Nosso Amor como o Canto dos Passaros
A vida é como uma guerra da paz. Nós somos os soldados, Deus é nosso comandante, e cada um tem uma missão a cumprir.
Tudo que está fora do nosso mundo é alienígena. Assim como nosso mundo é alienígena para todo o resto.
Somos como turistas visitando os corações, guardando em nosso coração os momentos felizes que vivemos!
Não é papel nosso atuar como juízes de realidades diferentes da nossa. O nome dado a tal ato é preconceito. Precisamos é tentar entendê-la. Se não for possível, pelo menos respeitá-la.
Aprendamos a olhar para as perdas e sofrimentos como um moldar divino em nosso coração. O Tecelão Divino está traçando o projeto da nossa vida e por ele passam: dores, sofrimentos e problemas complicados. Descansemos o coração no Tecelão Divino.
"É muito bom ter Jesus Cristo como amigo. Abrir o nosso coração para Ele é a melhor psicoterapia do mundo".
Marcos Santos de Lima
Aguardo o nosso reencontro, como a trabalhosa missão de cultivar um botão que só floresce uma vez a cada eternidade.
NOSSO DIA
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Só depois de saber se quer assim
como tudo permite ou diz que seja,
diga sim ao meu sonho de nós dois
ou me veja em meus olhos pra entender...
Por enquanto se feche pra balanço,
analise o contexto das lembranças,
dê um toque de luz na solidão;
uma boa mexida em seu arquivo...
Faço minhas andanças e retorno
para ver se a paixão se preservou
ou ainda está viva nossa história...
É melhor nos calarmos no momento,
pra que o tempo nos dê sabedoria;
nosso dia não tem que ser agora...
SERES HUMANOS
Demétrio Sena - Magé
Nosso maior defeito como seres humanos, é sabermos que todo ser humano tem defeitos, mas acharmos que os defeitos do outro ser humano são mais graves e numerosos que os nossos.
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Respeite autorias. Isso é lei
A perda é como uma tempestade inesperada que varre a serenidade do nosso horizonte. Primeiro, nos refugiamos na negação, construindo frágeis muros contra a realidade que bate à porta. Dizemos a nós mesmos que é um engano, que o mundo logo retomará o seu curso habitual – uma tentativa desesperada de proteger o coração do impacto.
Mas o peso da verdade logo encontra brechas, e surge a raiva, como relâmpagos iluminando o céu escuro da alma. É o momento em que gritamos ao universo por respostas, direcionando nossa dor para outros ou, às vezes, para nós mesmos. A barganha segue como um sussurro esperançoso: promessas ao destino, negociações silenciosas com o impossível, na busca de reverter o irreversível.
Então vem a depressão, silenciosa como a chuva fina após a tempestade. É um mergulho profundo no vazio, onde a saudade se mistura à desorientação, e cada passo parece pesado como se estivéssemos caminhando em areias movediças. Nesse momento, o mundo parece perder sua cor, mas há um convite sutil para a introspecção e a descoberta de forças ocultas.
E, como o amanhecer após a noite mais escura, chega a aceitação, não como um ato de esquecer, mas como um abraço gentil ao inevitável. Aceitar é soltar as amarras da dor, permitindo que as lembranças não sejam mais âncoras, mas estrelas que nos guiam. É entender que a vida, apesar de suas perdas, ainda oferece flores a serem plantadas e caminhos a serem percorridos.
Esse estágio final é um gesto de coragem – abrir o coração ao presente, acolher os sentimentos com ternura e seguir em frente com a leveza de quem aprendeu a transformar a dor em sabedoria. Não é o fim da saudade, mas o início de uma nova forma de caminhar, com mais serenidade e equilíbrio.
A alma e espírito são entes meramente metafísicos. Assim como é deus. Coexistem em nosso ser onírico. Por isto, não pretenda trazê-los para este mundo real. Aqui só servirão para dar poderes a alguns e escravizar outros.
Ao virar a outra face para o outro bater, como recomenda nosso mestre Jesus Cristo, força o violento, a usar sua mão mais fraca.
Como o vento leva as chuvas de vez em quando, assim é como nosso dinheiro quando é investido em negócio vão e sem paixão.
Assim como tomamos nosso banho diário, limpemos nossa mente das contaminações do mundo, ignorando suas influências.
