Nos teus Bracos Depositarei
Meu Prazer!
Leve-me contida em teus pensamentos,
pois tudo em mim já és teu.
Seja o meu segredo e eu serei o seu.
Você, me fez voar como os pássaros!
Me fez ser a água do riacho que desliza sobre as pedras!
Ah!...bem mais que querer é o delicioso
gostinho de ceder aos teus encantos
e transformar em prazer todo o meu pranto.
Leve-me...leve-me em teus braços, sempre!
Deixe que meu olhar beije teus lábios e
minha boca te estremeça.
Permita que meu amor te tóque,te prove e
te faça conhecer o que é ser amado.
Deixe-me sussurrar em seu ouvido palavras de amor.
Não tenha medo de amar... ME AME!
Não fuja do amor...ME AME!
Conheça o amor... estou aqui... louca para
novamente te sentir!
DIVAGUE
Meu Querido...
Quando fechar
Os teus lindos e negros olhos,
Pense em mim na certeza de que me tens.
Apenas interiorize em teu ser, minha lembrança.
Desenhe em teus pensamentos
O meu corpo, os meus cabelos.
Relembre nossos momentos...
E quando lembrar do meu olhar
Saibas que jamais
Deixei de em ti, pensar.
Divague e até mim venha...
Apenas divague a sonhar
E de nós, se embriague.
Olhando em teus olhos;
vejo a verdade;
vejo um grande amor que sentes;
vejo essa tal paixão ardente.
Mais ao lado de ti não estou;
E assim;
O que me restou;
Foi escrever essas palavras.
Mesmo com um corte no coração;
Ele ainda vive;
Pulsa e bate;
Intensamente por você
O amor dos olhos
Tudo começou num olhar
Foi te ver e sonhar
Meus olhos penetraram nos teus
E os teus olhos nos olhos meus
Quando meus olhos te viram
teus olhos sorriram
E antes que pudéssemos a primeira palavra falar
Nossos olhos já estavam a se namorar
Verás que a mesma balança do teu juízo,
medirá os pendores dos teus próprios pecados.
Planta em tua alma a semente do paraíso,
para que não cresçam frutos contaminados.
Um castelo de amor
Dos teus olhos a entrada imaginei
Do teu sorriso fiz a base
Com suas palavras eu colei
Dos teus lábios as paredes eu montei
E com seus beijos eu pintei
Seu corpo me serviste de modelo
Escolhi usar a cor de seu cabelo
E do amor que me prometeste
Eu ergui a fortaleza
Para te guardar minha princesa!!
Mas que egoísta que eu sou
No castelo eu quis prendê-la
Por isso ergui o mais alto que eu podia
Com duas torres para chegar ao céu
Esse foi meu erro amor!!
Eu construi a torre de babel
Sorvo teus lábios
Lábios opostos
junção perfeita
Devorando sumos,
línguas...
saliva deliciosa
pecado...
desejo profundo
ascendendo labareda...
chamas do amor
despertando a líbido,
aguçando sentidos...
início de um doce desejo
inconseqüente...
delicioso...
brincadeira séria de amor,
de final alucinante
momento divino
explosão de estrelas
no céu da boca vermelha
Nossas línguas se contorcem
sentindo forte vontade
inertes a tudo
despidos de consciência.
(Fouquet, maio 2010)
Ame a todos quanto puder.
Principalmente os teus inimigos,
Pelo teu amor,
Você estará ensinando-o a amar.
Ainda que estejas perdendo nunca diga aos teus inimigos para que não se sintam ainda mais fortes contra você.
Não se perca em teus medos...
Não siga teu vazio...
Não se envolva a amores...
Que no futuro será frio...
Não olhe para si...
Não renasça...
Não cresça...
Não feche os olhos...
Faça diferente, não pareça...
Viva todos os dias...
Corra todas as tardes...
Chore quando preciso...
Viva quando necessário...
Seja o oposto de si, mais não seja o contrário.
Cresça um dia...
Torne-se criança de uma hora pra outra...
Nunca tenha pena...
Viva pelo lado que te condena...
Faça cada segundo da sua vida valer a pena...
Tenha ódio...
Ame quem não te ama...
Toque o intocável...
Seja competente...
Seja irresponsável...
Chore, sorria, viva olhe.
Caminhe, pare, respire, ouça.
Viva, pois a vida é um jogo
Se você achar que não valeu a pena, seja o inverso de si próprio e recomece tudo de novo.
Não quero ser apenas mais um, não quero ter sido mais um dos teus amores, não. Não quero apenas ser lembrado como algo bom que passou, quero ficar, e quando olhares ao lado estar lá, e ouvir teus olhos ao fitar os meus, dizendo: "És tudo que sempre quis, és o que eu procurava, enfim achei-o" nunca simples gesto de amor.
Sou MULHER, sou POESIA
Sou mulher, sou poesia
Nos teus sonhos,
FANTASIA
Sou mulher, sou guerreira
Nas lutas,
COMPANHEIRA
Sou mulher, sou aliança
Nas sombras,
ESPERANÇA
Sou mulher, sou alegria
Na leveza do meu ser,
HARMONIA
Tenho medo do silêncio dos teus olhos, ás vezes, em poucos segundos eles falam coisas que eu não gostaria de saber.
Sem caber de imaginar... até o fim raiar
Eu já deveria ter deixado esse desejo de amar teus olhos há muito tempo... mas é que não consigo por completo. Não sei o que me acontece. Eles nem são doces! Se eu realmente te quisesse e tivesse como te ter, eu te teria, mas é que isso acabaria completamente comigo.
Acabaria porque eu deixaria de me amar, deixaria de pensar em mim e em tudo a minha volta, deixaria muita coisa em nome de um sentimento sem volta. De um sentimento injusto.
Eu queria apenas te sentir mais uma vez em mim. Sentir uma gota de você. Uma pequena dose. Só pra matar a saudade.
Nem que a saudade volte depois... eu quero. eu quero te sentir na minha mão de novo, te sentir como uma parte de mim, me iludir novamente. Só por um instante, só por uma noite, só por um momento... eu te quero.
Assim, juntinho, até o dia raiar.
Até a saudade acabar.
(“inspirado” em Ausência, de Vinícius de Moraes)
Sem tempo nenhum, só primavera
Quando olhei bem no fundo dos teus olhos, não acreditei no que eles me diziam. Eles nem sequer falavam nada; gritavam um adeus, sem um porquê ou alguma razão. Será que tudo isso aconteceu mesmo? Queria que você não tivesse ido embora... Às vezes imagino que você está atrás da porta, só esperando que eu volte pra me dizer coisas de amor.
Foste embora tão repentinamente que estranhei: ainda permaneces em mim. Teu cheiro, tua cor, teus olhos, tuas palavras sussurradas, tuas -nossas - músicas, tua voz, teu riso contagiante, tuas mentiras sinceras e histórias mal contadas... Porque não levaste os teus próprios pedaços? Já cansei de carregá-los pra qualquer lugar que vou.
Sabe-se lá porque que eu fui inventar de te fazer de abrigo. Eu sempre soube desse teu jeito desapegado de tudo, mas quem manda ter um coração cheio de defeito? Pedi pra trocarem assim que descobri o que havia de errado, mas me disseram que não tem garantia. Se quiser conserto, tem que esperar por alguém que queira fazê-lo. Mas quem? Parece que ninguém mais tem esse problema. Repito pro meu coração inúmeras vezes: "descansa, coração, descansa... amar não é pra você", mas ele não obedece, afinal, não seria agora que ele começaria a acatar minhas ordens. Ama desgovernado e não tem nada que o impeça quando ele realmente quer. Vai no compasso da dança que lhe convir - ou não -, e não escuta mais ninguém, só seu próprio som.
Fecho os olhos para deixar de pensar um pouco em ti e mesmo assim, só te vejo. Meu coração bate com teu som, e mesmo que eu não queira, cada palavra minha tem uma ponta tua. Cansei de tentar te evitar... Não me cures mais de você, só volta e fica ao lado meu. Recuperaremos o que foi perdido, dentro de nós só haverá primavera...
Quando voltares, meu bem, não haverá mais hora... O tempo esperará por nós, para guardar nosso momento, como se fosse uma caixa de lembranças.
Segunda eu vejo teus sorrisos.
Terça eu espero ansiosa mesmo sabendo que você não vem.
Quartas são solitárias.
Qianta eu te reencontro.
Sexta eu encontro pessoas que tentam me trazer um pouco da sua paz.
Sabádo eu te roubo pra mim.
Domingo eu recomeço tudo com uma bela dose de tédio.
Eu poderia olhar nos teus olhos no fim de todo nosso amor e dizer : Eu nunca te amei mesmo. Mas isso ia doer mais em mim,por estar mentindo.
POSSUIDOR DO MEU AMOR
Por te amar assim, mesmo de dantes
que não desejo teus lábios selados
guardando sentimentos não pronunciados
ferido e amargurado por decepções cortantes
Então...Avante! Faz de mim um apanhado
de tudo que temos sonhado
Mas atenção! Não deixa de lado
nenhuma emoção, nenhum detalhe
Tome! Leve embora minh’alma, sem demora
espalhe a lascívia em nossos corpos febris
enlouqueça-nos com a ânsia das paixões juvenis
sê o possessor, deste imenso ardor, aqui e agora!
Sim! Sou teus versos reescritos, impuros e aflitos
Como a vertigem, doce e quente da paixão
arremetendo aos delírios da compreensão
Ah! Alucinação impenitente da minha saudade...
Entra em mim como doença, dor intensa
Aí não falo, engulo o grito
Não durmo, me agito
fico insana, me torno a mais profana de todas as mulheres
faço todas as tuas vontades, perco a identidade
abandonada, lânguida e sem defesas
desejo o meu desejo, servido em tua mesa
ser a entrada, o prato principal e a sobremesa
