Nosso Amor como o Canto dos Passaros
A perda é como uma tempestade inesperada que varre a serenidade do nosso horizonte. Primeiro, nos refugiamos na negação, construindo frágeis muros contra a realidade que bate à porta. Dizemos a nós mesmos que é um engano, que o mundo logo retomará o seu curso habitual – uma tentativa desesperada de proteger o coração do impacto.
Mas o peso da verdade logo encontra brechas, e surge a raiva, como relâmpagos iluminando o céu escuro da alma. É o momento em que gritamos ao universo por respostas, direcionando nossa dor para outros ou, às vezes, para nós mesmos. A barganha segue como um sussurro esperançoso: promessas ao destino, negociações silenciosas com o impossível, na busca de reverter o irreversível.
Então vem a depressão, silenciosa como a chuva fina após a tempestade. É um mergulho profundo no vazio, onde a saudade se mistura à desorientação, e cada passo parece pesado como se estivéssemos caminhando em areias movediças. Nesse momento, o mundo parece perder sua cor, mas há um convite sutil para a introspecção e a descoberta de forças ocultas.
E, como o amanhecer após a noite mais escura, chega a aceitação, não como um ato de esquecer, mas como um abraço gentil ao inevitável. Aceitar é soltar as amarras da dor, permitindo que as lembranças não sejam mais âncoras, mas estrelas que nos guiam. É entender que a vida, apesar de suas perdas, ainda oferece flores a serem plantadas e caminhos a serem percorridos.
Esse estágio final é um gesto de coragem – abrir o coração ao presente, acolher os sentimentos com ternura e seguir em frente com a leveza de quem aprendeu a transformar a dor em sabedoria. Não é o fim da saudade, mas o início de uma nova forma de caminhar, com mais serenidade e equilíbrio.
A alma e espírito são entes meramente metafísicos. Assim como é deus. Coexistem em nosso ser onírico. Por isto, não pretenda trazê-los para este mundo real. Aqui só servirão para dar poderes a alguns e escravizar outros.
Ao virar a outra face para o outro bater, como recomenda nosso mestre Jesus Cristo, força o violento, a usar sua mão mais fraca.
Como o vento leva as chuvas de vez em quando, assim é como nosso dinheiro quando é investido em negócio vão e sem paixão.
DIGNIDADE
Ao morrermos ,voltaremos sem nada ,como começamos . Para o nosso legado ,deixaremos a fortuna mais importante que , essa sim será semeada em nossa prole ,para um futuro melhor para a nossa espécie !!!!!
A DIGNIDADE de ter nascido e não de ter passado por aqui !!!
Todos os relacionamentos são reflexos diretos de como estamos com nosso EU. Não se dá bem com ninguém? Temo que precise reavaliar esse aspecto.
Quando inserimos a disciplina no nosso cotidiano, o tempo se apresenta como nosso servo, nos permitindo que as realizações de nossas vidas aconteçam naturalmente.
Não é o que nos acontece que determina nosso mérito. Bom ou ruim, é como lidamos com o que acontece que faz de nós heróis ou vilões.
Podemos ver todos os problemas que surgem em nosso dia a dia, como uma ferramenta para nossa evolução, ou vê-los apenas como problemas que vem para nos derrubar, a escolha é só nossa!
Quem sabe um dia o nosso povo possa aprender que o direito é uma verdade como orquestra que na falta do maestro, segue em desarmonia atropelando tudo e todos, cujos músicos tentam a todo momento manter a harmonia no ritmo constante da melodia sem enredo e ritmo, mantendo um frenesi desarmónico, onde somente os da plebe sem cultura e os fanáticos, dançam comendo pão, bebendo vinho e rindo da própria sorte em um circo, ofertado pelos responsáveis das problemáticas sociais, os quais zombam dos seus sucumbidos, ouvindo Pavarotti degustando um Château Mouton-Rothschild 1982 ...A Justiça baseia-se no conjunto de valores e conhecimentos de uma sociedade que não abre mão dos valores morais e de seus direitos.
Se não temos uma sociedade suficientemente evoluída e consciente, então a Justiça será sempre falha, simples assim.
nene policia
Nosso crescimento como pessoa nunca pode ser por motivos de vingança, ou nos tornaremos iguais ou até pior que nossos ofensores.
Como não se dobrar aos MÚSICOS, seres condutores de sensações que alimentam nosso o corpo e nossa alma.
Desenvolvemos no correr do tempo o nosso olhar como único, pessoal e distinto. Nascemos com eles bem limpos, iguais a todos, mas aos poucos lhe damos pequenas marcas, manchas ou lentes que até deturpam aquilo que se vê, sempre em prol daquilo que se quer ver.
