Nao Tente Adivinhar o que
As trivialidades da vida não requer nada mais do que viver sorrindo,
pois somos ricos com os tesouros do amor,
da vida gratuita que Deus nos concede,
por isso,
pensemos apenas em viver bem com as pessoas para quem dedicamos carinho e amor!
Não ofereçamos nenhum compromisso para vermos que tudo se transforma,
pois as pessoas, a grande maioria, nos visualizam como investimentos e
para outros fins!
Pensemos em tudo desta trajetória...
Quem ainda não pensou sobre isso, faça agora e
comece a agir assim,
quem sabe,
poderá ver um certo desvio nas coisas que tem recebido!
Devemos ser amados pelo que somos e não pelo que temos,
e neste modo simplista de ser e de viver a vida,
podemos nos reencontrar quando o período de quase completa escuridão se apresentar!
Quando nos oferecem sem sofrimento, qualquer experimento, devemos confiar
e praticar o que nos apontam, até por inteligência!
Os anos idos devem significar, ao menos, para selecionar o que não queremos no convívio do dia-a-dia, eles nos possibilitam ver um pouco mais do que a simples visão de agora!
Tenhamos calma na solução dos desencontros e
não tentemos resolver tudo em pouco tempo... deixe-o passar!... o tempo cura todas as feridas e ameniza os desentendimentos e
desencontros que eu prefiro chamá-los de encontros!
Ao colocar fogo no circo, ao menos, saia de dentro dele.
Não se esqueça de não deixar ninguém dentro dele, também.
Se o ponto obscuro da sua vida está luzindo e ele é a opção de rumo.... não perca tempo! Siga por ele!
As desventuras podem ou são proporcionais àquilo que você não soube avaliar antes de começar a caminhada.
Não imagine ser o centro das atenções.
Ser vítima do mundo é zona de conforto para não ver a realidade da vida e
do mundo.
A humildade requer primeiro o reconhecimento dos nossos incontáveis defeitos sem que apontemos os supostos defeitos do próximo.
Depois disso... restará a alternativa para mudar ou permanecer como fantoche do mundo.
Sou imperfeito e tenho certeza sobre isso... sabe por que?
Porque amo e não tenho medo de me entregar e de me confessar nos meus gestos!
Não são os desencontros que assinalam o gotejar dos olhos.
É a alma que sofrega a percepção daquilo que não gostaria de enxergar!
Não sei se acredito em tudo que os meus olhos vêem, mas vou deixar as linhas irem se enfeitando no caderno da vida.... Aliás, sempre creio que a intenção é boa em face de não ser o agente modificador de tudo.
No abuso da autoconfiança reside o seu risco... também, quem vive com os carimbos da vida não pode temer esta singela observação.
Vou imprimir o que já está escrito nas páginas de minha vida.
Não me preocupa a iniciativa de alguém querer rasgar o que irá ler.
Causei, disto eu tenho certeza.
As variáveis são as mesmas que definem onde você quer chegar.
Talvez, não sejam as alternativas mais sensatas.
Não acaricio os espinhos, mas compreendo a necessidade de conviver com eles considerando que eles mantêm a beleza das rosas!
A essência dispersada no espaço que respiro, embora não me acalente a alma... pode ser o sentido questionável da permanência não pretendida! Por isso, abstenho-me dela!
