Nao Tente Adivinhar o que
Um dia a minha mãe me disse: filho o seu coração levou 9 meses para ser construído porém não permita que alguém venha destruir em um dia.
Nos robôtizaram, não podemos mais desabafar, se contas hoje tua vida à um, no outro dia um terceiro saberá.
"A alegria de uma criança é o que há de mais verdadeiro, livre e espontâneo...
Não se prende a pretextos, expectativas, conceitos ou julgamentos.
É a mais pura essência do viver. Ela não te conta quem ela é. A criança existe e vivencia a felicidade do próprio ser."
Não carecemos de gritos, tampouco de bravura vã;
Jesus enfrentou a guerra mais cruel da história humana...
E venceu — em silêncio, sem clamar por fama.
— Não, nós não podemos nos fiar nisso. O banco, esse monstro, tem que receber logo o seu dinheiro. Não pode esperar mais; senão, morre. Não, os juros não param de subir. Quando o monstro para de crescer, morre. O monstro não pode ficar sempre do mesmo tamanho.
— Mas, olha, um banco ou uma companhia não pode viver assim, porque estas criaturas não respiram ar, nem comem carne. Elas respiram lucros e alimentam-se de juros. Se não conseguirem estas coisas, elas morrem, como vocês morreriam sem ar e sem carne. É triste mas é assim. É assim, simplesmente.
(de As vinhas da Ira)
— Que vamos fazer? A gente não pode contentar com uma parte menor ainda das safras. Estamos na miséria. As crianças tão sempre com fome. Não temos roupas, só farrapos. Se toda a vizinhança também não fosse assim, a gente teria até vergonha de ir à missa.
(As Vinhas da Ira)
Por fim, os donos das terras desembuchavam. O sistema de arrendamento não dava mais certo. Um só homem, guiando um trator, podia tomar o lugar de doze a catorze famílias inteiras. Pagava-lhe um salário e obtinha-se toda a colheita. Era o que iam fazer. Não gostavam de ter de fazê-lo, mas que remédio? Os monstros assim o exigiam. E não podiam se opor aos monstros (=bancos).
(As Vinhas da Ira)
O poder não corrompe. O medo corrompe... talvez o medo de perder o poder.
E agora que não precisa ser perfeita, você pode ser boa.
Não entendo o mau hábito de chamarem técnico de futebol de professor, se a grande maioria sequer foram alunos.
INDECISÃO
Será que sou o que penso
Falo ou escrevo?
Será que sou eu? Mesmo...
Ou não sei se sou o que penso
Que sou.
Se não penso o que falo
E não falo o que escrevo
Às vezes penso que falo
O que penso
E escrevo o que penso
Que sou.
