Nosso Amor como o Canto dos Passaros

Cerca de 397323 frases e pensamentos: Nosso Amor como o Canto dos Passaros

⁠Dama do Campo

Tu és do campo, da terra e do sol,
Das águas claras, do canto do arrebol.
Teu coração pulsa em ritmo sereno,
Na simplicidade que torna tudo pleno.

Carregas amor no olhar, tão profundo,
Pelos bichos, pela vida, por todo o mundo.
Teu toque é cuidado, tua alma, dom raro,
Mais preciosa que o mais puro amparo.

E eu… sou mistura, sou meio cidade,
Mas me fiz do campo, busquei a verdade.
Nas campinas verdes encontrei o sentido,
Na estrada de terra, o meu chão preferido.

Amo o riacho que corre entre vales,
A vida que brota em seus muitos detalhes.
E por esse mundo que é feito de ti,
Dou minha vida, meu sonho, meu sim.

Ah, meu amor… se soubesses o quanto,
Se entendesses meu silêncio e meu canto…
Até meu sangue, se fosse preciso, eu mudaria,
Só pra viver no mundo que é tua poesia.

Inserida por marcoantonio04

⁠Encante-se pelo canto do mar. Ele nos leva a um sonho inimaginável!

Inserida por ValMoni

⁠Na simplicidade da vida no interior, cada amanhecer é um poema silencioso, escrito no canto dos pássaros e na dança serena do vento entre as árvores.

Bom dia

Inserida por _Maria_

⁠Eu cantei meu Canto afinado no galho de uma árvore
bem perto da janela do seu quarto
para que você saísse me olhasse cantando enquanto eu te admiro e por meu Canto se apaixonasse
sou um passarinho que se apaixonou por uma moça linda e encantadora
que não sabe do meu amor
eu canto chorando neste galho empolerado
canto
como um pássaro apaixonado
para moça da janela que houve encantada
Meu Canto emocionado
moça se soubesse o quanto eu te amo
me levaria para junto de ti e eu cantaria por toda minha vida
ao seu lado
este meu canto apaixonado.

O passarinho e a moça

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠Em cada toque, uma faísca,
Teu corpo é meu mapa, minha pista.
Teus sussurros, um canto sedutor,
Despertam em mim um voraz fervor.

Teus lábios, doces como mel,
Me levam a um mundo paralelo ao céu.
Cada beijo é um convite ao pecado,
Um jogo ardente que não tem fim marcado.

No calor da noite, sob a lua cheia,
Perdemos a razão na nossa ideia.
Teus gemidos são música para mim,
E no ritmo do amor, dançamos assim.

Quero explorar cada curva e recanto,
Fazer de cada instante um momento santo.
Na penumbra do desejo, somos só nós dois,
Entre risos e suspiros, perdemos a voz.

Cinco meses de paixão e entrega,
A cada dia contigo, meu amor se apega.
Vamos nos perder nesse fogo abrasador,
E juntos escreveremos nossa história de amor.

Inserida por alessandro_ferreira

⁠A vida é repleta de verdades que estão encurraladas num canto aprisionadas por mentiras simpáticas.

Inserida por Monta

⁠Soneto do dia que partes





De repente, o canto que cantaste antes
Encantas, cada vez mais, meu coração
Me sinto, cada vez mais, perdido em relação
Mas voltas sempre que peço que cantes

Fizeste-me de risos, compunhas à conde
Escravavas-me em poesias mortas
Cada vez um pouco mais longe
Vias no espelho, sempre com rosas

Admito-me que as belezas são tristezas inacabadas
E que, ao salientar-te, buscam sempre a mesma
Pois elas não são mesmo as mesmas
E que tal, mudes-me sempre que puderes

Viste-lhe de tantos poemas impressos à mão
Faço-te rainha hoje, do meu imenso coração

Inserida por WalyssonLima

⁠Canto de Portugal e de Camões

No peito a Pátria, em verso navegada,
Por mares de epopeia consagrada,
Ergue-se o canto, firme, em luz segura,
De um povo em alma, em fé, em voz tão pura.

Camões, bandeira ao vento do destino,
Na lira ergue o império cristalino,
Que não se mede em ouro ou em batalhas,
Mas sim na arte, em ondas e muralhas.

Cantaste a glória e a dor de ser-se gente,
De ir mais além, com peito resistente,
E ao mundo deste a língua que enlaçamos,
Nos cantos e saudades que levamos.

Numa gruta escondida e solitária,
Forjaste o verso em chama visionária,
E o Tejo ouviu tua pena iluminar
O céu dos navegantes pelo mar.

Trazias na memória a antiga grei,
Dos deuses, dos heróis e de um rei,
Mas foste mais: a voz da liberdade,
Do povo e seu anseio por verdade.

Neste Dez de Junho ergue-se o clarão
Do verbo que é espada e coração;
Portugal, nome vasto como o vento,
Que vive no silêncio e no lamento.

Vive também no riso das crianças,
Na alma emigrada, cheia de esperanças,
E em cada canto, onde um português
Se lembra de quem é, de quanto fez.

Assim te celebramos, ó Camões,
Com vinho, sol, memória e orações,
E à Pátria estendemos a nossa mão:
Portugal é de todos — é canção.

Inserida por EmanuelBrunoAndrade

⁠Tantas vezes eu soltei foguete, imaginando que você já vinha. Ficava cá no meu canto, calada, ouvindo a barulheira que a saudade tinha.

Maria Bethânia

Nota: Trecho da música Foguete.

Inserida por pensador

O canto das cordas

No silêncio além da matéria,
onde o espaço é dobra e dança,
vibra uma corda invisível,
tecendo o mundo em esperança.

Ela canta sem voz, sem tempo,
no palco de onze dimensões,
como harpa em vácuo absoluto
ressonando antigas canções.

Seus fios não são de aço ou vento,
mas de pura equação,
laços que sonham ser tudo:
luz, gravidade e criação.

Numa dobra de Calabi-Yau,
o universo se esconde em flor,
cada pétala uma partícula,
cada simetria, um rumor.

E nós — poeira que pensa —
tentamos decifrar seu segredo,
mas talvez só escutemos o eco
do mistério que teme o enredo.

Pois a corda, em sua elegância,
não jura ser real ou verdade,
é talvez só uma hipótese bela,
nascida da nossa saudade.

Saudade de unir o que é tudo,
de fazer da física um poema,
onde cada partícula é verso
e o universo, um dilema.

Então seguimos — sonhadores —
entre buracos e brilhos quânticos,
escrevendo, com lápis de fóton,
as partituras dos campos românticos.

E se um dia ela se quebrar,
não será fim, será abertura:
a física, como a poesia,
vive da sua mais bela ruptura.

Inserida por Zanatinha

⁠Máscara do sentir


No canto da sala
o coração dispara
mas os olhares ao redor
continuam a dançar
como se nada estivesse acontecendo
A ansiedade é um peso
uma sombra que se agarra
um nó na garganta
um labirinto sem saída
Alguns falam de ansiedade
como se fosse uma moda
descrevem tempestades
sem nunca ter sentido a chuva caindo
Enquanto uns lutam diariamente
navegando mares revoltos
outros vestem a máscara
brincando de sentir o que não conhecem
É fácil falar do abismo
quando se está à margem
mas para quem já mergulhou
cada respiração é uma batalha
A banalização do sofrimento
silencia as vozes que gritam
transforma o grito em sussurro
o luto em piada leve
Que possamos reconhecer as lutas internas
dar espaço para quem realmente sente
honrar suas verdades e dores
e lembrar que cada história importa.

Inserida por vnk

⁠500 Anos de Luis Vaz de Camões

Lisboa 23/06/2025

Emanuel Bruno Andrade

Canto Sexto

Revelações do segundo tomo Lusiadas.

Entre linhas do além
Provem de mim para si
A procura do ouro da viagem
Corro por um percuso assim
Do desdem a espreita
O sublime fogo que arde em mim
Num velho caos a procura de ordem
Elementos que respiro
Do divino
Suspiro
Daquilo que esta vazio
Repremido pelo frio
Assoitado pelas correntes
Partes da terra submersas
Pelas tempestades
Esculpidas por gigantes
Rompendo a terra com tsunami
Olho a água
H2O o arch que vi
Da filosofia da origem da vida
Por Tales Mileto
Procuro o Homero
Descubro que me perco
Na procuro do Mito
Irado pelo corpo
Por nāo saber da Atlantida
Nem saber da letra
Descrita a algum tempo
Por um cometa
Sapato preto
Para ocalice com uma Deusa
Vou a Plutāo Neptuno
Na minha astroligia
Logica do meu entendimento
Năo percebo a sombra
Filha formosa de meu eu
Naquela madrugada perdeu
O olhar cristalino
Castigo do oculto
Vou passar o Atlantico
Para o outro lado
Para ver o recebimento
De Marte
Reparte o pensamento
Refletido e induzido
Em toda parte
Pelo vulto ou o fluido
Do invisivel da frequencia
De delonga oratoria
Num patamar almejado
Por respirar o ar que respiro
Oiço e sinto
Reflexo do vivido
Tormento cumprido
Pelo socorro de um cupido
Sono no tumulto
Ando a pairar
Para poisar no relvado
Para choro acordar
Desperto uma duzia
Poder de Santa Luzia
Lusitana
Entre damas gentis
É o que prediz a escrita
Das suas famas

Inserida por EmanuelBrunoAndrade

⁠Irmão danado

Vou relatar em poesia
um fato que aconteceu,
que em todo canto que eu ia
mas o danado de um irmão meu,
ele gostava de fazer intriga
vivia procurando briga
e quem apanhava era eu.

Pense no cabra cabuloso
era esse meu irmão.
o danado era arretado
metido a valentão,
em toda briga que se metia
ele sempre se saía
e me deixava na confusão.

Mas um dia numa festa
ele achou de procurar,
briga com um cidadão
que era da militar,
pense no homem frouxo
apanhou que ficou roxo
pra aprender se comportar.

Novamente fui uma festa
mas o danado do meu irmão,
eu tava na mesa tranquilo
de repente vi uma confusão,
era uma briga louca
meu brother levando tapa na boca
no meio da multidão.

Eu cheguei gritando
vamos deixar de confusão,
meu brother saiu correndo
do meio da multidão,
e eu fiquei na festa
levando tapa na testa
por causa do meu irmão.

Depois de tanta briga
eu fui falar com João,
pra ele ir embora
daquela região
onde ele só brigava
todo dia ele apanhava
e me metia em confusão.

Então meu irmão foi embora
e me deixou em paz,
hoje vivo tranquilo
não ando brigando mais,
Até que o danado faz uma faltinha
de vez em quando umas briguinha
nos alegra é satisfaz.

Inserida por PoetaManoelBatista

⁠Nos Intervalos do Mundo

Nos intervalos do mundo, onde o ruído se cala,
há um canto onde a alma se despe,
e na penumbra suave da solitude,
enfim se encontra sem pressa, sem medo.

É ali que o silêncio fala mais alto,
e cada pensamento tem forma e peso.
A dor amadurece, a dúvida dança,
e o coração respira o que antes temia.

Mas nem toda jornada é feita a sós.
Às vezes, no eco de um gesto leve,
uma voz amiga, uma mão estendida,
nos lembra que não somos deserto.

Há apoio nas sombras também,
em olhares que não julgam,
em presenças que não exigem,
em abraços que dizem, oi estou aqui.

Solitude é ponte, nunca prisão.
E apoio é farol, nunca amarra.
Entre os dois, o espírito cresce
na liberdade de ser, e no milagre de ser.

Inserida por reinaldohilario

⁠O beijo mais gostoso é aquele que começa pelo canto dos lábios.

Inserida por MauricioCavalheiro

⁠Guardo tudo.
No escuro do peito.
No canto mais febril da memória.
Onde tua ausência me beija de costas.

Tua respiração ofegante ainda queima meu pescoço.
Teu beijo, aquele, que arrepia a alma,
volta em silêncio nos meus delírios.

Teu toque ainda incendeia minha pele…
mesmo quando não está.

E tua ausência…
ah, tua ausência…
ela sussurra no meu ouvido
com a tua voz.
Com o teu calor que não vem.
Com a lembrança do que nunca nem sequer, começou.

Inserida por FranBonetti

⁠CANTO DA VITÓRIA MAIS DIFÍCIL
No silêncio da alma ferida,
Quando o mundo virou suas costas,
Lutei com as armas da fé escondida,
Na trincheira das horas mais tortas.
Não foi glória com luzes e palmas,
Foi suor, foi joelho no chão,
Gritei com a dor presa na calma
E ouvi meu próprio coração.
Cada passo, um abismo vencido,
Cada noite, um choro contido,
Cada “não” que o mundo gritou
Foi semente que em mim floresceu.
Me chamaram de fraco e caído,
Mas não viram o que renasceu:
Um gigante forjado em segredo,
Que caiu… e depois se ergueu.
Essa vitória não tem medalha,
Não tem faixa, nem multidão,
Mas carrego no peito a muralha
Que ergui com cicatriz e oração.
Por isso, se ouvir meu canto,
Saiba: é de guerra e de amor,
É da dor que virou acalanto,
É da cruz que virou esplendor.
Hoje canto a vitória mais rara,
Não a fácil, comprada ou banal —
Mas aquela que nasce na cara
Do fundo… e termina imortal.

Inserida por ZANUTE

“Canto à Aurora de Delfos”
( Gilson de Paula Pires)

Nas montanhas sagradas de Delfos ergui-me,
Ao som do sopro do oráculo em brumas,
Ecos de Apolo, com lira em chamas,
Despertam a alma em antigas plumas.

Na pedra o fogo dança em silêncio,
O templo canta verdades ao vento,
As sacerdotisas, de olhos fechados,
Revelam o fado em sutil movimento.

Oh musa Calíope, guia minha voz,
Nos versos que tocam o tempo dos deuses.
Que minha palavra seja como o bronze,
Ecoando firme entre os altos penhascos.

Nascemos do caos, moldados por mitos,
Homens e heróis em lutas eternas,
Mas cada cicatriz é um poema vivo,
Inscrito no peito das almas modernas.

Que Zeus me escute lá do Olimpo,
E Poseidon acalme os mares do ser.
Sou filho do barro, irmão das estrelas,
Mas canto, e por isso, me torno poder.

GILSON DE PAULA PIRES.

Inserida por gilsondepaulapires


Quantos amores perdidos.
Num canto da sala esquecidos.
Um pouquinho mais de sol os teria aquecido...
Tristes e frios não teriam morrido.
Hoje seu presente é só saudade.
Melancolia noite e dia.
A lua brilha fracamente por um instante.
Uma sombra no mar... tudo torna tão distante.
Quanto silêncio ao redor.
As ondas que batem no costão...
Batem fracamente.
Não querem machucar mais esse coração... que de falta de amor morre lentamente.
Uma taça de vinho transbordante.
Um perfume no ar dançante.
Uma neblina que desanuvia...
Um tempo que queria ser como tudo era antes.

Inserida por RosangelaCalza


Muitas pessoas passam por dias de chuva sem ao menos notar o canto melodioso que ela traz. No entanto, se você prestar atenção, vai perceber que a chuva é como uma canção suave, cantada por Nossa Senhora. É uma música que enche o ar como uma oração, que nos lembra que a beleza e a poesia estão em todos os lugares.