Navegar
Que meu corpo seja teu livro favorito,
Onde você possa navegar por entre as letras impressas sobre minha epiderme
E ler devotamente cada uma de suas entrelinhas.
Descobrirá assim que cada página tem o seu encanto
E que a passagem dela te conduzirá a um êxtase cada vez maior,
Cobrindo tua alma com as mais imprevistas e surpreendentes sensações,
Assim como um livro, meu corpo fará você viajar para outro lugar.
Terá uma vontade louca de lê-lo pausadamente,
E a cada leitura aumentará teu desejo de continuar lendo sem interrupção,
E após o término desta intensa e deliciosa leitura terá vontade de lê-lo novamente e novamente.
E o vento sacode a passagem do tempo dizendo, em câmera lenta, que navegar sempre é preciso. No horizonte, a certeza do momento e do azul que existe lá na frente...
E o vento sacode a passagem do tempo sussurando, lento, que navegar sempre é preciso... No horizonte o momento azul, alterna com as nuvens e os sonhos, o doce balanço do inesquecível.
Praia, barco, navio a navegar,
São longes lugares que vou
Sentidos contrários, tortos...
Sigo por caminhos, ruas
Vou buscando, tentando
Cruzar horizontes
Abrir porteiras,
São assim meus passos
Voos distantes, desertos
Pensamentos, só.
Cruzo vilarejos,
Naufrago
Avenidas largas
Matas distantes,
Vou sem direção
Sem remo...
Mas há um caminho
Onde chegar
Talvez longe, talvez perto...
Um caminho que me busco
Me procuro,
Um caminho
Onde vou me encontrar.
Saberei quem sou
Para onde fui
De onde virei
A onde estou.
Amor que consome
Para desfrutar do navegar que me perco no olhar
Para ser consciente quando então pestanejar
Me desvinculo e me prendo em meio a palavras e sussurros
Te recrio em pensamentos na realidade obscura
Fico sóbria e volto ao delírio da amargura que me desconfigura
Me perco no seu silêncio e me calo no meu grito
Fico inconstante entre idas e vindas da sua personalidade que me prende
Alegria e desespero de perder o teu sorriso junto ao meu
Não sei se vou ou se fico nos teus braços dos abraços infinitos que se acabam de repente
Volto a mim me achando em ti
Corro ao encontro do nada e mais uma vez encontro seu olhar no meu
Mas como pegaria de volta esse coração que já não bate em mim
Fica solto, se te prendo me escapas
Nos desejos de te ter só pra mim
E saber que nunca se vai
Que seu amor de mim não sai
Ou seria o meu amor que me trai?
Traçar uma existência longe de Deus é como navegar em um eterno labirinto de escuridão, nadando em círculos perpetuamente sem nunca encontrar o fim da estrada.
Quando estamos juntos no mar da vida, e colocamos nosso barco a navegar com os remos da união, ficamos mais seguros, pois é uma forma de dar as mãos.
A vida é como navegar sobre as águas, no fundo é solidão, enquanto por cima são águas que correm entre as pedras. Mas nos desesperamos em meio as ondas e entramos em aflições sem perceber, aflições desnecessárias; fazemos aquilo que é apenas uma gota d' água transformar-se em mar revolto. E muitas vezes, só observamos o seu valor depois que a fonte seca. A água parada perde a sua pureza. Assim é a sua vida, o mau comportamento vive no fundo do mar das angústias, mas se você quer matar a sede seja como as correnteza que vão de um lado para o outro. O coração ingrato é semelhante ao deserto sem fontes de águas vivas. Busque ser tranquilo como os rios e assim você permitirá refletir as coisas boas, ao seu redor, com sua inteirezas para uma vida plena. Seja um navegante e não um viajante. O navegante navega sobre os mares sem medo de se afundar e chega a sua terra prometida.
O viajante viaja no tempo enquanto a vida se torna estática, imexível onde nada muda! Lembre-se os barquinho no mar somos nós, mas só quem toca e norteia as águas é Deus!
Relacionamentos é como navegar em alto mar, você nunca sabe quando vai naufragar ou quando vai ter pedras para desviar.
Daria tudo para senti
para tocar,
faria mais que o possível
iria bem mais...
navegar,
naufragar em teus olhos
mergulhar
entregaria minha alma
meu corpo,
qualquer coisa daria
para me libertar
das correntes, do vazio.
Não encontro mais nada
além,
Não vejo
nada mais que saudade.
BARCO DAS ESPERANÇAS.
Márcio Souza. 22/02/16)
A vida, é um itinerante barco do tempo a navegar,
Pelas espumantes ondas e águas no azul do mar,
São dois amores que na imensidão se abraçam.
As ondas são as ilusões e desilusões que
sobem descem e passam,
Enquanto as águas são os amores
e as oportunidades reais de vida.
Porque somente o amor, que com o tempo,
nasce, cresce, sobrevive e fica.
Márcio Souza.
Ser um bom marinheiro é navegar dos mares mais calmos aos mais violentos. E estar pronto para as tempestades.
Não deixe que o vento te guie pra qualquer lugar, aprenda a navegar para que o leve para o lugar que deseja estar.
Chega o momento de desatar os nos que prendem ao passado, para navegar noutros mares e noutros lugares
Grande dúvida que sufoca o coração e corrói a alma,navegar nas tuas palavras é um mar perigoso,as vezes o vento sopra ao meu favor,e as vezes está contra.
De lagrima em lagrima, vou enchendo um mar de dor, por onde eu fui condenada a navegar, até que eu caia em direção a morte, ou um outro destino bem pior...
Se tudo que existisse dentro das pessoas transbordasse, seria fácil navegar, mas onde estaria o prazer das descobertas...
