Nao Vou Mentir

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"Cansei de velhas bagagens... Muito me interessa o novo, o sensato o que não me causa dor. Vou em busca do que me faz bem, o resto to deixando para trás."

-Aline Lopes

Se o céu me dá plenitude, não posso me limitar, vou voar

Não vou mais lutar comigo mesmo. Essa guerra íntima sempre foi injusta: eu de um lado, tentando caber; o mundo do outro, oferecendo moldes apertados demais. Passei tempo suficiente tentando negociar minha existência, arredondar arestas, suavizar excessos, traduzir quem sou para ver se assim eu era aceito. Não funcionou. Nunca funcionou.

Nunca coube nas expectativas porque elas nascem pequenas demais para o que pulsa em mim. Nunca me ajustei para pertencer porque pertença, quando exige mutilação, vira cárcere elegante. Aprendi isso do jeito mais cansativo: insistindo. E só agora entendo que insistir contra si é uma forma sofisticada de abandono.

Sou o que sou. Não por rebeldia, nem como defesa. Sou o que sou como quem finalmente pousa as armas no chão e senta. Há uma paz estranha nisso. Não a paz da acomodação, mas a paz de quem para de se ferir tentando ser outra coisa. Sustentar-se dá trabalho, mas lutar contra si cobra um preço alto demais.

Escolho, então, essa trégua radical comigo. Não para me tornar imutável, mas para mudar sem me violentar. Não para agradar, mas para existir com decência. Sou o que sou — e isso, hoje, não é sentença. É abrigo.

Enquanto as pessoas estão murmurando pelo que sou e pelo que não sou, eu vou dando graças só por existir.

Tá escrito nas estrelas que eu sempre vou gostar de quem não gosta de mim.

Não questiono por que eu sinto vontade de viver; vou e faço, vou e vivo!

"Nem sempre vou brilhar, mas, tenho ótimos motivos, para não apagar."

(Verso 1)
Saio do serviço, vou tomar uma gelada
Eu gosto de beber, quem não gosta é minha amada
De repente o telefone toca, já sei quem tá na linha
Ela pergunta onde eu tô, se tô com outra galinha
(Verso 2)
Quando chego em casa a mulher vem brigar
Eu fico achando graça e calado vou ficar
Ela fala, fala, fala sem parar
Mas quando eu dou um beijo ela para de brigar
(Refrão)
Chega de brigar, chega de falar
Você não tem certeza
Tenho um jeito bom pra calar sua boca
Me beija, minha princesa
Tenho um jeito pra calar sua boca
Me beija, me beija
Tenho um jeito pra calar sua boca
Me beija, me beija

Não vou possuir a rosa, se o espinho é quem me colhe.

Vou porque ir é o meu destino, se volto, não sei, só a ida me faz peregrino.

Não importa a força do vento, eu vou subir a montanha.

Não importa a força do vento, eu vou contigo.

Não importa altura do monte, eu vou contigo.

⁠Pasárgada eterna
Vou embora pra Pasárgada.
Não conheço o rei. Mas, sei que lá não tem avião e ninguém precisa de tanta fé.
Tem rede com preguiça inclusa, todo dia é sexta-feira, e toda sexta-feira, pensando em sobra de feira, ela me sua.
Pasárgada tem reza. Tem cantos de oferenda. Tem axé. Tem afoxé!
É quando Deus descansa dos evangélicos.
Nietzsche proibiu pastores, em votações de assembleias.
Em Pasárgada tem rituais de Missa em Latim, e cestos de carinhos outorgados. Todos os rituais exigem tambores.
Muitos tambores.
A preguiça foi institucionalizada. A dança é democrática, e obedece a um engajamento entre pernas e quadris.
Saravá, Bahia! Saravá, Umbanda. Saravá, meus amores.
Em Pasárgada, o céu tem mais estrelas, os jarros têm mais flores. Eu preciso do endereço do Bandeira... Soube que o poeta mora no beco: o beco que ele cantou pleno de elipses mentais.
Os sertões azuis se assomam nas varandas. Paga-se bem aos professores e redes são estendidas perto da eternidade. As luas são enormes e generosas, e já trazem (inclusos) redes e conhaques.
Pasárgada tem campos de girassóis e broquéis contra insanos. Assistimos a luta de São Jorge contra o dragão, em tv 4k.
Em Pasárgada
Os poetas só precisam de alguns toques de imaginação.

⁠A linguagem do ESCRAVO é a greve, se não for como eu quero não vou mais.
A linguagem do SERVO é o salário, só vou se tiver algum benefício.
A linguagem do FILHO é o amor, vou porque amo-os, mesmo na imperfeição, desvantagem e dor, pois vou para entregar não para receber.

Não se preocupe
Eu vou cuidar de você
Você é muito
Idoso
Eu vou te dar o café da manhã
Que foi feito para um rei
Todas as suas refeições eu faço
Do zero
Nada é congelado
Você parece gostar do café da manhã
Que eu faço
Agora eu vou te preparar
Para começar o dia
Primeiro eu vou te barbear
O antigo jeito embora
Com uma lâmina e creme de barbear
Fique parado
Não mova a cabeça
Porque se você fizer
Eu vou te cortar
Vai levar alguns minutos
Para fazer isso
Então eu vou te dar um banho
Eu vou lavar todo o seu corpo
Agora é hora de enxaguar
Agora eu vou secar seu corpo com
Uma toalha de banho
E vestir você
Com suas roupas casuais

Parece que tudo tá se repetindo até que eu mude... Não decidi ainda se isso é justo — mas vou seguindo a vida, e me ajusto.

Você só precisa dizer a si mesmo
"Não importa quão difícil é, eu vou fazer!"

Sinto vergonha, não vou mentir… depois de ver com quem me trocaste, ficou difícil assumir que já fomos algo. Da próxima, capricha!

Eu sei que você não sabe.
Nem se notifica em saber.
Um dia Eu vou esquecer você
que.
Já superei