Nós Mesmos
Em primeira análise, não podemos mudar as pessoas, mas podemos mudar a nós mesmos. Conhecer e aprender a relacionar.
O que significam o tempo e o espaço quando temos todo um Universo inexplorado dentro de nós mesmos?
Às vezes, metade da culpa do mal que nos fazem é nosso, porque somos nós mesmos que por inocência ou descuido abrimos a porta para que certas pessoas entrem em nossa vida e como se isso não bastasse, somos nós também que permitimos que elas fiquem, mesmo tendo todos os motivos para pedir para irem embora.
Quando somos nós mesmos
As pessoas nos julgam
Isso nos abate
Os conselhos de que devemos ser o que somos
Nem sempre são verdadeiras
Incoerentes nas palavras
Nos apontam o dedo
A vida passa tão ligeiro
Aproveite o máximo
Não deixe o outro te tirar essa alegria
Quando menos espera
Já estamos chegando aos 60
Todos nós lemos a nós mesmos e ao mundo a nossa volta para vislumbrarmos o que somos e onde estamos. Lemos para compreender ou para começar a compreender. Não podemos deixar de ler. Ler, quase tanto como respirar, é uma de nossas funções vitais.
Muitas vezes choramos e dizemos há nós mesmos que amanhã seria um dia melhor sabendo que não seria, mas precisávamos de um pouco de força e incentivo....
Exija menos dos outros, só podemos mudar a nós mesmos.
Utopias são pesos desnecessários.
Encontre-se! Talvez exista mais de você no mundo do que imaginas.
O contrário também é verdade, entregue-se, surpreenda-se, pois os sentimentos desconhecem limites.
A paisagem que temos, fomos nós mesmos que semeamos um dia. Sendo assim, não podemos culpar ninguém pelo que temos nem pelo que somos, nem mesmo a Deus!
”E muito difícil permanecermos nós mesmos 24h por dia. Tudo muda de acordo o tempo, as pessoas que encontramos, os problemas que enfrentamos, enfim, somos a cada instante um desconhecido na vida das pessoas. O que não deve mudar é aquela tua essência, do tamanho de um grão de areia encontrado na praia, e que no vai e vem da maré, você continua sendo um grão de areia.( Onofre).
Passamos tanto tempo procurando por pedaços de nós mesmos em outras pessoas que nunca percebemos que elas estavam ocupadas procurando as mesmas coisas em nós.
