Nem tudo que Balança Cai
A alma não fala alto.
Ela sussurra.
Mora nos detalhes que ninguém vê,
na lágrima que não caiu,
na saudade que ficou sentada à mesa,
na esperança que se recusou a partir.
A alma conhece caminhos
que os olhos não alcançam.
Ela atravessa noites inteiras
carregando pequenas luzes,
mesmo quando o coração acredita
que já não existe amanhecer.
A alma guarda.
Guarda os abraços que salvaram dias,
as palavras que curaram feridas,
os nomes que o tempo não conseguiu apagar.
E ama.
A chuva cai e traz teu rastro no ar,
O cheiro da terra molhada me lembra teu olhar.
Cada gota que toca o chão é um segredo teu,
Que meu coração guarda, silencioso, fiel.
O vento sussurra teu nome entre folhas e flores,
Misturando o aroma da chuva aos nossos amores.
Fecho os olhos e respiro teu abraço distante,
Sentindo que estás aqui, mesmo que hesitante.
O perfume da terra desperta memórias antigas,
Como o primeiro toque, o primeiro sorriso, as brigas.
Tudo se mistura, chuva, saudade e desejo,
Transformando a distância em um doce ensejo.
E assim, sob o céu cinza e molhado,
Meu coração te procura, meu corpo fica encantado.
O cheiro da chuva é ponte entre nós dois,
E cada gota caindo me lembra o que sou a sós.
A casa respira quando a noite cai,
paredes rangem segredos que ninguém contou.
O relógio bate horas que não passam,
e cada sombra parece saber meu nome.
No corredor, passos sem dono se repetem,
o espelho sorri quando eu não sorrio.
Há olhos no escuro, famintos de memória,
lembrando pecados que eu jurei esquecer.
Quando o silêncio finalmente fala, é tarde:
o medo não bate — ele já mora aqui.
E ao fechar os olhos, eu entendo o horror…
o monstro nunca esteve fora de mim.
TRUMP que cuide do seu barraco, ou a Casa Branca cai!
Avisem o psicopata americano que o Brasil é soberano, e dos brasileiros!
A vida não é uma roda-gigante; está mais para tobogã.
Você vai com Fé ou se lasca todo ou cai sorrindo de pé....જ⁀➴✌︎㋡
A vontade de chorar é grande, mas mesmo assim eu reforço meu sorriso guardando esse choro numa caixa preta com um luto de pessoas vivas que fiz questão de enterrar!
Não por egoísmo ego ou ingratidão, mas somente por amor a mim mesma!
Quem não me respeita não merece mérito meu, afastar-se de quem não te respeita é um ato legítimo de legítima defesa e amor-próprio.˗ˋˏ♡ˎˊ˗♡ ⋆。˚❀♡ ⋆。 ˚❀
A cultura tenta nos moldar e ditar o que é real, mas ela é apenas uma construção mutável e caída do mundo. Já o Evangelho é a verdade viva e inegociável de Deus, que desmascara as nossas ilusões e nos convida a uma vida de liberdade autêntica, centrada unicamente na pessoa de Cristo.
Os dias passam, o sol nasce, a chuva cai, a noite vem, tudo é uma repetição eterna, até isso que eu escrevo é uma cópia, um plágio. Tudo se fecha em si mesmo, o inesperado já estava previsto e o que se foi ainda voltará.
Não desiste.Não hoje.
A vitória não vem pra quem nunca cai.
Vem pra quem cai, chora, ora,
e levanta de novo.
Van Escher Leoa 3:55
O que sou diante a indiferença.
Uma rocha que não liga se chove ou venta se cai a tempestade.
Pois estou ali a tanto tempo que incontáveis, pessoas que passaram na minha vida não faz diferença.
Nem mesmo quando menosprezando meus feitos e dizeres pois so é uma tempestade. Logo dia sera pesares de uma nova era sem a humanidade.
O dia lindo que amanhece chovendo é a mesma chuva cai no meu coração...
Sendo digno o frio a noite será quente ao seu lado.
Neymar para presidente! Criticando o cai-cai, forma-se um tsunami de adoradores defendendo o menino Ney! Haja coração!
Perdoar eu perdoei ..mas voltar pra você meu bem ..isso jamais !! A gente cai , a gente aprende , a gente levanta e não insiste no mesmo erro..o que nasceu quebrado jamais vai ficar inteiro , quebrou não tem conserto..eu aprendi a lição, já me curei ..na sua ladainha não caio mais não..
A chuva cai lá fora e aqui dentro um frio intenso, mas o frio intenso que se faz presente não é da chuva e sim o frio de uma alma que chora e súplica por mais uma chance de tentar mais uma vez.
favorita.
Sabe quando a gente cai na real que aquela é a nossa pessoa favorita no mundo?
Não que fosse um mistério. Não que eu não soubesse antes. É mais como se, em algum momento, a vida começasse a apresentar as confirmações necessárias, as provas cabais de uma coisa que, no fundo, a gente já sabia. Como se o quebra-cabeça complexo que somos nós finalmente encontrasse uma peça que sempre pareceu ter sido feita exatamente para aquele espaço.
E o mais bonito é que essas confirmações nunca vêm em grandes acontecimentos.
Elas vem nas coisas mais simples do mundo.
Vem no cotidiano, naquele lugar onde ninguém está tentando impressionar ninguém, onde o amor não precisa fazer discurso porque está ocupado demais existindo. Vem numa mania que só aquela pessoa tem, numa maneira específica de rir, em uma frase que ela sempre fala, no jeito incomparável de enxergar alguma coisa. Vêm nos defeitos que, de tão únicos, acabam deixando de parecer defeitos. Naquelas pequenas particularidades que poderiam passar despercebidas para qualquer pessoa, mas que, para quem ama, se tornam quase uma impressão digital.
Você é assim pra mim.
E talvez seja justamente por isso que eu tenha tanta certeza.
Porque você costuma ter vários endereços. Está sempre em constante mudança, e não necessariamente geográfica. A vida te move, te transforma, te leva para lugares diferentes, muda algumas versões suas, acrescenta outras, tira algumas pelo caminho. Você pode estar na rua Joaquim de Paula 1129, na rua Matias Perez 183, na nossa própria Jorge Leite Vieira Home, ou até mesmo em alguma cidade perdida da Terra da Rainha.
E ainda assim, de algum jeito, continua sendo você.
Continua sendo aquela menina que eu aprendi a amar.
Não uma versão congelada no tempo, não alguém que precise permanecer exatamente como eu conheci para continuar sendo especial. Mas você, com todas as suas únicas e ímpares qualidades e defeitos. Até os defeitos eu amo. Talvez porque amar alguém de verdade seja justamente perceber que a pessoa não é uma coleção de características perfeitas, mas um conjunto inteiro, indivisível, de coisas que fazem dela quem ela é.
E acho que foi no cotidiano que eu mais entendi isso.
O momento que eu mais senti amor por alguém foi no cotidiano.
Foi ao acordar e ter café pronto.
Foi cozinhar junto ouvindo música.
Foi depois de limpar a casa inteira e deitar pra assistir.
Foi naquela sensação quase boba de olhar para o lado e pensar que, entre todas as possibilidades do mundo, era justamente aquela pessoa que estava ali comigo, dividindo uma manhã qualquer, uma cozinha qualquer, uma sala qualquer, uma música qualquer.
E talvez seja essa a maior prova de todas.
Porque grandes momentos podem ser confundidos com euforia. Viagens podem ser confundidas com felicidade. Declarações podem ser confundidas com paixão. Mas o cotidiano não mente.
TUDO TUDO que é amor nasce no cotidiano e tudo que não é amor, se desfaz no cotidiano.
É ali que a gente descobre quem realmente quer por perto.
Quando não existe viagem marcada, quando não existe ocasião especial, quando não existe nada para comemorar. Só existe uma terça-feira qualquer, uma casa para arrumar, alguma coisa para comer, uma música tocando baixo e duas pessoas dividindo o mesmo espaço.
É ali que o amor deixa de ser uma ideia bonita e vira presença.
E talvez seja por isso que você consiga estar em tantos lugares sem deixar de ser a mesma pessoa para mim.
Porque eu não aprendi a amar um endereço.
Eu aprendi a amar você.
E endereço nenhum consegue mudar isso.
Pode mudar a rua, a cidade, o país, a distância, a rotina, os planos, os mapas. Você pode estar em qualquer canto do mundo, construindo novas versões de si mesma, aprendendo coisas que eu ainda nem conheço, vivendo dias que eu talvez nunca veja.
Ainda assim, existe alguma coisa em você que permanece reconhecível para mim.
Aquela menina.
A menina das pequenas coisas.
Aquela que existe nos detalhes que ninguém mais percebe.
A pessoa que, sem fazer esforço, conseguiu ocupar um espaço que parecia ter sido desenhado para ela dentro de mim.
E talvez seja isso que significa encontrar a nossa pessoa favorita no mundo.
Não é descobrir alguém perfeito.
É descobrir alguém cuja imperfeição parece familiar.
Alguém que você reconhece mesmo quando ela muda.
Alguém que poderia atravessar o mundo inteiro, trocar de endereço quantas vezes quisesse, aparecer em outra cidade, em outro país, em outra fase da vida, e ainda assim fazer você pensar:
“É ela.”
Não porque você nunca teve dúvidas.
Mas porque, depois de tantas pequenas confirmações, você simplesmente não precisa mais delas.
Você sabe.
E se algum dia alguém me perguntasse onde exatamente mora a pessoa que eu aprendi a amar, talvez eu não soubesse responder.
Por isso eu vivo me perguntando porque é proibido pisar na grama?
Mas, no fundo, eu saberia que nenhum desses endereços seria suficiente.
Porque você não mora em nenhum deles.
Você mora no cotidiano.
Na memória do café pronto.
Na música enquanto a gente cozinha.
Na casa limpa depois de um dia inteiro de esforço.
No sofá onde duas pessoas simplesmente deitam e assistem alguma coisa sem precisar que o mundo aconteça.
E talvez seja justamente por isso que, não importa onde você esteja, eu continue sabendo exatamente quem você é para mim.
Minha peça.
Do meu quebra-cabeça complexo.
Minha pessoa favorita no mundo.
Aquela que a vida pode levar para qualquer endereço, mas que, de algum jeito, continua sempre encontrando o caminho de volta para o mesmo lugar.
Aqui
A má intenção dos outros cai por terra quando encontra um coração puro abastecido pela fonte inesgotável da Riqueza Infinita.
A fama da maldade é como fogo em palha: queima rápido, faz fumaça, mas logo vira cinzas e cai no esquecimento.
Vou bloquear falsos esquerdistas! Defender o cai-cai, tudo bem! Mas dizer que ele é maior que o Pelé? Quem zurra é o burro!
