Necessidade

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O meu coração grita pela necessidade de amar e ser amado pelo sentido que estabelece a vida;

Os anjos festejam de certo a necessidade humana
A proteção peça a divindade dos céus
Com o melhor de nossa fé...

A minha arte é a artimanha de não usar a arte por necessidade;

⁠Eu te amo pela razão de amar e pelo mesmo motivo de quem gosta
Te amo sem necessidade, te amo sem frustração, mas com um sentimento em verdade...
Te amo porque eu tenho um coração e o sentimento mais forte que existe... É o amor queimando em paixão;
Te amo como homem que luta pelo querer
É um amor mais que sincero é o amor que me faz viver!
É um amor que não é cobrado... É o amor que é preciso, é um amor confiável.
Te amo para ser feliz, te amo para ser forte
O meu amor é eterno e vai além da morte;

"Sigo atravessado por uma dúvida essencial: Seria apego ou necessidade de permanência?"


projeto Trilho365

Eu só quero encontrar um amor que eu não tenha necessidade de ensiná-lo a me respeitar, porque esse dispositivo já o acompanha de fábrica.

William Contraponto


William Contraponto é uma construção autoral que nasce da necessidade de transformar em palavras aquilo que atravessa a experiência humana. Sua literatura não se prende a uma única temática, escola ou forma de expressão. É uma obra que se permite mudar de ritmo, de perspectiva e de assunto, mantendo, ainda assim, uma identidade própria.


Em seus textos, pensamento e sensibilidade caminham lado a lado. A reflexão pode surgir de uma experiência cotidiana, de uma relação, de uma paisagem, de um acontecimento histórico ou de uma simples percepção. Da mesma maneira, um poema pode nascer de uma ideia e terminar em sentimento. Não existe uma separação rígida entre o que se pensa e o que se sente.


Essa liberdade faz com que sua produção percorra diferentes territórios. Há espaço para a poesia reflexiva e filosófica, mas também para o amor, a música, a narrativa, a história, a crítica social e as pequenas experiências que compõem a vida. Alguns textos procuram provocar uma pergunta; outros procuram criar uma atmosfera; outros simplesmente encontram na palavra uma forma de expressar aquilo que dificilmente caberia em uma conversa comum.


O próprio nome Contraponto traduz essa característica. A palavra sugere a presença simultânea de vozes distintas, de perspectivas que se aproximam, se enfrentam ou simplesmente coexistem. Em sua literatura, a realidade não precisa possuir uma única interpretação. O mundo pode ser observado por mais de uma janela, e cada uma delas pode revelar alguma coisa que a anterior não mostrava.


Por isso, William Contraponto não se resume ao poeta que pensa sobre a existência. É também aquele que observa as pessoas, acompanha as transformações do mundo, percorre diferentes tempos e lugares, transforma experiências em versos e encontra musicalidade onde poderia existir apenas reflexão.


Sua obra se desenvolve nessa amplitude. Não procura permanecer imóvel dentro de uma definição, mas construir, ao longo do tempo, uma linguagem capaz de acolher diferentes formas de expressão.


William Contraponto é, assim, menos uma resposta sobre o que a literatura deve ser do que uma experiência contínua de criação. Uma voz que transita entre pensamento e emoção, entre realidade e imaginação, entre o íntimo e o mundo, fazendo da palavra não apenas um meio de dizer, mas uma maneira de olhar.


E talvez seja justamente essa liberdade que melhor defina sua literatura: a possibilidade de escrever sobre muitas coisas sem deixar de ser, em todas elas, o mesmo autor.

A necessidade de saber para onde ir na vida vem da confusão e do sentimento de estar sozinho. No dia a dia, se perdendo em trabalhos cansativos e distrações, esquecendo de nós mesmos. Para encontrar o nosso caminho, precisamos de acordar, entender as nossas experiências e crescer com elas. Podemos fazer isso sozinhos, pensando, ou estando perto de outras pessoas de verdade.

Vivemos tempos estranhos.
Nunca houve tanta vitrine, tanta exibição, tanta necessidade de ser visto.
E, ao mesmo tempo, nunca houve tanto vazio silencioso.
Talvez o mundo não sofra apenas de crise econômica.
Talvez sofra de uma pandemia de miséria invisível —
a miséria de sentido,
a pobreza de propósito,
a carência de consciência.
Aprendemos a medir riqueza por números, seguidores e aplausos.
Mas quem mede a paz?
Quem contabiliza a serenidade?
Quem investe na própria integridade?
É possível possuir muito e ainda assim não possuir a si mesmo.
É possível ter pouco e ser abundante por dentro.
Talvez o verdadeiro trocadilho não seja RICO ou POBRE,
mas POBRE por dentro ou RICO em essência.
A exibição pode impressionar o mundo.
Mas só a profundidade sustenta a alma.
A prosperidade que realmente edifica não depende de palco.
Ela nasce no silêncio, cresce na coerência
e floresce na consciência.
Que escolhamos a riqueza que não se desgasta,
a prosperidade que não depende de comparação,
a abundância que começa no espírito.
Porque no fim,
não é o que mostramos que define quem somos,
mas o que cultivamos quando ninguém está olhando.
Muita paz — daquelas que não precisam ser anunciadas.

"O autoconhecimento nos liberta da necessidade de agradar a quem não soma."

Quando a necessidade morre, muita gente enterra o vínculo junto.

“Alguns vínculos sobrevivem menos pelo amor e mais pela necessidade inconsciente de sustentar faltas antigas. Desapegar, às vezes, é interromper um ciclo e não apenas terminar uma relação.”
Dr Ederson Dantas psicanalista CBO 2515-50

Chega determinada fase da vida que é preciso descobrir a necessidade de estar só para viver certas experiências.
Esse estar só é diferente de ser só. Contudo ele só é possível na solidão, onde se encontra na vivência do silêncio, surdo do mundo, a experiência de viver as demoras, de reencontrar a coragem mesmo que exista cansaço.
É um momento da vida, em que você olha para o céu azul e experimenta o sabor dos sonhos, como se fossem nuvens de algodão doce a enfeitar o nosso céu; momento em que se contempla no verde das matas a esperança de uma nova chegada, ainda que certo seja que haverá uma nova partida; compreende que o vento frio que bate na face também é caricia de Deus em nós.
Viver nos torna fortes, amar nos faz sensíveis e a fé em Deus nos torna capazes de seguir.
E a gente aprende que seguir, só vale a pena, quando se transcende a própria solidão e se descobre que mesmo só, a vida é união, a vida é comunhão e só se chega quando se ama.
Ainda que se tenha que amar sozinho!

Nascemos com as bençãos da natureza
aprimora las é uma questão de necessidade.

"A abundância começa onde a tecnologia encontra a necessidade humana básica."

"Seja a ponte entre a tecnologia de ponta e a necessidade humana diária."

"Sua necessidade constante de diminuir os outros é a prova mais clara de que você não suporta o próprio reflexo."

Apenas repetir o que os outros mandam não substitui a necessidade de vivermos com bondade, dignidade e educação na prática.

É sempre bom pensar que os ratos por terem se alimentado do queijo sabem por necessidade como desarmar a ratoeira.

Entre os humanos não há necessidade de aplausos; no reino animal é perfeitamente dispensável o gargalhar das hienas.