Nao Vou Mentir

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O político influencer tem o direito de considerar idiotas seus asseclas apaixonados, mas não mais que ele.⁠

⁠Muitos que afirmam que Homem não Chora, nunca se esconderam para chorar — num Corredor Hospitalar.


Talvez os “durões” nunca tenham precisado fugir para os corredores hospitalares, só para chorarem em silêncio…


Nunca tenham sentido o peso de uma notícia atravessando o peito, enquanto o mundo continua andando como se nada estivesse acontecendo.


O corredor de um hospital ensina lições que nenhum discurso pode alcançar.


Ali, onde os grandes também se esvaziam, se aliviam, o choro não é fraqueza — é sobrevivência.


É o lugar onde muitos homens escondem as lágrimas, não por vergonha, mas por amor: para poupar os seus, para sustentar quem precisa de força, mesmo quando a própria já está prestes a se esgotar.


“Homem não chora” — especialmente em público, dizem.


Mas chora na solidão, na madrugada, no banheiro trancado, no veículo, andando ou parado, no corredor frio onde esperança e medo disputam espaço.


Choram porque sentem.


Porque amam.


E, porque carregam responsabilidades que já não cabem nas palavras.


Talvez o verdadeiro sinal de maturidade emocional não seja conter as lágrimas, mas saber por que elas caem.


E, ainda assim, seguir em frente, de cabeça erguida, coração ferido, alma lavada e inteira…


Sempre cientes de que se esforçar para não chorar dói tanto quanto se esforçar para sorrir.

Quando ficamos presos num ambiente que não nos pertence, o nosso ser busca forma de se libertar. O ser humano nasceu para ser livre em diversas formas, tudo que prende a espécie torna-se pequeno diante a quem nasceu para ser livre. Essa liberdade talvez sequer saiu do papel, muitos chamam de utopia e outros de fantasia, quimera... e assim somos livres o suficiente para tornar o inimaginável em realidade.

⁠⁠⁠Quem não se curva aos caprichos dos apaixonados — não precisa mendigar respeito, sobretudo de gente tão confusa.


Especialmente das que confundem coisas tão simples como: arrogância com bravura, autoritarismo com autoridade, discurso de ódio com liberdade de expressão e bajulação com admiração.


Salve as Forças Armadas brasileiras!


São tão confusos a ponto de trocarem princípios por gritos, razão por devoção cega, e coragem por brutalidade.


Chamam arrogância de bravura, como se elevar a voz fosse prova de grandeza.


Confundem autoritarismo com autoridade, sem perceber que a verdadeira autoridade não se impõe — se sustenta.


E ainda se vestem de discurso de ódio com o rótulo de liberdade de expressão, ignorando que liberdade não é licença para ferir.


E, pasmem, confundem descaradamente bajulação com admiração, porque nunca aprenderam a respeitar sem se ajoelharem.


O problema não está em ter convicções, mas em permitir que elas substituam o discernimento.


Paixões desenfreadas não constroem — atropelam.


E quem vive de idolatria costuma se ofender com qualquer espelho que revele a própria incoerência.


Respeito não se implora.


Se pratica, se demonstra, se preserva.


E quem sabe disso não se curva a histerias coletivas nem se deixa intimidar por certezas barulhentas e vazias.


Salve as Forças Armadas brasileiras —
não como instrumento de paixões momentâneas,
mas como instituições de Estado,
que existem para servir à nação, à Constituição e à ordem,
nunca a delírios, vaidades ou projetos pessoais.


Porque maturidade democrática também é saber distinguir força de violência,
autoridade de abuso,
e amor ao país de fanatismo disfarçado de patriotismo.


O amor não se sustenta nem se eterniza só na calmaria, mas também na fidelidade nas tempestades.


Na saúde, na doença e na eterna gratidão por estarmos juntos.


Sem revolta, passamos o Natal no hospital.


Sabíamos — e seguimos sabendo — que o Grande Aniversariante veio pelos doentes.


Sem revolta, passamos o réveillon no hospital.


E hoje, sem revolta, passaremos também o nosso aniversário de casamento no hospital.


Porque sabemos que estar juntos não é circunstância — é aliança: na saúde e na doença.


Naquele que tem autoridade até sobre a tempestade, confiamos:
Ele jamais permitiria que a atravessássemos se não pudesse dominá-la.


Mas ainda assim, Pai Amado, humildemente Te suplico:
restaura a saúde da mulher da minha vida —
aquela que me deste por esposa.


Toca seu corpo com a Tua cura,
acalma sua alma com a Tua paz
e renova suas forças dia após dia.


Dá-nos vigor quando o cansaço insistir,
silêncio quando o medo tentar falar mais alto
e esperança quando os dias parecerem longos demais.


Sustenta-nos na travessia
e permite que, ao final dela, saiamos mais inteiros,
mais gratos
e ainda mais unidos em Ti.


Que o Pai Amado continue abençoando a nossa jornada!


A Ti, Pai, gratidão por mais um ano de casados!


Amém!

⁠Se a Partida dos que amamos não fosse tão Dolorosa, talvez quiséssemos fazer baderna no céu.


Talvez quiséssemos habitá-lo antes do Tempo de Deus — e sem ao menos nos dar ao trabalho de construí-lo.


Mas a dor existe — e não por crueldade.


Ela é o limite que nos ensina reverência.


É o peso que desacelera a alma para que ela atravesse o mistério com humildade, não com euforia inconsequente.


A Saudade, o Choro e o Silêncio que ficam nos que permanecem, são parte desse rito.


A morte não é um convite à festa, é um chamado ao recolhimento.


Se fosse fácil demais, talvez banalizássemos o Sagrado, transformando o eterno em continuação do ruído que fazemos por aqui.


A dor nos lembra que a passagem é muito séria, que algo imenso está acontecendo.


Ela organiza o caos interior, cala a pressa e quebra o orgulho.


Ensina que não se entra no céu como quem invade um lugar, mas como quem é recebido — desarmado, despido de excessos, sem baderna, sem aplausos.


Talvez seja por isso que dói tanto: para a Eternidade começar em profundo e reflexivo silêncio.

⁠Os ouvidos
da minha alma
não estavam preparados para
recusar carinho.


Esbanjando melodia, você ajuda o vovô a quebrar as próprias regras!


Os que conhecem um pouquinho de mim, sabem ou deveriam saber que detesto Áudios e Ligações por WhatsApp.


Mas aí está um dos áudios que fizeram a minha alma se sentir tão Amada e Laureada que até retornou a ligação.


Porque quando o afeto chega cantando, até as estranhas manias se calam.


Minha resistência, tão orgulhosa e rendida, só puxou a cadeira para se sentar e sorrir.


Não era só um áudio — era um colo em forma de som.


Nem era só uma ligação — era um abraço que aprendeu a discar.


E assim, a alma, antes desconfiada, aprendeu que algumas exceções não quebram regras:
elas revelam sentimentos.


Quando tropecei na certeza de acreditar que só precisava de três mulheres para ser Feliz: uma para me chamar de Filho, uma de Amor e outra de Papai, Deus me presenteou com a que me chama de vovô.


E quando esse carinho todo nos chama pelo nome, a gente atende.


Quando o amor insiste, a gente retorna.


Vovô ama porque reconhece.


E reconhece porque sentiu.


Te amo, lady Laura!

⁠Talvez não haja
livro mais bobo
do que o
“Livro Aberto”
da nossa própria vida.




Pois, não há imaturidade maior que colocar nossa história nas gôndolas das curiosidades.




Não por falta de páginas, mas por excesso de exposição.




Há histórias que não foram feitas para vitrines, mas para travesseiros.




Não pedem aplausos — pedem silêncio.




Não querem curtidas — querem maturidade.




Transformar a própria trajetória em material de exposição na gôndola de curiosidades é — no mínimo — confundir transparência com exibicionismo, sinceridade com carência e coragem com imaturidade.




Nem tudo o que vivemos precisa ser explicado.




Nem toda dor precisa de plateia.




Nem toda vitória precisa de testemunhas.




Há capítulos que só fazem sentido quando lidos absolutamente em segredo.




E há aprendizados que se perdem no instante em que viram espetáculos.




A vida não é um Livro Aberto.




É um manuscrito sagrado, com trechos que só o tempo, a consciência e Deus têm permissão de folhear.⁠

⁠Num mundo onde quase tudo se polariza, são os asseclas que têm o líder que merecem, não todo um povo.


Pois, onde quase tudo se polariza, tornou-se muito comum culpar povos inteiros pelos desvarios de alguns.


É um erro bastante confortável, porém recheado de injustiça.


Povos são plurais, contraditórios, cheios de silêncios e consciências que não gritam.


Quem grita costuma ser minoria — mas faz barulho suficiente para parecer maioria.


Os asseclas, esses sim, escolhem.


Escolhem seguir sem questionar, repetir sem compreender, defender sem ponderar.


Não são conduzidos apenas pela falta de opção, mas pela abdicação do senso crítico.


O líder que os representa não surge do nada: ele se molda à conveniência dos que preferem terceirizar o próprio juízo em troca de pertencimento.


Já o povo… o povo trabalha, sofre, discorda em silêncio, resiste como pode.


Nem sempre tem voz, nem sempre tem palco.


Generalizá-lo é repetir a injustiça que a polarização produz: reduzir a complexidade humana a rótulos fáceis.


Por isso, quando um líder se revela pequeno, autoritário ou ruidoso demais, não é todo um povo que ele traduz — são apenas os que o seguem de olhos fechados.


A Responsabilidade não é coletiva por conveniência; é individual por escolha.


E é essa distinção que impede que a crítica vire preconceito, e que a lucidez se perca nos ruídos dos extremos.

⁠Pai, se não puderes passar de mim esse cálice, permita-me ao menos cuidar dos meus antes de sucumbir-me ao cansaço da alma.


Há momentos em que a fé não implora o milagre da retirada do cálice, mas a misericórdia de adiá-lo por amor.


Não é a negação do sofrimento, mas o reconhecimento de que há responsabilidades que ainda pesam mais do que a própria dor.


Quando a alma se vê exausta, não é rebeldia suplicar por tempo; é humanidade.


É dizer: Pai, eu aceito o peso, mas deixa que minhas mãos ainda sirvam, que meu olhar ainda proteja, que minha presença ainda seja abrigo.


Pois, há dores que não escolhem hora, mas há amores que não aceitam partir sem antes cumprir o cuidado.


Cuidar dos seus, mesmo à beira do esgotamento, também é uma forma silenciosa de oração.


É fé traduzida em gesto, em permanência e renúncia…


Não se trata de heroísmo, mas de fidelidade: a fidelidade de quem sabe que o fim pode esperar alguns instantes quando o amor ainda precisa ficar.


E talvez seja nesse intervalo — entre o cálice e a rendição — que Deus mais se revele.


Não como quem afasta a dor, mas como quem sustenta o coração para que ele não se torne empedernido.


Porque às vezes, a maior graça não é ser poupado do sofrimento, mas não deixar de amar enquanto se sofre.

⁠⁠Quando eu me calar, eu sei que o mundo não sentirá saudade da minha voz, mas se alguém sentir, que se contente com ela.


Sei que o mundo seguirá em frente — como sempre seguiu — indiferente à ausência da minha voz.


Não porque ela não tenha existido, mas porque os ruídos do mundo, muito raramente, o deixam perceber silêncios que não gritam por atenção.


Ocupado demais com os próprios ecos, ele não notará a falta de uma voz tão insignificante que nunca quis ser multidão.


E está tudo bem.


Porque quando eu me calar, talvez não seja por ausência de palavras, mas por excesso de lucidez.


Há momentos em que falar já não acrescenta, explicar cansa e gritar não cura…


Então o silêncio deixa de ser fuga e passa a ser escolha.


Nem toda ausência precisa virar ruído.


E nem todo silêncio é pedido de aplauso.


Se alguém sentir saudade, que a sinta por inteiro, sem pressa de transformá-la em cobrança.


Saudade não exige devolução, não pede palco e nem reclama resposta.


Ela apenas existe — como prova de que algo foi dito, vivido ou sentido no tempo certo.


Ainda assim, se alguém sentí-la, que não lamente.


Que se contente com ela.


E que guarde essa voz como quem guarda um copo d’água no deserto: não para exibir, mas para lembrá-la.


Porque há vozes que não foram feitas para ecoar em multidões, e sim para alcançar um coração de cada vez.


O silêncio, quando escolhido, não é derrota nem esquecimento.


É o berço do descanso da alma…


O lugar onde a palavra aprende a ter peso justamente por não ser dita.


É a forma mais honesta de permanecer inteiro quando as palavras já não alcançam.


E se restar alguém que sinta, que se contente com o sentir.


Porque há afetos que não precisam de voz para continuar verdadeiros — sobrevivem, intactos, exatamente no espaço onde o silêncio começa.

A vida é curta demais para não querer viver,
triste demais para entender,
rápida demais para esperar,
e rara demais para ser desperdiçada.

"Quem não consegue ver o que é precioso na vida nunca será feliz."

Inserida por biancavasconcelos

Não tenho para pessoas indecisas.

Inserida por aleynem

- Saber o que me irrita?
- Não. O que?
- Gente acomodada!

Inserida por aleynem

O importante não é ser. É tentar!

Inserida por aleynem

A gente luta pra alcançar um objetivo e quando alcançamos não podemos parar de lutar por ele.

Inserida por gusmazza

Não acho que a política seja cruel. Acredito que pessoas cruéis se utilizam da política para justificar seus atos.

Inserida por mariastar

''Voce entrou na minha vida pela porta da frente, e agora está saindo pela porta de trás. Nao sei se foi a escolha certa ter deixado voce entrar , acho que sim. Não podemos premeditar o acaso nem o inesperado. Paulo Coelho já disse que "viver é experimentar, e não ficar pensando no sentido da vida.'' Mas agora a porta está aberta, pode ir.''

Inserida por gustavoboroni

Na minha Vida,não busco atraso, busco adianto;
Busco Paz pra todos do começo ao fim do ano.''

Inserida por RastaelShivaya