Nem Sabes Chegaste quando eu te Sonhava Poema
Pois o poema que efêmero é: não foi sentido nada em sua primazia... Mas aquele que é feito com amor, ao ser lido uma vez, será lembrado sempre um dia!
Dedicou àquela mulher o poema, e todos os lugares por onde passou com ela em seus pensamentos. Lembrou-se apenas de um simples sorriso que, de alguma forma, o deixava vulnerável a toda e qualquer vontade que viesse daquele encantamento.
A beleza inquestionável do poema inspirado compensa, e com larga vantagem, qualquer falha técnica observada por executivos ou escrivãos da poesia.
O mais belo poema e aquele cujas palavras saem puras de sentimentos, sem se prenderem em rimas vazias.
Saem direto do coração para o coração.
Descer o olhar nas surpresas contidas na rede de frases de um poema: é subir raciocínios para a mente assim malhamos o pensamento...
Amarrei meu poema de baixo de um texto imaginário; escuta ele comendo as palavras que cai na estrofe
Pessoas ao meu redor nunca me compreenderam pelo que pensei e escrevi intencionando os devidos poemas que em meu coração se formava com inspiração;
O problema que em qual quer lugar do mundo pessoas nascem como flores e crescem sem conteúdo;
Vale a pena sonhar com um poema cuja alma tem grandeza e nunca se apequena, sempre vale a pena segurar entre os dedos a pena e escrever o enredo de sua alma, meu lindo Poema.
Amar é um poema delicioso, onde escrevemos o sofrer e aprendemos a nos superar, amando em felicidade vamos aprendendo mais sobre o ser...
Sempre que sua cabeça estiver confusa, saia de cena, vá ler uma trova, um poema qualquer, pois se a mente embrumada te mente, tu perde a tua essência.
É uma alegria ler um poema, sim, mas quem o lê com verdade sabe que por trás de cada verso há um abismo. O poeta canta porque não pode calar a dor; ri, porque não suporta chorar sempre. A sua alma criativa é um reflexo da crise, um espelho partido que devolve a luz em estilhaços de beleza. Que importa que o poema brilhe, se foi forjado nas trevas? Que importa que a palavra dance, se quem a escreveu mal se sustenta em pé? A obra é a fuga, o grito abafado, o sorriso que se desfaz no rosto antes de chegar aos olhos. Lemos e sentimos o êxtase da criação, mas esquecemos que o criador muitas vezes se consumia na chama que nos aquece. A arte é o suicídio adiado, o último suspiro antes do naufrágio. E, no entanto, quanta luz brota dessa escuridão! O poema é alegre porque a tristeza, quando pura, já não sabe nomear-se. E nós, leitores ingênuos, bebemos do veneno como se fosse mel, sem perceber que a doçura vem do mesmo fruto que envenenou o poeta. Mas não importa. A obra está acima do autor, e a beleza sobrevive ao caos que a gerou. Ler um poema é conversar com um fantasma que ainda não sabe que está morto, e, nesse diálogo, ambos, vivo e espectro, encontram uma paz que a vida lhes negou.
O poema pode revelar alguma loucura em uma máscara estranha, mas a verdade está diante do próprio ser.
Que este poema seja um lembrete de que a pior prisão é aquela que aceitamos dentro de nós. Mas em Cristo, há liberdade plena.
“Nunca me deram um lápis, meu primeiro poema foi escrito com um lápis emprestado, devolvi ao terminá-lo, mas quando comprei meu lápis, nunca encontrei quem o emprestou.”
“Ingrid Cristina, minha filha presente de Deus na minha vida, tua existência é um poema que o Senhor escreveu com amor; és bênção divina, flor plantada com ternura no jardim da minha alma.”
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