Nos Conhecemos por Acaso
Há pessoas que convivemos durante anos e não as conhecemos de verdade. Mas tem outras que chegam de mansinho e em pouco tempo tem a capacidade de nos tornar ainda melhores do que podemos ser. Seja com um carinho, com o jeitinho de olhar, com a sua forma de agir e de pensar. Esse tipo de pessoa nos encanta de um certo modo, que por um momento esquecemos dos problemas corriqueiros. E como se estivéssemos em outro lugar... onde as dúvidas tornam-se certezas e os problemas em soluções imediatas. E quando damos por si, já estamos envolvidos por um sentimento. Um sentimento tão grande que não cabe mais em nosso peito e começa a tomar todo o corpo. E esse sentimento não se trata só de um simples carinho, ou de uma simples paixão. Esse sentimento está acima de um simples querer. Esse sentimento é amor.
O amor não tem uma fórmula pronta, nem vem com um manual de instruções. O amor é um conjunto de ações que nos leva a várias reações. É consegue extrair o melhor de nós. E a melhor das sensações e sentirmos dentro da gente aquela sensação de bem-estar vinda da reciprocidade.
Lenilson Xavier (09/11/2016 às 12:30)
Se somos átomos que se reúnem para formar um instante, quando conhecemos alguém fazemos uma troca. Basta respirar o mesmo ar. Substâncias, reações químicas, que ficam com a gente e nos une para sempre. Um aperto, um sonho, uma premonição, uma alegria, uma dor.
Corpos e mentes se comunicam.
Terminais interligados sentindo o infinito compartilhado.
Galáxias, universos, tempo e espaço.
Sui generes amalgamado.
Assim é o meu coração.
Bom dia 05/12/2016
Engana-se quem pensa conhecer uma pessoa por um todo, só conhecemos o que ela permite que conheçamos. Precisamos sempre ter nossas ferramentas renovadas para não sermos magoados e surpreendidos.
Os companheiros de longas caminhadas que nos conhecem e que também conhecemos... Aqueles que nos respeitam e que também temos admiração... Esses devemos manter... Mas com o tempo vamos vendo quem são eles de verdade!
As árvores são que nem os amigos que emcontramos ou conhecemos durante o decorrer de nossas vidas uns criam raízes e preferem ficar em quanto outros passa pela sua vida a sim como o vento passa pelas folhas deixando lembranças seja elas boas ou ruins.
Quando
Conhecemos a verdade, a mentira e os falatórios
A esmo
Tornam-se ventos mudos aos nossos
Ouvidos.
Reflexão diária 29/12/2016
Se partirmos do principio de quem verdadeiramente somos e conhecemos nossas fraquezas não podemos deixar que a dúvida influa em nossas escolhas. Para que arriscar?
Conhecemos
Muita gente em nossa trajetória!
Algumas
Vem e ficam, outras se vão...
E alguns apenas
Permanecem pelo simples fato de nos completarem
De alguma forma possível
E isso é o que torna tudo admirável
Quando escolhemos àqueles que habitarão
Em nós eternamente.
O valor dos intervalos
Será que conhecemos o valor dos intervalos? Temos intervalo pra tudo. Na escola, no trabalho, nas reuniões, nos encontros profissionais, sociais, religiosos, etc.
Temos um intervalo muito importante, especial, que se dá nos últimos dias do ano, aproveitando os feriados de Natal e ano novo. Esse intervalo é momento de reflexão, de homenagens, de presentes, de mensagens de otimismo, de confraternização e de fraternidade.
Temos ainda os intervalos chamados feriados folclóricos e religiosos, como o Reis entre os dias 25 de dezembro e seis de janeiro de cada ano. O carnaval que acontece às vésperas da quaresma. As festas juninas que acontecem no mês de junho. Outras festas regionais como o congado, as cavalhadas, a festa do divino e o bumba meu boi.
Mas para que servem os intervalos? Uns dizem para descansar, outros, para participar das festas tradicionais, outros, para se alimentar, outros, para um bate-papo. Cada um utiliza este tempo à sua maneira.
Não fomos treinados há usar esse tempo especial, fomos treinados sim, para o trabalho. Às vezes nem sabemos o que fazer nesses minutos, horas ou dias especiais.
Esse intervalo deve ser entendido e valorizado como a possibilidade dos encontros, da união das pessoas, da troca de gentilezas, do convívio fraterno, da oração, do descanso merecido depois de um dia de trabalho, do direito à pachorra, do cochilo sem culpa, do não fazer nada.
Consciente ou inconsciente aos poucos vamos aprendendo utilizar esses momentos especiais em proveito individual e coletivo.
Algumas pessoas aproveitam esses intervalos de tempo para a beneficência. Visitam as entidades sociais como ASILOS e APAES, por exemplo. Outros preferem curtir a família, outros preferem viajar, outros preferem pescar, outros preferem o mar, outros preferem as chácaras, ranchos, rios, outros preferem o aconchego, outros, simplesmente não fazer nada.
Os intervalos são dedicados aos momentos especiais como o encontro das famílias e dos amigos. O momento de abraços e afetos.
Precisamos dos intervalos, e, cada vez mais saber o que fazer com eles.
Bom intervalo a todos...
Élcio José Martins.
No mundo real conhecemos pessoas fantásticas. Mas na nossa imaginação podemos criar estas pessoas fantásticas.
O conhecimento é como um iceberg feito de variáveis das quais só conhecemos a superfície. Seja humilde com suas certezas.
Viver é acordar e perceber que não nos conhecemos o suficiente, e que cada dia que vivemos estamos gerando autoconhecimento. Só você sabe das suas lutas e angustias, logo, só você merece saber e ter o máximo de si mesmo. Portanto, mostre pra quem não te conhece o que te faz bem mostrar e não só o que eles querem ver.
PLÁCITO
Tu se lembra, de quando nos conhecemos?!
Tantas juras! Tantas promessas!
Éramos tão felizes!
Você me prometeu, tantas coisas...
Me prometeu estrelas
e eu brilhei com seu cintilar
Me prometeu a lua
e eu, deslumbrei com sua prata,
você me prometeu o arco-íres
e eu, me perdi na tonalidade de sua cor.
Fizeste promessas,
juras de verdades
enquanto eu me saciava de felicidade.
Tantas juras bacanas!
Que pena...
Que pena terem sido todas de: porcelanas
hoje quebradas, eu vejo apenas,
lagrimas desses olhos de promessas,
E esses olhos meus, que antes eram antenas,
e faziam procissão pelas suas promessas
hoje opacos...
Choram por todas as noites de solidão
e por todos os sonhos,
desse abandonado coração.
Antonio Montes
Às vezes nos colocamos sozinhos a percorrer o caminho de quem não conhecemos e, que tão pouco também, somos reconhecidos. (taw ranon)
Aparece lá! Não é um convite para mim. Parece um oi curto ou olá de uma pessoa que conhecemos de vista quando deparamos ocasionalmente na rua.
Costumo brincar que quando conhecemos alguém muitas das vezes vendemos o produto errado. Mostramos para o outro no início o nosso melhor lado.
Mas o pior é que o outro compra achando que só somos esse lado, e não temos o lado podre também rsrs.
Apresento-lhes uma fórmula melhor: apresente primeiro seus defeitos, se o outro quiser comprar o pacote completo, apresente-lhe as qualidades!
