Poeta Dolandmay: O MEU CONFORTO Sol poente... noite fria!...

O MEU CONFORTO Sol poente... noite fria! Cá estou! Sou eu. Eleva-me à fragrância da flor morta... Que do dia, me restou a vossa porta Por voltar à luz bendita q... Frase de Poeta Dolandmay.

O MEU CONFORTO

Sol poente... noite fria! Cá estou! Sou eu.
Eleva-me à fragrância da flor morta...
Que do dia, me restou a vossa porta
Por voltar à luz bendita que morreu!

Sou do teu conforto de saudade
O teu grito erguido em trevas de infinito...
Prega-me à cruz da insanidade
Que sou de ti a história curta de um mito!

Sou eu! Cá estou! Abra-me seus espaços,
Minha cruz, onde morre a minha dor,
Que já breve volta à luz os meus cansaços...

Noite fria... solidão! Oh, meu amor!
Dá-me o conforto dos teus braços...
A ilusão dos meus instantes de primor...

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