Nem sei quem sou
Sou dos que acreditam que a felicidade é possível.
Distribua amor, carinho, ternura, delicadezas, afagos.
Faça pequenas gentilezas. Tente fazer deste nosso
mundo, um mundo melhor! Seja LUZ!! Seja PAZ!
(Verluci Almeida)
É a mistura que exala, sinta a delicadeza da minha fala
eu sou a mistura que ninguém acredita é só colocar rap com rock,quem meu nome vem a vista!
Sò vou me considerar perfeito o dia que eu fizer você feliz ... Até esse dia chegar eu naum sou nada !!!
Se suposição é aquilo que se pensa, sem ter a certeza do que se é, não me suponha pois... o que sou hoje, não é o que fui ontem e nem o que serei amanha, porém, se de fato quiser, me defina e se não gostar, me evite.
Me pergunte se sou coerente, não qual é a minha cor pois... a cor da minha pela é irrelevante ou seja, não tem a menor importância, já se não for querente, eu posso te levar a falência.
Olho para o teto,
penso no que sou,
penso no que não sou.
A um passo, um pássaro se joga a voar.
Quase conheço e desconheço o ato de se libertar.
O MEU CONFORTO
Sol poente... noite fria! Cá estou! Sou eu.
Eleva-me à fragrância da flor morta...
Que do dia, me restou a vossa porta
Por voltar à luz bendita que morreu!
Sou do teu conforto de saudade
O teu grito erguido em trevas de infinito...
Prega-me à cruz da insanidade
Que sou de ti a história curta de um mito!
Sou eu! Cá estou! Abra-me seus espaços,
Minha cruz, onde morre a minha dor,
Que já breve volta à luz os meus cansaços...
Noite fria... solidão! Oh, meu amor!
Dá-me o conforto dos teus braços...
A ilusão dos meus instantes de primor...
NO SEU IMPOSSÍVEL
Na noite escura do teu penar,
Sou vento que te roga, santa,
A brisa que acaricia, e manta,
Que te envolve o rosto, o ar!
Sou o ser que vaga, a portar
Na candura que em ti canta...
Sou a melodia fina e infanta,
Que na tua alma quer entrar...
Quero o teu corpo envolver...
No teu arrepiar frio te sentir,
Nas tuas entranhas, se perder!
Trago-te a chama do existir...
Os desejos, o amor e o viver
Que tanto esperaste por vir!
A UM POETA
E vozes interagem o que escrevo!
Na minh’alma o silêncio corta,
Dizendo o que sou e o que devo,
Dos meus olhos já de água morta!
Sussurros estranhos igual ao meu?
Deuses choram versos mortos...
Não sou de brado igual ao teu!
Só canto as mágoas que conforto!
Nuvens, Poeta, cobrem o meu dia!
O sol de esperança, me é fantasia
Como as preces que clareia e sente...
Os meus segredos, eu te desvendo:
Penso o que pensas d’alma lendo
O que sou à boca já de toda a gente!
DEST’ARTE
Sou aquele que desperta as almas escuras:
Enigmas da noite, por todo esplendor...
Em que vagam, por abstinências e dor,
Dos meus olhos fechados são murmuras...
E os elevo, à grandeza de vossas alvuras...
— Ó vultos transparentes de visão ardor —
De minh’alma cansada, e de vos pecador,
Que os mortais não nos vejam amarguras!
E na profundeza vã das miragens, aberta,
A porta dos espíritos vãos, que desperta,
Que nos revele o dest’arte do amor-pagão...
E na noite, pálida, a‘lma branca que vaga,
Sob o imenso olimpo de fogo, agonia apaga,
E os vês, dias de glórias sob vossa ilusão...
VOLIÇÃO
Que tudo o que fui e tudo o que sou
Não se perca no tempo...
Que o espelho de mim reflita a um futuro breve
Não melancólico, ou triste, ou amargo,
Mas numa doçura leve...
Que o amor que tenho não seja esquecido
Como uma flor morta sobre a terra,
Mas que o lembrem para a eternidade...
E, de mim, do meu corpo,
Que os ventos o espalhe como cinzas ao mar!
SENTIMENTOS SÓRDIDOS
Eu sou a sensibilidade dos teus sentidos,
O abortamento da tua inaudível paixão;
O alento que fita a tua alma da solidão,
E os teus mais tensos sentimentos vividos.
Eu sou a tua escolha de fardos erguidos,
O amor, o fogo, a chama de teu coração;
A dor que não dói, sou a tua ilusão...
Os prazeres que por ti serão consumidos.
Eu sou o teu querer e os teus encantos,
Os teus momentos, eu sou teus prantos,
A tua alegria, a tua esperança e o teu viver...
Mas quem vive e sente também sonha,
No entanto, sou também a tua artimanha
De amar e amar pra não se perder...
O APRENDIZ
Sou pobre realmente.
Tenho apenas algumas folhas de papel na alma
E uma vontade — digamos, mansa —
De hipnotizar borboletas.
Oue coisa sei da vida?
Pouca coisa sei da vida.
O bastante para não correr.
Somos feitos de estímulos. Damos o que somos, recebemos o que damos. Sou extremamente impulsiva, mas não costumo me arrepender do que faço. Se fiz, era porque precisava daquilo naquele momento ou porque queria demais fazer. O que não pode, é ficar em cima do muro. E o que se deve, é seguir o coração.
Sou o que sou, e não me importo com o que as pessoas pensam ou digam a meu respeito, não me envergonho e nem tenho o porque me envergonhar disso.
Como qualquer pessoa, tenho as minha qualidades e os meus defeitos,sei corrigir os meus erros, não sou nenhum santo e nem faço questão de ser. Não procuro ser aceito pelas pessoas fazendo o papel de MISTER SIMPATIA, e sim apenas respeitado. Não deixarei de ser eu mesmo por causa de uma meia duzia de pessoas, e se elas não tem a capacidade de mudar o pensamento em relação a mim, não sera eu que mudarei meu jeito de ser, pela falta de capacidade delas. Não estou aqui para fazer a alegria de ninguém, procuro sempre pensar antes de falar, e as vezes falo sem pensar, e mesmo assim sei muito bem os meus limites. Não estou aqui para ser normal, ou para fazer o que é considerado certo perante aos olhos da sociedade. Estou aqui para viver e acima de tudo para ser FELIZ, ao meu estilo e meu jeito.
#ViverENãoTerAVergonhaDeSerFeliz
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