Nao Vim para Satisfazer suas Expectativas
"Não sei porque as pessoas tem essa mania de chegar, conquistar sua confiança, se tornar especial e depois simplesmente sumir. Somem porque dizem estar ocupadas, dizem nunca ter tempo, mas sinceramente, eu não acredito. Cada um sabe a rotina que enfrenta, porém quem realmente ama sempre acha um espaço, nem que seja um simples 'Bom Dia', 'Tô com saudades de você', ou 'Vi algo e me lembrei de ti'.
Em meio a esses afastamentos vou me tornado cada vez mais neutra, tentando jogar com as mesmas peças, se quer brincar de silêncio, então vamos lá! Só não garanto que isso não dói e que não me faz chorar, porque não consigo ser assim, dizer que não me importo e não me importar mesmo. Eu me importo sim, sinto saudades sim e queria dizer o quanto me faz falta aqueles momentos vividos. Mas não vou dizer, apenas quero que meu coração não seja sempre assim tão bobo, que ele não acredite em tudo que lhe dizem, principalmente aqueles sorrisos encantadores que dizem: Você é especial. Toma jeito coração! Você não imagina o tanto de vezes que esse mesmo sorriso distribuiu palavras assim."
Nunca subestime os medos ou dificuldades de alguém, você não sabe de tudo que ele passou para estar ali!
Não foi eu quem disse que não merecia sofrer quem disse isso foi minha melindre, o que eu falei foi do medo que sinto de ela ainda vir a me convencer.
Às vezes precisamos abrir mão de quem amamos para o bem de ambos e isso não significa deixar de amar...
Eu não quero ser feliz fazendo apenas o que gosto, quero o tipo de felicidade que me permita escolher não fazer o que não quero.
É evidente que entre a democracia e o socialismo existe uma oposição. Não existe a mínima possibilidade da existência combinada do socialismo e da democracia. Ainda, infelizmente, a democracia permite que o socialismo seja criado de forma indireta.
Assim, não se pode pensar, como já se propôs algumas vezes, em deixar o socialismo tentar suas experiências a fim de por em evidência sua fraqueza. Ele geraria imediatamente o cesarismo, que suprimiria rapidamente todas as instituições democráticas. Não é no futuro, mas hoje, que os democratas devem combater seu temível inimigo, o socialismo. Ele constitui um perigo contra o qual deveriam se unir todos os partidos sem exceção.
Pode-se contestar o valor teórico das instituições que nos regem, pode-se desejar que a marcha das coisas seja outra, mas tais desejos devem permanecer platônicos. Diante do inimigo comum todos deveriam se unir, quaisquer que sejam suas aspirações. (...)
Certamente que as ideias democráticas não têm, sob o ponto de vista teórico, uma base científica mais sólida do que as ideias religiosas. Mas essa lacuna, que não teve outrora nenhuma influência na sorte de uma, não poderia entravar o destino da outra. O gosto pela democracia é universal em todos os povos, qualquer que seja a forma de seu governo. Estamos, aqui, portanto, diante de uma das grandes correntes sociais que seria inútil querer represar. O principal inimigo da democracia atualmente, o único que poderia vencê-la, é o socialismo.
(Psicologia do Socialismo)
Faça o que tiver vontade, fale o que quiser falar.. não siga regras para ser quem você é .. a vida é uma só..pelo menos é de uma só que vc lembra! então tenha motivos pra se orgulhar la na frente e dizer: - eu vivi!
Eu não tenho...
nada com isso
Nem com aquilo..
Não tenho nome,
Não tenho corpo,
Não tenho casa,
Não tenho histórias
Nem tenho apegos..
EU TENHO,
ASAS...
TENHO UM ESPÍRITO
SOU LIVRE!!
EU SEI VOAR!!
IMPORTÂNCIA DA TRADIÇÃO PARA AS CIVILIZAÇÕES
Uma civilização não se constitui até que se tenha criado uma tradição e ela não progride até que tenha modificado um pouco essa tradição a cada geração. Se a civilização não a modifica ela não progride. Se ela tentar uma modificação muito rápida, ela perderá toda a estabilidade e se desagregará e consequentemente irá desaparecer.
Assim, com valores e tradições deve-se ter muito cuidado. Não é impunemente que se agita o limo depositado pelos ancestrais no fundo de nós.
Os povos continuam a ser governados pelo seu caráter, e todas as instituições que não são intimamente moldadas nesse caráter não representam mais do que uma capa de empréstimo, um disfarce transitório. É certo que se fizeram, e se hão-de fazer, guerras sangrentas e revoluções violentas para impor instituições às quais se atribui o poder sobrenatural de criar a felicidade. E porque provocam tais movimentos, poder--se-ia dizer que agem sobre a alma das multidões. Mas, na realidade, sabemos que, triunfantes ou vencidas, as instituições não possuem em si mesmas qualquer virtude. Lutar pela sua
conquista é lutar por ilusões.
A IMAGINAÇÃO DAS MULTIDÕES`
Como em todos os seres em que o raciocínio não intervém, a imaginação representativa das multidões é susceptível de ser profundamente impressionada. As imagens que uma personagem, um acontecimento, um acidente, evocam no seu espírito têm quase a vivacidade das coisas reais.
As multidões estão um pouco na situação da pessoa adormecida cuja razão, momentaneamente suspensa, permite que surjam no espírito imagens de grande intensidade, mas que depressa se dissipariam se fossem
submetidas à reflexão. As multidões, incapazes de reflexão e de raciocínio, não conhecem o inverossímil; ora as coisas mais inverossímeis são geralmente as que mais impressionam.
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Pão e espetáculo eram na Antiguidade, para a plebe romana, o ideal de felicidade. No decorrer dos tempos, este ideal pouco tem variado. Nada impressiona mais a imaginação popular do que uma peça de teatro. Toda a sala sente ao mesmo tempo as mesmas emoções e, se elas não se transformam imediatamente em atos, é porque nem o espectador mais inconsciente consegue ignorar que está a ser vítima de ilusões e que riu ou chorou perante aventuras imaginárias. Mas, por vezes, os sentimentos sugeridos pelas imagens são tão fortes que, tal como as sugestões habituais, tendem a transformar-se em atos.
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Isto constitui, em minha opinião, um dos indícios mais notáveis do estado mental das multidões e, sobretudo, da facilidade com que podem ser sugestionadas. O irreal aparece-lhes com quase tanta importância como o real, e elas manifestam uma tendência evidente para os não distinguir. É na imaginação popular que se baseia o poder dos conquistadores e a força dos
Estados. E é atuando sobre essa imaginação que se arrastam as multidões. Todos os grandes feitos históricos, como a criação do Budismo, do Cristianismo, do Islamismo, a Reforma, a Revolução e, nos nossos dias, a invasão ameaçadora do Socialismo, são as consequências diretas ou remotas de profundas impressões produzidas na imaginação das multidões.
Por isso, os grandes homens de Estado de todas as épocas e de todos os países, incluindo os déspotas mais absolutos, sempre consideraram a imaginação popular como o alicerce do seu poder e nunca tentaram governar contra ela. «Foi tornando-me católico», dizia Napoleão ao Conselho de Estado, «que acabei com a guerra da Vendeia;
foi fazendo-me muçulmano que me instalei no Egito e foi fazendo-me ultramontano que conquistei os padres em Itália. Se governasse um povo de judeus, restauraria o templo de Salomão.»
