Noite

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Eu não dormi —
atravessei a noite armada de silêncio.
Havia um mundo em colapso
respirando atrás das paredes,
soldados marchando dentro do tempo,
e eu…
com as mãos cheias de nomes que amo.
Corri.
Não por mim —
mas por cada pedaço de mim
que anda solto no mundo
com o meu coração no peito.
Havia códigos escondidos no ar,
segredos costurados nos bastidores,
e eu entendia tudo
como quem carrega um mapa
que ninguém mais pode ler.
Mas o preço da lucidez
é nunca descansar.

Te levaram.
Não com gritos —
mas com laços delicados,
fitas de cetim preto
que pareciam suaves demais
para aprisionar um universo inteiro.
E ainda assim…
prendiam.
Me ajoelhei diante do poder
não por fraqueza,
mas porque o amor
às vezes se curva
para não se partir.
E então eu dancei.
Dancei com o medo,
com a guerra,
com o absurdo de um mundo
que tenta domesticar o que nasceu livre.
Dancei com você.
E em cada movimento
desatei um nó invisível
até que a liberdade coubesse de novo
no seu corpo pequeno.

Meus outros amores
ecoavam à distância,
como estrelas que não se apagam
mesmo quando o céu desaba.
Eu os guiava em silêncio,
em bilhetes invisíveis,
ensinando-os a sobreviver
sem que vissem o meu tremor.
Porque mães
não têm o direito de desmoronar
quando o mundo pede estratégia.

Mas eu sei.
Eu sei demais.
Sei do que se move por trás,
sei do que ninguém diz,
sei do fio tênue entre proteger
e desaparecer de si mesma.
E talvez seja isso
que me atravessa agora —
essa guerra que não terminou
quando abri os olhos.

Hoje,
eu ainda seguro a espada
mas minhas mãos tremem.
E tudo que eu queria
era lembrar
que não preciso salvar o mundo inteiro
para manter o amor vivo.

Noite de 359.160 Horas

Hoje minha noite foi longa,
Nem sei bem como explicar,
Parecia que o tempo inteiro
Resolveu acelerar.
Arrisco dizer sem medo,
Pra ninguém duvidar agora:
Minha noite teve o peso
De 359.160 horas.

Horas cheias de lembranças,
De carinho e gratidão,
De pensamentos correndo
Disparados pelo coração.
Buscando qualquer maneira,
Mesmo sem arte ou teoria,
De dizer o quanto me orgulho
De ser sobrinho da minha tia.

Não sou poeta famoso,
Nem artista de profissão,
Mas quando o sentimento fala
A palavra acha direção.
Hoje escrevo o que grita
Dentro do peito, sem demora:
Um amor cheio de orgulho
Que cresce a cada aurora.

Meu coração se derrama
Em palavras pelo caminho,
Misturando frases soltas
De carinho e com carinho.
Cheio de adjetivos vivos
E figuras de linguagem:

Metáfora que ilumina,
Comparação que anuncia,
Personificação que sente,
Ironia que desafia,
Antítese mostrando opostos,
Eufemismo que alivia,
Metonímia que representa,
Hipérbole que amplifica.

Porque ser ANDRADE, minha gente,
É carregar tradição:
É ter coragem no peito
E firmeza na decisão.

É ter força na batalha,
Cuidado no coração,
Dedicação no caminho
E fé como direção.
É ter voz mansa que acalma,
Mas firmeza na razão.

Por isso digo sem medo,
Com verdade que não se esconde,
Que sua presença, minha tia,
É luz que sempre responde.

E digo "hiperbolicamente",
Pra ninguém ter dúvida agora:
Eu e toda nossa família
Te amamos mais que 359.160 mil horas.

A noite mais escura e mais longa que já existiu, no fim perdeu para a luz, o sol veio e nasceu.

⁠Quando chega a noite como é bom rever as grandes estrelas que brilham em nosso lar.

Essa noite estou sentindo a brisa da minha janela tocando meu rosto
E perfeitamente posso sentir que foi você meu anjo que me enviou seu carinho
Seu toque macio
Teu beijo suave nos meus lábios
Ahh noite incrível e fria noite
Onde sinto a vontade queimar dentro de mim
O desejo quase que palpável
Mais um pouco ouço a melodia que é seu coração pulsando
Ahh que noite incrivelmente fria mas com dois corações quentes ,desejando um pelo outro .
Onde dois corpos se encontram em pensamentos profundos de amor
Beijos longos e intensos
Toques fortes e marcantes
Ahhh brisa da minha janela traz esse anjo pra mim

A Lápide da Alma:


Um Grito na Noite Gelada
Eu sinto... Não sei bem o quê. É um nó, Um vazio que me encolhe. Não sei se estou de pé, Ou se já me desfaço.
A noite mais fria de Curitiba, O silêncio, cortado só por mim. Gravo isso... pra quem? Talvez para o eu do futuro, Que um dia, quem sabe, tropece aqui.
A náusea de Sartre, Um espelho amargo. Ver a existência assim, nua, Sem roteiro, sem chão. Um vazio que é dor, E me aperta, me paralisa.
Quero chorar e quero estar bem. Uma confusão que não me move, Só me prende mais. Vejo o idiota no reflexo da janela, Distante, estranho. Sou eu, mas não sou. Desconectado do que sinto, Entorpecido. Mas nesse vazio, nesse caos, Será que há semente? Um solo onde algo novo pode brotar? Eu espero, eu do futuro, que sim.

⁠Que seus sonhos sejam calmo a noite toda e de dia... Enquanto as nuvens que dançam no céu faz amanhecer com o nascer do sol.

“O cabelo preto brilha como a noite silenciosa que guarda mistérios, enquanto o loiro irradia como o sol que desperta a vida — ambos belos, cada um com sua própria luz.”

Na calada da noite vou divagando
Em simples pensamentos, constantes, mudando..

Me imagino voando, contente e sorrindo,
Outrora chorando, sofrendo e caindo..

A noite cai
E, junto dela além da insônia
Chegam a saudade e a solidão.

Não tem graça sem você
Rick Henry

Boa noite, sei que não quer falar comigo
Eu não fiz nada que abala-se nossa relação...
Não me ignore pois acredite que em meus olhos
Só vejo você....

Trouxe um vinho pra tomarmos ouvindo aquela canção
Vem me abraça eu não trai a nossa relação...
Sabe que movo o mundo pra provar que meu amor
É só seu, é só seu...

Vem comigo...
Tomar um banho bem gostoso
Eu vou falar no seu ouvido...
Com você eu tenho muito mais motivo
De alegrar nossos corações
Deixe eu te acariciar e em meus braços
Vou te abrigar pois é contigo que quero
eternizar....

Me beija, te dou colo e pra você eu farei o que um homem deve fazer...

⁠Escute, mariposa... a noite brilha como o vaga-lume.

E à noite chega, na paz das certezas, que o amor em novos dias, pela natureza, pra sempre floresça.

Ter uma boa noite é sonhar com quem amamos.

Pra quem nunca ficou


Você não ficou quando doeu,
nem perguntou se a noite me cabia.
Silenciou quando o mundo caiu,
e apareceu só quando eu fingia.
Disse “felicidades”, mas era medo,
não afeto, nem saudade.
Foi o susto de me ver inteira,
de eu seguir sem tua metade.
Eu esperei no eco do tempo,
no som do que não voltou.
Agora entendo: eu não te perdi,
foi você quem não me encontrou.

O olhar dela anda comigo dia e noite,
sem eu vê-la,
sem eu conhecê-la.
Não tem rosto completo,
não tem história contada,
mas pesa como quem ficou.
É presença sem encontro,
companhia muda,
sombra que não larga.
Ela caminha nos meus passos,
vigia meus silêncios,
habita o que não aconteceu.
E mesmo sem ter existido de fato,
ela existe em mim.

A noite me encontra
com os bolsos cheios de cansaço
e a alma em desalinho.
Não fiz milagres,
mas mantive o pulso firme
quando tudo em mim queria cair.
Sou casa em reforma
sem verba, sem prazo,
morando em mim mesma
entre entulhos e fé.
Cada rachadura aprende
a respirar sozinha.
O dia não me foi gentil.
Ainda assim, não me quebrei inteira.
Guardei um resto de luz
num canto que a dor não alcança,
e é dali que escrevo.

"Até a lua precisa se esconder às vezes, e mesmo assim continua iluminando a noite."

Boa noite, tranquilo amanhecer, pra quando o dia nascer, bons serviços prá existência enaltecer.

O verdadeiro olho branco da noite
É o buraco branco no céu


Das diferentes formas de tentar segurar o céu
E suas consequências


Cai a tarde tristonha e serena
Em macio e suave langor


Nenhum aplauso vale mais
Que
Você se olhando com admiração


Não satisfeito com os sentimentos
O ansioso se impõe aos imaginários


Água que afunda o barco
É a de dentro


Quem não se decide
Vê acontecendo


Não há detalhe mais bonito
Que a atenção

A qualquer momento a história é outra


Olha pra frente
A prova é individual