Natureza
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Cuidar bem da natureza,
muito além da simpatia,
é premiar a beleza
que nutre a sabedoria.
PedrO M.
Do Polegar ao Calcanhar de Deus
Deus e natureza não são a mesma coisa. Deus é a pura perfeição, amor e perdão. A natureza, por mais magnífica não é perfeita e jamais poderia ser. Deus a criou assim como criou tudo, mas Deus não é a natureza, a natureza é uma criação e uma parte ínfima de Deus. O logus divino, Deus, abarca absolutamente tudo.
Infelizmente somos a parte mais frágil da natureza divina, inimigo de nós mesmos, porém a fé e a resiliência nos dá a capacidade de coexistir em meio as complexidades.
Dragões dizem: "A pureza da natureza "
" O tecido do universo está em minha mãos. "
Não quero mudar o cenário, mas, sou tão natural que não posso evitar a minha natureza. Peço a gentileza para à reflexão: Nada se perder, tudo se transforma. ( Lavoisier)
Vejo á pureza nas estrelas e nos asteróides. Vejo á pureza no sol e na lua.
Vejo a pureza no oceano e nos verdes das matas.
Vejo a pureza nos animais e nos homens e suas variadas intenções.
Vejo a pureza nos terremotos, maremotos, tsunamis, vulcões em erupções, geleiras derretendo, nos relâmpagos, trovões, terras áridas, deserto escaldantes, tempestades, ciclones, tornados, ventanias, cujo, não há manifestações de anjos ou de demônios, por mais doloroso ou cruel que seja. Há natureza não dá saltos, mas, é pura em suas ações naturais. No verão ,no inverno, na primavera ou outono, bem como vejo a pureza nas cavernas úmidas , escuras e frias. Os recursos naturais são obras primas dá vida que merece a nossa estima, lógico que cabe ao homem não julgar, não destruir ou aniquiliar, porém, aceitar o natural e se adaptar para evoluir e mesmo que o Planeta terra venha acabar ou explodir e virar pó, tudo é melhoramento e com á certeza tem sua pureza, tem a beleza para o fim( mudança) e para novo começo, assim se faz os ciclos da vida na existência.
Agora, se você no campo individual tem medo, não tenha. Se você tem coragem, vai enfrente, isto é se você quer melhorar, saiba que pode e deve com seus direitos e deveres, respeitando a tua natureza e a natureza em tua volta. Não esqueça quando você agredi a natureza, ela de alguma maneira retribuira na mesma medida ou na mesma proporção, não é vingança, apenas o recurso natural disponível no equilíbrio da natureza ou no equilíbrio natural das coisas. Salve os Dragões naturais.
"O ser humano é carente pela natureza".
Descubra do que ele carece e dê só um pouco disso, aí terás o total controle sobre ele.
O mestre disse: Por natureza, os homens são próximos; a educação é que os afasta.
O florescer do conhecimento da alma tem um elo profundo à nossa entrega ao aprendizado da vida, por muitas vezes doloroso, mas uma oportunidade. única, divina...
Deus criou a natureza
fez a terra e fez o mar
encheu tudo de riqueza
pra cada ser conquistar
mas quando fez a beleza
o nordeste com certeza
ele escolheu pra caprichar.
Se amor é grande se diz planeta, se forte, como a natureza.
Se frágil, revela-se como rosa. Diz-se ágil, como raposa.
Ardiloso como o vento, fervente como água.
É impactante como a brisa e ‘verdadeiro’ como duvidas?
Poesia reflete vida – e desta natureza provém imperfeições várias.
Poesia é sina, e é certamente ir além dos reais limites da contextura e da mera moldura métrica.
A vida é como a natureza, sempre cresce para áreas até impossíveis de imaginar, nós somos os humanos que maltratam a si mesmos.
Ansiar por calmaria é como negar a natureza da própria existência. Tudo é feito de caos e movimento desde as estrelas até o organismo que nos mantém.
Vêm da floresta profunda
Nossa mais bela verdade
Somos seres da natureza
Feitos dos elementos do Cosmo
Quem desperta e se enxerga
Nunca mais se sente só
Pois descobre num instante
Que todos somos um...
A roda gira, tudo volta
A vida é uma mudança constante.
O mais bonito retrato é o da própria natureza, pois, DEUS na sua humildade fez sem tintas a sua beleza.
"O homem possui fraquezas inerentes a própria natureza humana, mas o adorno do Espírito Santo transporta essa sensação a outras dimensões. "
Giovane Silva Santos
Expressar o humano não é arte, é uma gritaria; toda arte por natureza deve ser fingida. Se me dissestes que a gritaria pode ser arte, responder-te-ia, o belo pode ser nauseante e o agradável poderia vim a não ser prazeroso? De imediato poderia replicar que as duas coisas não necessariamente têm que andar separadas, argumentando para isso, talvez, em termos de pulsões, treplicaria, então, não há registro deles no aparelho psíquico, pois estamos vivos sabendo que vamos morrer sem nunca ter morrido, ou seja, eles nos são simbólicos em certa medida, por isso a sensação de sermos infinitos e a morte nada, em um salto de percepção desejada, em uma sensação irrefletida e apontada para o nada (o desconhecido) e em um processo contínuo de linguagem (simbólico), o tão caro nirvana dos místicos, o encontro com o dharma _encontrando-se_, e acrescentaria, não necessariamente têm que andar separadas, mas necessariamente devem andar separadas, o próprio fato de tender denuncia isto, pois quando misturadas não seria nenhuma uma coisa nem outra, não seria agradável a priori (naturalmente), porém, como uma proposta revolucionária e inovadora e boa e genial, sim todas as coisas entrelaçadas pelo desejo, e não correlacionadas diretamente em termos de implicação lógica, mas nunca vista (sentida e compreendida), por isso o processo de apreciação se dar pela exposição e absorção do discurso, ou seja, uma dessensibilização. Em síntese, se torna um absurdo defendido, pois todos desejam ('não morrer' !?) e imune a qualquer racionalização que por natureza exige coesão lógica interna e externa, além do mínimo, ou necessário, de resultados pragmáticos, ou seja, se torna um discurso esvaziado de conceito, quando muito, de rigor. Poderias fazer a observação de que há uma falha na minha argumentação, apontando para isso que as duas pulsões tendem ao infinito por não ter assinatura no aparelho psíquico, ou seja, ambos têm a mesma força de ação e presença, digo, em termos quantitativos são equivalentes, argumentaria pois que não poderia estar mais equivocada; a morte é a verdadeira significante da questão, pois o fato de não sabermos o que é o instinto de fato por sermos seres racionais, nos faz seres de linguagem, razão e sim, morte, a morte é o que nos constitui como sujeitos e humanos, homem. A vida é o enquanto, a morte é o final, o que nos aguarda e como todo final, não é desejado, por isso nos esforçamos ao máximo para tentar deixar o enredo um pouco mais interessante, mas desde o início temos somente uma certeza, a de que vamos morrer, isto é, que a história terá um ponto final e isto nos faz diferente de qualquer outro animal, ao ponto de ignorarmos o máximo possível este fato indubitável, vivaz e límpido, porém, tenebroso. Ademais, o que nos faz ser humano é o atravessamento da linguagem, a inserção da lei, isto é, da instância do superego com a pulsão de morte. Perfazendo, somos 'seres' que morrem, no mais são produções imaginárias, por vezes delirantes, por conseguinte, mentirosas.
O amor de Cristo por nós mostra que, apesar de dotados de uma natureza pecaminosa e desprezível, podemos ser amados. Tão amados que Jesus morreu por nós. Amar a si mesmo é viver o amor de Cristo por você.
