Nos Conhecemos a Tao pouco Tempo
Será mesmo?
Tempo que vejo escapar entre meus dedos,
tempo em que convivi com você,
tempo, que tempo?!
Solidão e lamentações,
lamentos e amarguras,
sinto, e nada posso fazer.
Vejo uma luz no fim do túnel,
embora não esteja sonhando.
Vejo o meu amor conversando com um anjo
e nada sei e nada imagino.
Quero saber o que passa,
mas nada me diz,
sinto apenas meu coração bater,
mas bate descompassado.
Agora tudo foi resolvido,
vejo você com outro,
e nada posso fazer.
Tento chorar, mas não consigo,
só consigo ver aquela imagem,
a imagem em que nada digo a você,
e nada faço.
Depois vejo que fiz tudo errado,
e agora já passou,
me lamento e nada me consola...
amor ou ilusão???
Não há tempo que passe,
nem coração que disfarce,
pois o que se sente, apenas sente,
é como a luz, indecifravel!
você pode me absorver
ou refletir-me.
Tempo de Espera
De que me adianta ter todo o tempo,
Se eu não posso nada.
Pela manhã eu te chamo,
A tarde eu choro..
E a noite não tem quem me console.
De que me adianta ter todo o tempo,
Se a minha felicidade é passageira,
Os meus momentos são de saudades...
E a minha tristeza dura uma eternidade.
De que me adianta ter todo o tempo,
Se o meu passado é uma ferida,
O presente é uma tormenta...
E o futuro a mim não pertence.
De que me adianta ter todo o tempo,
A minha parte no tempo é a esperança,
E o vestígio do teu sorriso no meu pensamento..
Ainda me restam,
O imaginar, o sonhar, o pensar...
E as lembranças do teu ser.
De que me adianta ter todo o tempo,
Se nele eu não te encontro.
Mas se em alguma parte do tempo,
Você pensa em mim,
Saiba que todo o meu tempo,
Pertence a você.
Sábado a tarde , e um triste sentimento de entusiasmo com algo que não existe , mas ao mesmo tempo a triste coincidência de nada se mover neste quarto . Tudo parece estar tão lento neste final de tarde depreciando a vida .
Há lágrimas entaladas .
Todos me deixando , todos me deixaram .
Só tenho minha música e a triste solidão que assola meu coração .
Depois de um certo tempo cada um é responsável pela cara que tem. Vou olhar agora a minha.
NELE ESTÁ O POÇO QUE CHOREI E O JARDIM QUE SORRI
Estive hoje pensando como mudei.Por um tempo achei que ficaria daquele jeito para sempre: vazia e comum demais.Não conseguia olhar as coisas com sentido e nem acreditar que a vida um dia viesse a me lançar nesse redemoinho,quebrando todos os meus calços,e como num golpe violento ,me pusesse tão imperfeita e frágil,nas mãos de um destino,sobre a fúria final de uma hibernação,consumindo toda minha loucura.Sem imunidade,tão crua,como um sangue que acabara de nascer,respirei entontecida por aquele olhar que me refletia pela primeira vez.Me atirei : meu mundo naquele mundo,fundiu-se compativelmente num instante único,entrelaçados nos corpos,sobre a sintonia do coro que duetava nossos beijos.Era doce como licor.Inrresistível como a veste vermelha da maçã.É meu pecado,meu menino.Meu ninho,meu lugar confuso.Não questionei se aquilo pudesse ser o melhor pra minha vida,porque todas as escolhas "certas" que havia feito,na verdade,sempre foram mortas.Eu precisava era de algo que me reacendesse.Que desencontrasse do que eu já havia sido.E tudo assim mudou: por ele arrisquei,me revirei ao avesso,delirei de amor,suportei o ódio,engoli o tédio, perdoei, sonhei,sonhei...Nele está o poço que chorei e o jardim que sorri.Ele me rouba,sem sentir,e eu só queria sê-lo também,com o mesmo poder que ele tem; a qual fere e depois contém,com uma facilidade que me perturba.Tenho renascido todas as manhãs,com uma força sobrenatural,que de certo deva existir sobre as almas que amam e sofrem; que se desintegram instintivamente só para ter teu amor por inteiro,egoísta e louco.E se é que inteiro exista,continuo juntando (meus,nossos) planos,nessa guerra desenfreada de sentimentos,onde tormentas se repetem, por uma sede,so sad,de querer ser a única razão da vida dele.E porque acredito,ainda insisto pertencer.
É impossível voltar naquele tempo que tudo era mais fácil. Mas ainda é possível tentar tornar tudo um pouco menos difícil.
O tempo do teatro é o do eterno retorno, é nietzscheano, é o tempo do amor. (Quando você está na cama com uma pessoa, você não tem "tempo". Você sai do tempo, entra num outro.) É a mesma coisa com a arte. Não tem sentido ficar nesse tempo de agenda. Aí você sai do teatro e não foi modificado, ficou no tempo linear, o do Ocidente, do relógio.
Ilusões
Há algum tempo,
Que já nem sei se vivo.
Não sei o que há comigo.
Quando o vento sopra,
Vivo momentos de extrema felicidade,
Porém, quando o vento passa,
Mergulho num buraco negro de melancolia.
Fazia tempo que eu não sofria tanto.
Hoje já nem sei se vivo,
Por muitas vezes tenho vontade de desistir,
Mas logo o vento volta a soprar...
E recarregam as minhas ilusões.
O suplício é,
Que tem dias que o vento não sopra...
Esse tempo sem juízo que não respeita nossas vontades, sem saber de nossos sentimentos.
Talvez seja esse tempo, o mesmo que cura um coração partido, aquele que deixa distante as boas fases de nossas vidas.
Tempo doce tempo, maldito tempo.
Que ninguém defina sua infinidade de sentidos e incógnitas.
O tempo não volta. Só volta a consequência e os resultados daquilo que fizemos ou deixamos de fazer.
Um breve adeus!
Hoje vou te falar quanto tempo te esperarei,
Podes com calma, carinho e amor te recuperar,
Tenho em meu ser uma certeza que te reverei,
Quero dizer que te espero, pois sempre vou te amar.
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