Nasceste
Retrato de Erica
Nasceste do ventre da vida,
Como a Frida Khalo
Cores rebentam sobre ti
Um delicioso regalo.
Sonhas ir a paris
Beber o teu café sem açúcar.
Aproveitas e vais à Holanda
ver os campos de tulipas,
Com esse teu cabelo ruivo
Que faz mover as tuas pupilas.
Destino ou ilusão?
Flor bela de natureza exuberante e rara
Nasceste em meio a meu capinzal
Linda beleza ao lado da erva do mal
Que até então há tempos atras eu cultivara
Mas de que adianta ela nascer ali?
se apenas me resta simplesmente deseja-la!
por mais que queira, não posso pega-la!
Todavia ainda continuo cultivando-a aqui.
Quem sabe isso mude um dia
E eu não mais seja tão triste assim
E meu mundo passe a ter alegria
Porem enquanto isso, rego meu unitário jardim
pois tenho nele a flor mais linda e sadia
mias bela que o jasmim, és tu, minha flor, yasmin.
“Não deixes que a lama em que nasceste te impeça de florescer. As flores mais fortes… são aquelas que se erguem das ruínas.”
Coco Chanel
Eu te amo oh linda flor de Jesus
Tu me acalmas tu me sustentas
Nessa morada de luz
Tu nasceste tão linda e bela.
Vós sois como o rosto daquela,
Que me ama.
Eu te amo,
Minha flor de jasmim!
Podes amar a mim,
Um tanto grande assim!
Que esse perfume enfim,
Inebrie o nosso lindo jardim.
Feito Fibra e Pedra
Nasceste para o sol
És mocidade
Em plena floração
Rosa que enfloreceu
Sobre teu rosto soberano
A vida em ti, que é sumo alegria
Em plena floração, fruto sem dano
Numa severa afirmação da luta
Uma impassível negação da morte
Feito pó, feito pólen
Feito fibra
Feito pedra
Nasceste Aqui & A Moça Bonita
Momentos indivisíveis
Orquestrando arestas
Na incapacidade do ser
Intuitivamente restrito
Caçadora de divindades
Alçar de asas firmes
Lados opostos
Adornos e laços
Indigência na ausência
Sigilo subliminar
No entanto
Dentro do sol
Minha sombra se projeta
Na voz
A chave
Harmonia
Flutuante
Paisagem
Sonora
Satisfação
De espírito
Ordem
Beleza
Sua
Medida
Presença
Ausência
Momentos
De inspiração
Aonde quer que eu vá
Eu descubro
Que
Um poeta esteve por lá
Bem antes de mim
Carreira singular
Nasceste com a missão de ensinar
Uma dádiva do nosso Criador
Escolheste essa carreira singular
Que baita orgulho! Tu és professor!
O médico, o advogado, o cientista
Todos eles já passaram por ti
Sob qualquer ponto de vista
Não é por nada que estás aqui
Enfrentas dificuldades diárias
Nos quatro cantos da sala
Desde as séries primárias
Trazes conhecimento na mala
Tu me motivaste a pensar
Sem ti, o que eu saberia?
Para sempre irei lembrar
Mestre, a mim tu és alegria!
Há sempre um sonho para alimentar a minha vida e a esperança diz-me; nunca desistas, tu nasceste com força para vencer...acredita!
E eu ingénua, como tenho fé, acredito!!!
Canoinhas Tremenda
Nasceste maior do que imagina,
és amor e paixão para toda a vida,
Canoinhas tremenda, corajosa
foste centro da Guerra do Contestado.
Canoinhas gloriosa, ainda tu
abriga as araucárias do destino
que ainda resistem a tudo
e que eu tanto na vida venero.
Canoinhas profunda, o teu
aroma de erva-mate faz com
que eu cruze oceanos em busca de ti.
Canoinhas dos rios Iguaçu e Negro,
por te amar de longe e de perto,
todo o meu amor à ti eu entrego
e sem nenhum arrependimento.
Canoinhas dos afluentes lindos,
no Paciência encontro contigo,
no Canoinhas celebro junto
o teu povo diverso e amigo,
no Tamanduá eu confirmo:
Canoinhas da minha vida,
melhor do que tu ainda não há!
Canoinhas até dos menores rios
que os versos fluem por cada um
deles, seja no do "Alemão, Água Verde,
dos Pardos, dos Poços, Fortuna,
Preto, Timbozinho, da Areia,
Santo Antônio e Arroio Grande",
eu honro o teu povo de alma gigante!
Flor do Sertão
Nasceste do avistamento
das tuas flores amarelas
no meio das matas,
Assim em florescimento
escolheste as tuas
próprias flores
como signo perenal
e de coincidente
identificação nacional.
Ergueste com fé, virtudes,
trabalho e plena entrega
como o teu Santuário
Nossa Senhora do Caravaggio
com as portas abertas,
em resgate estás
das tuas origens polonesas.
Caminhas em Maio
com a Romaria da Padroeira
seguindo em frente,
Abençoa o barcos
com o olhar adiante
sem temer o destino
e sem esquecer das origens
portuguesas, alemãs
e italianas continua
escrevendo a trajetória.
Deste Extremo Oeste
teu rebanho continua
sendo um carinho
e tuas lavouras de amor
um beijo de candor,
Flor do Sertão, amada,
tu és parte desta
Pátria Brasileira adorada.
Por este setembro
que tanto espero celebrar
contigo que tanto quero,
Flor do Sertão, amor sincero,
com os sabores que adoro
para a Festa da Galinha no Tacho:
cedo ando me preparando.
Iomerê
Nasceste Fachinal Branco,
e você sabe que te amo
(poesia contemporânea);
Iomerê originária, cabocla
e profundamente italiana,
o coração sempre te ama.
Plantaste a tua erva-mate
perfumosa no meu coração,
O teu milho foi a inauguração
e ergueste esta linda cidade.
Iomerê, minha clareira branca
ou campo branco em tupi-guarani:
o teu amor é único bem
que me fortaleceu e fez com
que eu chegasse por meio
dos ventos do Meio-Oeste até aqui.
Balneário Gaivota
Por obra do destino
entre praias e lagoas,
nasceste irmanada
com a linda Sombrio,
e por ti sou encantada.
És onde meu coração
e a razão encontram
todos os motivos para
viver em celebração
neste poético torrão.
Balneário Gaivota,
és aquarela divina
pintada pelas mãos
do nosso Criador,
a tua Natureza
é puro esplendor.
Balneário Gaivota,
te amo dia após dia,
te amo mês após mês,
sigo trotando firme
com o meu alazão
e rezando por toda a Nação
na Cavalgada de Santos Reis.
Bom Jesus do Oeste
Bom Jesus do Oeste,
nasceste Linha Gaúcha
e o teu nome consagra
a quem se deve
toda a mais grata prece.
Bom Jesus do Oeste
tu és filha gentil dos caboclos,
e desta História todos
admiram, a gente reconhece
e virou o destino de povos.
Bom Jesus do Oeste,
tu és reconhecida pelas tuas
matas, cachoeiras e belezas,
e deste caminho de ternuras
o meu coração está entregue.
Bom Jesus do Oeste
amo a tua gente amável,
vou onde o vento do Oeste
a araucária ainda venera,
és fortuna brasileira e poética.
Brunópolis
Nomeada em honra
ao teu orientador espiritual
Padre Bruno Paris,
nasceste com forte
condão norte e celestial.
Fortuna poética do Planalto
Sul de Santa Catarina,
A tua História foi escrita
com ternura, bravura
e entusiasmo da tua gente.
Marombas, Palmares,
picada aberta e lavoura
com muito amor erguida
no profundo do Estado
erguido pela imigração.
Nos teus sabores postos
na mesa que percebe-se
a sutileza do teu coração,
a tua terra é pura paixão
e tem inigualável sedução.
Na Cachoeira do Marombas
das horas sempre perco
as contas e ganho sossego,
e tenho a nossa História
escrita com romance e apego.
Na Cachoeira do Butiazinho
sem encontro o meu
doce e dileto refugiozinho
nesta cidade que acolhe
a todos com muito carinho.
