Nem sei quem sou
Não sou poeta e nem nada sou quem
Vive o amor para contigo retribuir
A gentileza, a real grandeza a natureza
Mim deu uma força que não tive agora
Agradeço-te sou poeta baronil.
Autora: Fátima Araújo.
Os indivíduos se perguntam, quem eu sou? Mas esquecem de perguntarem de onde eu vim, não percebem que para sabermos quem somos, precisamos saber de onde viemos; Se do macaco apenas mais um.
Um dia nublado.
Uma vontade.
Uma vontade de...
Uma vontade de ser!
Uma vontade de ser quem sou.
Uma vontade de saborear as entrelinhas da poética natural.
Uma vontade de voar além do olhar.
Uma vontade de voar além das medidas.
Uma vontade de voar...
E aquele desejo?
E aquele desejo inocente?
E aquele desejo inocente de que chovesse gotas cristalinas.
E aquele desejo de olhar pro céu a cair gostas cristalinas...
Uma vontade e um desejo.
Um desejo e uma vontade.
Aquela vontade e aquele desejo.
Uma vontade de realizar um desejo..
Que o tempo não se esqueça de que as horas são minhas e quem faz os minutos valerem a pena sou eu. Ele apenas passa, mas sou eu quem decide se é vendaval que destrói ou brisa fresca que edifica e me faz sentir cada vez mais viva.
Sou um espelho que reflete seus desgostos.
Uma cópia fiel de quem você está sendo por dentro.
Nos afastamos por abrir seus olhos e mostrar a criatura extraordinária e intrigante que habita em si.
Nem todos gostam, nem mesmo você.
Sigo conectado e sabemos que está tudo bem.
O QUE SERÁ
Meu sorriso não demostra quem realmente sou
Não me conheces por dentro.
a alegria que carrego é consignada
Não sei se escolhi a vida de maneira errada,
Decepções fizeram e fazem parte de mim
Só me pergunto toda hora, se deveria ser assim
Algo além disso a bem da verdade,
O que será a felicidade?
Sempre me dei, tudo de mim na minha união
Durante longos anos carregando decepção
Sementes mal plantadas que geradas do ventre que seria a esperança
Foi deixado pra trás ao deixar de ser criança
Mas um novo dia e cada vez mais longe da minha realidade
O que será felicidade?
No amargo do peito, buscando na paciência e em meu leito
Dentro do meu momento solidão, Busco Explicação
justa do que é ser amada.
Se dar e não receber? esperar que possa mudar
As vezes sinto até saudade, mas saudade de que?
Eu só quero saber
O que será felicidade?
Nunca perco a esperança, de um dia ser apresentada
E até o fim de minha jornada, desejo conhecer
Que um dia alguém possa perceber meu amargo no peito
E quebrar essa sina me ensinando o amor perfeito
Nessa vida amar sempre foi o que fiz
Mas hoje eu tenho pressa, pressa de ser feliz...
Mas meu desejo é de que o amor seja feito de igualdade
Por isso só desejo conhecer...
O que é a felicidade?
Crônica
Quem sou
Em encontros com amigas, nos questionamos que tipo de mulher somos, a pergunta paira no ar, o silêncio , por um segundo responde: Sou moderna, sou antiga, sou meio termo, sou totalmente doidona... O silêncio volta a falar e nos olhamos repetidamente, não era essa resposta que queríamos ouvir, queríamos ouvir respostas que nos ajudasse a definir nossas vidas, que dessem rumos a nossas dificuldades, que emoldurassem soluções e , como num piscar de olhos tivéssemos dentro de um quadro fixo onde nossa vida recebesse uma bela receita e pudéssemos segui-la , repetidamente, sem tropeços, sem amarras, sem novelos de linhas embolados, onde a trama fica tão difícil que nós , ou jogamos todo o rolo de linha porta afora, ou seguimos cortando os nós cegos.
Após aquele momento,olhamos novamente e quase que mudas e com um sorriso amarelo, não conseguimos responder à pergunta; melhor reconhecer a dificuldade e seguir em frente, como um pedreiro que não consegue desenvolver a sua tarefa e entrega a obra.
Razoável penso.
A dúvida fica ainda maior quando nos olhamos e nos vemos no mesmo barco, com os braços cansados de remar e sem remo suficiente para conseguirmos navegar. Por um momento me sinto fraca, com medo, sem atitude.
Em outros momentos , como aquele , me distraio olhando a roupa nova de minha querida amiga Lucíola, seus brincos novos e como o seu novo amor que a fez mais bonita, mais amável e bem mais feliz.
A fuga foi desnecessaria, quando estava novamente me escondendo , voltei a pergunta e me vi sem resposta: Será então que nada sou? Será que me escondi tanto que sumi. Que me estreitei junto a becos e situações inconformadas que maltrataram tanto o meu coração que já não sei tal definição, ou será que simplesmente entreguei meus pontos,simplesmente não tenho as respostas que o medo me dariam.
Tomei coragem, enchi o peito de dúvidas e reenviei a pergunta, desta vez mais agressivamente:
-Vamos meninas que tipo de mulheres somos? Vamos !
O silêncio passou a ser o anfitrião da reunião, ninguém se atreveu a definir.
Será que havíamos perdido a identidade?
Será que não sabíamos mais quem éramos?
Rosângela timidamente respondeu:
Eu sou Rosangela, sou morena, amo meu marido, amo meus filhos, meu filho está indo pro Canadá, meu filho vai se casar e ele também vai trabalhar lá, minha família é linda, apesar do filho único...
Fiquei olhando minha linda amiga Rosangela definir como sendo ela a sua pequena família, fiquei assustada como em poucos segundos, definimos nossos filhos, nossos parceiros mas não nos definimos,definimos a nossa viagem em família, mas não definimos uma linda viagem sozinha, para fazermos novas amizades, olharmos nossas vidas com olhares de distância, curtir a solidão em companhia própria.
Entendi tristemente que algumas de nós havíamos perdido nossas identidades quando deixamos nossos direitos em prol nossas obrigações, nossos sonhos pelos sonhos familiares, nossas vontades mais ocultas, por um lar quente para que nossos filhos possam se sentir felizes pelo aconchego do lar.
Entendi que, muitas vezes, perdemos nossas respostas pela inutilidade de querer vivermos vidas que não são as nossas, decisões que nos dá prazer mas que dá aos nossos filhos desconforto, daí pensamos muito e chegamos a conclusão que nossos filhos ficariam mais felizes de um determinado jeito. E que aquele jeito não seria o nosso.
E que o incômodo de nossas decisões aflora em nossa família a sina da culpada.
“Se eu não tivesse feito aquilo meus filhos estariam melhor”... Balela! Nada é melhor que a atitude justa , nada é tão verdadeiro que o gosto de se falar um não sabendo que esse não é honesto e necessário.
O que mais me irritou foi que após pensar desta forma , não falei pra minhas amigas, não compartilhei com quem também estava tentando se reinventar.
Daí tristemente, olhei minhas amigas, levantei do banco em que eu estava me assentando e fortemente disse:
Eu consegui me definir:
Todas olharam para mim curiosas, e como uma pessoa que começava a andar novamente após ter as pernas amputadas,
Disse:
Eu sou a escolha, e a dúvida:
A escolha por minha família e a dúvida de que um dia eu morrerei de arrependimento por feito essa escolha.
Lupaganini
Poesia.
Quem dizes que sou?
Um pensamento?
Uma fala ou citação?
Pode ser a expressão profunda
Do mais puro amar.
Um poeta diz: Tudo pode ser
Poesia. Sim outra vez pode dizer, tudo é poesia!
Mas, a poesia é cantar, o sentimento
Do amar, na simplicidade do silêncio do balbuciar, que o verbo não consegue falar,
Que só a alma pode gritar, que só quem
sente pode identificar.
No silêncio de um olhar.
O grito da alma quem pode intentar?
Aquele que sabe que é vital. Amar.
Consegue identificar o grito que não tem nenhum falar,
Barulho que não seja singular.
Só intende quem consegue olhar na janela
De entrada da vida,
Sopra toda nuvem que quebra cegueira Penumbra de que pode amar. Ver a alma mesmo no influenciar do raiar da vida
Que é a alma,
Não morta.
Se não morta
Vai sempre amar.
É vital
Amar é poesia
Porque é vida é alma
Se tem alma é capaz de amar
Se não amar é porque
Não deu a oportunidade ainda.
Pois toda alma existe para amar
Na alma em algum lugar da alma está escrito amar
Amar
Porque o que vai restar é amar
Isso é poesia:
Amar
Sem pré,
Sem se,
Sem só,
Sem eu,
Poesia é
Eu vou
Eu posso
Eu vou disser
Gritar no silêncio da alma
Eu quero amar
Eu amo
Para todos ouvirem
Eu posso e quero amar
Cada vez mais posso amar
Sem parar
A minha poesia é:
Amar, Amar e amar
Eu amo
Amo a poesia
Amo a poesia
Posso declamar para toda alma ouvir
Que há uma poesia em m'alma
Alma que sempre lembrará de ti
Oh, poesia do meu coração
Dinante da janela de m'alma sempre estarás
Isso para dizer o que é vital.
Isso é poesia.
Entre idas e vindas
Sou erros e acertos;
Sou tudo ou nada;
"Não posso escolher quem vou conhecer, mas posso escolher quem irá permanecer."
Sou fã de terra firme, mas se tiver que mergulhar vou ao fundo, caso contrário me recuo, não dá para entrar em gente rasa.
Tenho meu tempo, tenho minhas fases; fases essas, que hora impressiona e hora assusta.
Só não tente me entender, eu mesma já tentei e não consegui.
Peço-lhe apenas que me aceite, caso contrário pode ir. Prometo deixar as portas sempre abertas para novas oportunidades, mas não para você voltar.
Sou passarinho livre no céu, sou girassol a procura de luz, sou borboleta que saiu do casulo e justamente por isso eu cresço todos os dias.
Sei perdoar quem não me entende e vai embora. Mas admiro muito mais, quem não me entende e mesmo assim, decide ficar.
Mesmo que vivo num mundo com tantas emoções contidas, eu escolho gritar. Minha alma grita intensidade para todos os cantos e é nessa profundidade que prefiro me espelhar.
Sou cachoeira que deságua em rios, águas essas que não passarão novamente no mesmo lugar.
Mas também sou o arco-íris, que volta a colorir após cada chuvisco.
Minha teimosia é meu segundo nome; se algo não sai como imaginei, tento de novo e de novo; talvez esse é meu maior defeito ou talvez minha maior qualidade.
Hoje só quero comigo quem desperta minha melhor versão ou me acrescenta algo bom.
Por que muitos que hoje julgam, nem perceberam meus gritos de dores, muito menos estavam perto de mim para encorajar-me, de meus medos.
Foram tantos momentos que nem preciso citar, só guardei tudo nas costas e carreguei sozinha por muito tempo.
Até que um dia vi que meus fardos estavam travando meus passos, então joguei tudo ao vento e continuei caminhando por aí.
Hoje estou aqui, amanhã não sei dizer;
Só o que sei, é que;
Sou idas e vindas.
Sou erros e acertos.
Sou tudo ou nada.
Autora #Andrea_Domingues
{Todos os direitos autorais reservados}
19/07/2018
Não importa quem eu sou
Não importa de onde venho
O que importa saber é que sou sportinguista ferrenho
Aquele livro com páginas brancas, define quem eu sou, entre as linhas da vida quero ser lida com paixão e com amor.
Vou pedindo autorização ao Criador de escrever algumas páginas, umas meio solitárias, meio cultas e ate indecifráveis para muitos.
Cada página um preto e branco, um colorido; a magia misturada com a realidade.
Cada página o que sou, o que sinto, o que penso.
Seria bom mesmo se eu fosse um livro, poderia escolher um final que não tivesse fim, como assim? Talvez uma historia sem fim, pra quê colocar um The End se ainda estou no começo.
Não sou eu quem deve dizer
quem é bom e quem não é.
Essas coisas se evidenciam por si só.
Alguém que foi mau comigo
pode ser um anjo de candura,
com outras pessoas,
Essa é minha forma democrática
de levar a vida : que cada um viva a sua
e me deixe viver a minha...
Cika Parolin
Quem sou eu?
Queres mesmo saber?
Eu sou quem mergulha as mãos na tua vida para sentir a minha.
Sou feliz vivendo para ti, e então?
Tem horas que me bate uma dúvida de quem sou eu, e fico a se perguntar; quem sou eu? Bom, eu sou muito confuso, tem dias que quase imploro por carinho, por uma frase clichê, bem ao pé do ouvido. Mas, tem dias que não quero ninguém ao meu redor, quero ficar sozinho, me sinto bem do jeito que estou. Eu quero amar e ser amado, mas quero ser livre também. Não precisa ficar toda hora ali, isso me sufoca. É complicado, seu sei, é difícil me entender.Eu nunca fui um “moço” bem-comportado. Afinal, nunca tive vocação para alegria tímida, pra paixão sem beijos quentes ou pro amor mal resolvido sem solução. Eu quero da vida o que ela tem de cru e de bonito. Não estou aqui pra que gostem de mim. Estou aqui pra aprender a gostar de cada detalhe que tenho. E pra seduzir somente o que me acrescenta. Sou dramático mesmo, intenso, transitório e tenho uma alegria em mim que as vezes me cansa. Não gosto que venha a mim com meios-termos, com mais ou menos ou qualquer coisa desse tipo.Tem horas que não sinto mais a necessidade de tentar impressionar ninguém. Se gostarem de mim do jeito que sou, ótimo, se não, é fim da história. Porém, tem horas que sinto vontade de fazer tudo ao contrário. Souo tipo de gente que todo mundo pensa que conhece. Mas se enganam feio. Pouquíssima gente me desvenda. Mostro só o que quero. Não por maldade, mas por proteção.Pareço ser uma caixinha de segredos. Acredito que ninguem nunca conseguirá me desvendar. Sou difícil, enigmático, porém transparente, quando falo a verdade, todos conhecem, porém quando minto fica logo na cara… Hora doce, hora amargo. Não tenho medo e nem fescuras como a maioria… Ser decidido não é o meu forte, não me faça decidir entre isso ou aquilo. Sou prova e verso. Sou louco, completamente louco, normalidade é uma palavra que não está no meu dicionário. Sou sensível, choro por qualquer besteira, mas não pense que eu sou fraco, pode acreditar, sou mais forte do que muitos super-heróis que estão por aí e o meu único poder está um pouco extinto ultimamente, o sorriso, não é sempre verdadeiro, mas sei que é a maior arma que alguém pode ter. Eu não sou nem um pouco perfeito – pois ninguém é. Sou chato, dramatico, ciumento, exagerado, mas me sinto tão bem com meus defeitos imperfeitos, e não mudaria, ser perfeito cansa. Falou “mano”, “velho”, muitos palavrões e não deixo de ser um “menino” que tem sempre seu lado meigo e amoroso… Ah… Chegamos ao assunto amor, um assunto tão complexo que procuro sempre fugir das perguntas sobre isso, mas temos que encarar a realidade. Pobre coração já sofreu tanto por culpa desse sentimento hipócrita, que recusa a se apaixonar novamente, e não pense que levo isso para o lado ruim, o amor machuca e estou feliz sem esse tal sentimento. Deixarei o amor de lado dessa vez, não irei fugir do assunto deste texto: “Eu”. Não sei a real intenção de escrever essas palavras inúteis, pois na verdade nem eu sei lhe dizer o que sou e como sou – será que sou de outro planeta? Será que vim para este mundo com a intenção de descobrir o objetivo da minha vida ? Rsrsrs…realmente não sei, mas um dia talvez irei descobrir. Sou estranho, impulsivo, diferente, enigmático, uma incógnita, verdadeiramente uma caixinha de segredos, que aconselho não tentar desvendar-me, pois irá ficar louco assim como eu sou.Me desculpe a frieza, mas eu mudei, e juro que estou melhor assim. As coisas parecem que tomaram rumos diferentes agora. Será que eu realmente mudei? Sim, acho que essa seria a resposta mais coerente a esta pergunta. Eu já sofri, sorri, chorei, corri tanto atrás de uma coisa que eu nem mesmo sei o que era. E acabei descobrindo que foi tudo em vão… Eu cresci, eu amadureci, eu vivia me contradizendo o porquê de ainda estar correndo atrás de coisas que não sabia, em hipótese alguma, foram só expectativas minhas sem pé nem cabeça, e eu realmente não ligo mais pra isso. Eu me tornei alguém que jamais esperava que fosse ( ou não). Porque sempre segui sem destino, sem saber o que pode acontecer daqui a cinco minutos. Tem horas que me sinto incompleto, e tem horas que não sei o significado dessa palavra, de verdade mesmo. Eu sempre quis o inusitado, inesperado, o novo, sempre quis provar coisas novas. Às vezes quero sentir novos cheiros, beijar novas bocas, ver cores novas, quero conhecer lugares novos, conhecer gente nova, quero provar sabores novos, quero sentir coisas novas e experimentar novos sorrisos. Eu realmente quero isso, mas só as vezes. Entende? Meio confuso, eu sei! Mas quem sou eu, se não uma galáxia de confusões…Eu sou assim mesmo… Cheio de falhas, erros e limitações… mas também sou cheio de vida, de sonhos, de amor, de fé e esperança em cada novo dia, porque o que realmente importa não é o que os olhos dos outros vêem, mas sim o que Deus vê, e Deus sabe que aqui dentro eu sou forte, capaz e merecedor de todas as bençãos que vier a mim, porque quem me tem abençoado é Deus, e quando Ele quer, ninguém impede o seu agir.Eu sou forte pra “kralho”! Porém alguns dias acho que sou fraco ao quadrado. E bobo ao cubo. Preciso de um lugar onde enfiar a cara pra esconder as lágrimas. Aí penso que não sou tão forte assim e começo a olhar pra mim. Sou forte sim, mas também choro. Sou gente. Sou humano “porra”! Sou manhoso. Sou assim. Quero que as coisas aconteçam já, logo, de uma vez. Quero que meus erros não me impeçam de continuar olhando para a frente. E quero continuar errando, pois jamais serei perfeito (ainda bem!). Tampouco quero ser comum e normal. Quero ser simplesmente eu. Quero rir, sorrir e chorar. Sentir friozinho na barriga, nó no peito, tremedeira nas pernas. Sentir que as coisas funcionam e que tenho que trocar de jeito quando insisto em algo que não dá resultado. Quero aprender e, ainda assim, continuar criança. Aprecio as coisas simples e quero continuar descomplicando o que parece complicado. Se der pra resolver, vamos lá! Se não dá, deixa pra lá. A vida não é complicada e nem difícil, tudo depende de como a gente encara e se impõe. Quero ser eu, com minha cara azeda e absurdamente açucarada. Não quero saber tudo e nem ser racional. Quero continuar mantendo o meu cérebro no lugar onde ele se encontra: meu coração. E essa é a melhor parte de mim.Estou aqui tentanfo me definir em um “Simples” texto, mas medefinir é muito difícil. Às vezes pareço comum, às vezes singular. Sou bem assim: Ando em crises, de tudo o que você imaginar. O que mais valorizo no mundo? Amigos. O melhor sentimento? Felicidade. O melhor verbo? Amar. Conheço uma parte de uma frase, não sei o autor, mas ela define bem quem sou: viver é tentar ser feliz. É o que faço: vivo. E sim, me considero uma pessoa feliz, apesar de tudo. Depois de uma queda? Levanto e sigo em frente. Já desisti de contar os mil e um foras que levo da vida. Vivo em busca de muitas coisas, mas já possuo a principal delas: a alegria. Uma companhia? Livros. Algo que te alegra? De novo os preciosíssimos amigos, preciosos porque são poucos. Já escrevi mil linhas e ainda não achei a resposta para a pergunta;Quem sou eu? Talvez eu seja"uma pergunta".
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