Nem de mais nem de menos
Quando o amanhã chegar
quero estar mais aberto
aos meus sentimentos
e também menos triste
para que ainda consiga ver
a verdade nos meus pensamentos
e a força que em mim existe.
Tornei-me imensamente grata desde que me dei conta que, uma noite a mais sempre traz um dia a menos.
DESDÉM
Já não espero mais pelos carinhos
E muito menos peço por amor
Já percebo, nas flores, mais espinhos
E vejo sombra onde foi esplendor
Tudo o que peço agora é atenção
Um "bom dia", um "boa noite", um "tudo ok"
Presença que me extirpe a solidão
Uma resposta, um gesto ou um "não sei"...
Prefiro um rude não ao cruel desdém
Quando só peço um doce querer bem
Rogo atenção e espero, paciente
Mas eis que essa alma, fria como um gelo,
Ignora e menospreza o meu apelo
Nem se cala, nem nega e nem consente!
Tudo na vida é aprendizado, e aprender é bom pois te deixa mais sereno, menos ansioso, mais sábio, menos arrogante e mais forte.
A cultura minimalista é um caminho sem volta para uma sociedade mais equilibrada e com menos desigualdades.
Sempre haverão provações,
Mas elas são nada mais nada menos,
Maneiras para nos fazerem maiores e
melhores que antes.
O tempo e suas capacidades de nos renovar.
Vamos ficando cada vez...
Mais ousados, menos ansiosos, menos exigentes.
Mais simples, menos ambiciosos,menos complicados.
Mais sábios, menos curiosos, menos arrogantes.
Passamos a enxergar melhor à nossa volta, a ver com clareza quem se importa,quem não.
Quem te agrega,ou quem abre mão.
Começamos a falar mais com a alma e a ouvir o coração.
Apesar do tempo estar envelhecendo o corpo,acaba por nos trazer o equilíbrio.
A real beleza interior se estabelece,e é vista por quem sabe apreciar.
A vida vai ganhando cor,e vivemos em prol da paz,já não queremos tanto...
Queremos o simples, o essencial,o que encanta e faz nossa alma feliz.
Não preocupo mais com o tempo estar passando,pois junto com ele venho aprendendo a grandeza que é viver !
04 de setembro 2018
10:29 am
Paixão
O que e esse sentimento tão difícil de se lidar?
Nada mais nada menos que uma bomba de sentimentos, que cai sem avisar, e do mesmo jeito que te levanta!
Te derruba!
Te maltrata!
E te mata!
Mais sem esse sentimento, o q seria de nós humanos? qual seria a graça da nossa vida?
A graça de querer
A graça de sentir e de viver
Gosto de acreditar que as minhas palavras ajudam a que pelo menos um desconhecido tenha os dias mais bonitos e as noites mais tranquilas.
Ilusão de poeta num mundo louco e escorregadio.
Quanto mais você aparecer, menos de Cristo hão de ver em ti.
Que a sua vida venha dar destaque a Cristo e não a si próprio!
Sejamos simples, humildes, menos exigentes, menos marketing e mais produto. Sejamos sorriso gratuito, sejamos abraços fortuitos, sejamos andar ao sol, admirar a lua, banhar na chuva e pisar na lama. Sejamos desarrumar a cama, não maquiar o rosto, se contentar com o esboço, reconhecer quem nos ama.
"Cuide mais de si, e se preocupe menos em se exibir. Quem reclama que as pessoas falam o que querem, que se metem demais no que não lhe dizem respeito, que nada do que faz dá certo, mas que a cada momento narra tudo que acontece em sua vida, que não é nada além do que todos passam, mas que em suas cabeças fantasiosas e iludidas cismam que são especiais para serem acompanhadas por tudo e todos, perdem totalmente a moral para exigir respeito, privacidade, e seja o que mais for. Se respeite, seja mais seguro de sua felicidade, e mais responsável por seus problemas. O que é seu, guarde somente para si e para quem mais precise saber. E é só. Para de fazer desabafos, de mostrar o que tem, ou o que não tem, mas finge que tem para fazer o papel de 'vítima' dos 'recalcados'... Para de viver de aparências. Ser fútil não está e nunca estará na moda, e só acarreta uma coletiva vergonha alheia para quem age assim.
Pessoas maduras não precisam provar/mostrar nada a ninguém... Não precisam forçar atenção. Suas necessidades são outras... Sentir o que se vive, por exemplo."
Não passe a vida alegando não ter tempo para nada, quando menos esperar você realmente não terá mais tempo
Na minha infância não se falava em trauma. Nós éramos mais ou menos consolados, e a vida seguia sem muito espaço para dramas. Fazia parte do processo educativo aprender a resolver os próprios problemas desde cedo. Me virei como pude.
