Nós Mesmos
É através da escuta que podemos compreender melhor os outros e a nós mesmos, e encontrar soluções mais eficazes para os desafios que enfrentamos.
Às vezes é preciso ficarmos ausentes de tudo;
Para termos mais tempo presente para nós mesmos.
Toda realização requer, uma dedicação e todo objetivo para ser realizado tem um preço a ser pago.
Não terá ocorrido que sejamos, nós mesmos, os infortunados anjos caídos, aqueles que Miguel, o arcanjo, e o próprio Deus expulsaram do Reino dos Céus, e que a roda de Samsara, ou seja, a Terra, seja uma espécie de cárcere destinado a conter os nossos espíritos rebeldes, condenados a reencarnar em múltiplas existências, até o dia do Juízo Final, quando então seremos julgados por nossos atos?
Precisamos aprender a ver a nós mesmos como nosso próprio lar, pois somos o único lugar onde vivemos por toda a nossa vida.
"O perdão é o mais poderoso dos remédios, especialmente o perdão que oferecemos a nós mesmos. Nossos maiores sofrimentos nascem da ausência desse autoperdão. São o descontentamento e a amargura que, ao se instalarem em nós, transformam-se em doenças, dores e tristezas profundas. Por essa razão, perdoar-se e estender o perdão ao outro é o caminho para curar as feridas e os complexos acumulados ao longo da vida."
No fundo, bem lá no fundo,sabemos que o nosso maior inimigo não são os outros e sim nós mesmos...E a pessoa que pode nos tornar vencedores ou perdedores não está fora e sim dentro de cada um de nós.
Não devemos pautar nossas ações buscando aprovação dos outros, mas por nós mesmos. As nossas virtudes fortalecem o nosso caráter e demonstram a nossa personalidade.
Se não podemos mudar o mundo nem as pessoas, começamos a mudar nós mesmos a iniciar por nossas atitudes e sentimentos. Desta forma passaremos a ver o mundo e as pessoas de outra maneira.
Em longo prazo, moldamos nossas vidas e moldamos a nós mesmos. Fazemos nossas escolhas e a liberdade de fazermos estas escolhas é o que nos responsabiliza com os acontecimentos futuros. A escolha é alma gêmea do destino.
Profª Lourdes Duarte
Muitas vezes a vida exige muito de nós ou nós exigimos demais de nós mesmos. Por mais fortes que aparentamos ser, em algum momento, nos sentimos fracas , sem chão, quebradas por dentro. Cansada de tudo ou de quase tudo, faltando a vontade de sorrir. Exatamente nessas horas temos que reunir forças e fé juntar os cacos e prosseguir na caminhada.
Profª Lourdes Duarte
SOMOS REFLEXOS DE NÓS MESMOS
Profª Lourdes Duarte.
O ser humano muitas vezes é surpreendente em tudo que faz, mas as vezes é preciso perder para dar valor as coisas, as pessoas e a si próprio. Chorar para aprender a amar.
Confiar para se entregar...
O ser humano muitas vezes age sem refletir ou executa sem pensar. Se todos, tivessem a consciência de que somos reflexos de nós mesmos, das nossas ações dos nossos atos, das nossas palavras... Tudo seria diferente.
Isto porque somos as lembranças que guardamos, os objetivos que traçamos as mudanças que nos transformaram.
Somos as coisas que descobrimos, as lições que aprendemos, os amigos que conquistamos, somos os nossos atos errados ou certos, somos a nossa ética os nossos valores.
Somos as conquistas alcançadas, as emoções controladas, cada laço de amizade que criamos e cultivamos.
Somos cada promessa cumprida, cada calúnia sofrida, a indiferença que se formou.
Somos os braços que se ergueram para o trabalho e que muitas vezes abraçou. A mão que muitas vezes não se estendeu para um amigo ou para quem precisava de um aperto de mão ou um afago.
Somos a boca que não se calou quando precisava ou a que falou coisas bonitas e confortáveis.
Somos a nossa memória, a nossa consciência, as dificuldades que superamos.
Somos fruto do amor de Deus, com amor fomos gerados e para o amor vivemos e muitas vezes cultivamos o ódio.
Somos o único ser que tem consciência e que muitas vezes age como animais irracionais.
Somos reflexos de nós e da nossa consciência...
Ter esse discernimento, nos transformaria em seres melhores
Mais importante que esperar o perdão dos outros pelos nossos erros é perdoar a nós mesmos por tê-los cometido, guardar a lição que aprendemos com eles e não voltar mais a cometê-los.
