foi como você queria que fosse, que em dois mil e quinze você vingue, e comece janeiro com o pé direito, deixando no ano passado tudo de errado, e levando pro dia primeiro só o que for verdadeiro.
Na vida real não se pode voltar atrás como se nada tivesse acontecido. É por isso que devemos saber dosar nossas atitudes, e empregá-las em situações que queremos que sejam duráveis. Fazer com que cada momento seja inesquecível, pelo simples fato dele não se repetir jamais da mesma forma. Cada momento é único e exige dedicação para que além de único, seja especial.
A sua felicidade depende de alguém ou de algo para acontecer? Depende só de você e da sua força de vontade! Não delegue esta responsabilidade.
Se você mesmo não se enfrenta, nem seus medos nem seus desejos saem do lugar. Seus medos permanecem ali, incomodando; e seus desejos ficam estagnados, sem a menor possibilidade de realização.
Por acaso
E como se, sozinho, pudesse mudar o mundo! Pudesse deixá-lo melhor, ou pelo menos próximo do ideal. E como que por instrumentos pudesse navegar pelos céus, legislando em causa própria, sendo prepotente, arrogante, egoísta - como nunca fui, como pensei que talvez nunca viesse a ser. E como se de mim dependessem os mais fracos, e fraco, eu não correspondesse às expectativas.
E a véspera do ano novo titubeasse, feito um bêbado as margens da via observando o fluxo do trânsito - como se previsse um acidente. Mas tudo não passa de um grande incidente... Minha presença neste lugar, tais pretensões, tal ausência. Puro acaso!
Em meio a tudo isso, imerso em meu próprio mundo - mesmo que sem intenção - tive a impressão de que o lugar estava ficando menor, diminuindo, diminuindo-me - não de tamanho. De humanidade talvez! Não sei explicar.
E era como se eu esperasse, só esperasse, sem a pretensão da chegada de alguém, as margens da via, da vida - esperasse. Só esperasse. Assim como quem nada espera, só espreita – arguto amiúde, solitário em uma mesa de bar. E como se esperasse a morte, e só a vida se fizesse presente - nas buzinas efusivas dos carros no fluxo fluido da via, e no Tissss... do gás escapando apressado de dentro das garrafas de cerveja, abertas quase todo tempo.
E como se negasse tal ausência... Insólita, visceral, sobre-humana – meu corpo fosse se desfazendo de sua altivez, fosse perdendo sua rigidez; e meus olhos fossem esmaecendo, perdendo o brilho, se apagando; e suas cores fossem se desbotando, se descolorindo, deixando de ser. E ainda sozinho no bar, eu ouvisse cadeiras sendo arrastadas abruptamente, e ouvisse barulho de vidro tinindo no chão e se partindo em mil pedaços, em pedaços tão minúsculos quanto eu naquele momento. E as vésperas do ano novo, semi-anunciado no céu pelos fogos apressados de alguns e pelas milhares de pessoas bêbadas que surgidas do nada, agora me faziam companhia, abraçando-me, oferecendo-me champanhe e celebrando em voz alta enquanto diziam umas as outras, incessantemente: FELIZ ANO NOVO!
E como em todo fim... Felicidade ou tristeza, prazer ou dor, sorrisos ou choro – com ou sem lágrimas. E assim como em todo fim um reinício, uma nova oportunidade de ser o que se quiser ser – diferente de antes, melhor que ontem! De fazer algo por si mesmo, ou de fazer o mundo pequeno diante de teus mais agudos anseios de mudança. E depois de tudo isso... As pessoas ao redor, desconhecidas entre si (em sua maioria) agora se abraçavam, se curtiam, e pareciam felizes de verdade! Se talvez já fosse ano novo... Mas nada era novo ainda! Nem o ano, nem as pessoas, nada. Eu não entendia o porque de tanta inquietação. Era véspera de ano novo! Véspera.
