Necessidade
"A sua necessidade compulsiva de cavar discórdia e fazer perguntas inconvenientes só escancara uma coisa: a incapacidade absoluta de suportar a própria companhia em silêncio. Não vou gastar a minha energia servindo de palco para o seu teatro de perturbação."
"A necessidade de provar estabilidade para os outros geralmente é a primeira prova de que nada vai bem por dentro."
Que busca nesse mundo para suprir minha necessidade de ter um reflexo sobre o dia que já passou, ter esperança pelo dia que vai chegar, sempre buscando compreender melhor ou poder fazer para não morrer sem entender os propósitos da vida.
“Nem sempre mudamos de escolha por necessidade; muitas vezes mudamos porque negociamos conosco mesmos.”
"Quem evolui apenas quando precisa reage a uma necessidade de mudança; quem evolui antes da necessidade antecipa a própria liberdade."
... nós, homens,
temos por hábito - seja por
necessidade ou conveniência -
ceder ao inadmissível. Hábitos
para os quais oarrependimento,
sozinho, será incapazde ressarcir.
No entanto, a contachega,
e em porçõesdistintas...
Pondere a vida!
... a Ética
é um daqueles artigos de primeira
necessidade, ignorada por muitos e
evitada por tantos outros, por confrontar
algo que não admitimos violado:
nossas zonas de
conforto!
Ser você mesma é uma das formas mais preciosas de liberdade.
Não há necessidade de aprovação quando se aprende a habitar a própria essência.
A NECESSIDADE DE ALLAN KARDEC E DE JOSÉ HERCULANO PIRES HOJE.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Capítulo I
— O esquecimento do método e o surgimento dos corpos estranhos.
A diferença entre Doutrina Espírita e movimento espírita.
Como práticas alheias foram sendo incorporadas.
O abandono do estudo sistemático.
O fenômeno da "igrejificação".
A substituição da investigação pela crença.
Capítulo II
— Allan Kardec: o método acima da personalidade:
O Controle Universal dos Ensinos dos Espíritos.
O papel da razão.
Ciência, filosofia e consequências morais.
A rejeição do dogmatismo.
Capítulo III
— José Herculano Pires: o defensor da fidelidade kardequiana.
Sua crítica ao misticismo.
A denúncia da burocratização.
O combate ao personalismo.
O conceito de "Espiritismo de base, exemplo de Allan Kardec, porque o que temos visto hoje é um Espiritismo do achismo". Sendo assim surgem os desvios como:
Capítulo IV
— Os corpos estranhos introduzidos no movimento espírita.
Ritualismos.
Sincretismos.
Culto à personalidade.
Fascinação mediúnica.
Mensagens sem controle.
Superstições.
Práticas sem fundamento na Codificação.
Capítulo V
— A mercantilização da palavra.
A questão da cobrança por palestras.
O princípio da gratuidade em Kardec.
Distinção entre remuneração profissional por despesas e comercialização da atividade doutrinária.
Referências em O Livro dos Médiuns e Obras Póstumas.
Capítulo VI
— Quando o centro deixa de ser escola.
O abandono do estudo.
O excesso de eventos.
A superficialidade.
O enfraquecimento da pesquisa.
Capítulo VII
— A fascinação coletiva
A idolatria de médiuns.
A infalibilidade de dirigentes.
Redes sociais.
Influenciadores espíritas.
A crítica kardequiana.
Capítulo VIII
— Como Kardec resolveria os problemas atuais
Aplicação do método.
Crivo da razão.
Universalidade.
Pesquisa permanente.
Atualização sem deformação.
Capítulo IX
— O legado de Herculano para o século XXI.
Filosofia espírita.
Liberdade de pensamento.
Responsabilidade intelectual.
O combate ao fanatismo.
Capítulo X
— Conclusão.
Um chamado ao retorno da Codificação.
Fontes completas.
Todo estudo deve ser fundamentado em:
O Livro dos Espíritos.
O Livro dos Médiuns.
O Evangelho segundo o Espiritismo.
A Gênese.
Obras Póstumas.
Revista Espírita (1858–1869).
Obras de José Herculano Pires.
como O Espírito e o Tempo, Introdução à Filosofia Espírita, O Martírio dos Doutrinadores e Curso Dinâmico de Espiritismo.
A análise distinguirá cuidadosamente a Doutrina Espírita codificada por Allan Kardec das práticas adotadas por diferentes instituições e grupos ao longo do tempo, evitando generalizações e fundamentando as críticas nos princípios metodológicos da própria Codificação.
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Talvez habitar-se seja também
renunciar à necessidade
de encontrar uma versão definitiva de si.
Permitir-me mudar,
desconhecer-me por vezes,
reconhecer minhas próprias contradições
sem transformá-las em condenação.
Por tanto tempo procurei nos outros
um lugar onde pudesse pertencer
que, às vezes, me esqueci
de permanecer comigo.
Confundi a entrega com a permanência,
a presença com a segurança
e o desejo de ser amado
com a necessidade de ser reconhecido.
Hoje, começo a compreender
que nem todo encontro será abrigo,
nem toda despedida será abandono.
Há quem permaneça por uma vida e quem, por um instante, nos revele algo que desconhecíamos em nós.
E, quando o mundo se tornar distante,
quando os encontros terminarem
e a maré novamente me trouxer à margem,
quero encontrar em mim
um lugar onde seja possível permanecer.
Quero aprender a estar sozinho
sem fazer da solidão uma sentença.
A reconhecer minhas ausências
sem procurar em cada presença
alguém que possa preenchê-las.
Sei que ainda haverá dias
em que desejarei fugir de mim.
Dias em que antigas feridas
voltarão a exigir atenção
e em que o passado parecerá
mais próximo do que realmente está.
Nesses dias,
quero me conceder a mesma delicadeza
que tantas vezes ofereci aos outros.
Sem a necessidade de respostas imediatas,
sem transformar cada recaída
em fracasso definitivo,
sem esperar que todas as minhas partes
estejam finalmente resolvidas
para me permitir viver.
É na intimidade do que fui
e na incerteza do que ainda serei
que continuo a me reconstruir.
A ONU tem uma necessidade indizível de apresentar espetáculos circenses para agradar a incontáveis idiotas espalhados pelo planeta.
Nasceu em mim a necessidade de exercer a sinceridade, quando essa se tornou a única ferramenta capaz de não mais me ferir, pois passou a valer muito mais a pena um "não" dito com sinceridade do que um "sim" pronunciado covardemente, influenciado pelo meu orgulho.
Temos cada dia mais a necessidade de mostrarmos aquilo que não somos para pessoas que não amamos, pois quem ama de verdade aceita o outro do jeitinho que ele é.
