Nao Tente Adivinhar o que
A vida é igual garimpo.
Não se percebe o diamante
numa primeira olhada.
Por ser muito parecido
com o cascalho,
corre o risco
de ser jogado fora.
Cascalhos e diamantes se parecem.
A única diferença é que o diamante
esconde o brilho sob as cascas
que o revestem.
É preciso lapidar.
Pessoas são como diamantes.
Corremos o risco de jogá-las fora
só porque não tivemos
a disposição
de olhá-las para além
de suas cascas.
E então, desperdiçamos
grandes riquezas
no exercício
de alimentar pobrezas.
Não chego na frente do espelho e pergunto se há alguém mais bonita do que eu. É claro que existe. Mas e daí? Tem quem me ame do jeito que eu sou.
Mesmo não querendo,
eu sorrio sempre para
esconder as amarguras ,que
sinto no meu coração,
assim não darei aos maus
a alegria de me ver triste
e dou aos que me amam
a ilusão da minha felicidade...
É que só sei ser impossível, não sei mais nada. Que é que eu faço para conseguir ser possível?
Nas horas de aflição os problemas parecem intermináveis. Porém, não é assim. O inverno sempre se transforma em primavera, sem falta. Não há inverno que seja eterno. Por ter sofrido muito mais do que os outros, você compreenderá muito mais os sentimentos das pessoas. Por ter passado por grandes aflições, será mais sensível à cordialidade das pessoas.
"Deus me livre de gente que não entende que a beleza está na essência, que a melhor riqueza é a da alma e que as experiências amadurecem.
Gente que não sabe o valor do abraço que acolhe e da mão que aceita, da música que embala, do colo que serve de descanso. Gente que pensa que as coisas não mudam. Elas mudam continuamente. Gente que usa da vaidade que deturpa, do orgulho que afasta. Precisamos de gente que acredita na fé que fortalece e no amor que abastece, faz rir, distrai, enrosca, toca, cura, salva e tem a chance de ser maior do que a gente pensa. É essa gente que, sutil ou não, faz a diferença."
A arte de sorrir cada vez que o mundo diz não.
Estou aprendendo a ser calma, respirar fundo e ignorar. Afinal, algumas pessoas não merecem palavras vindas de mim, mesmo que essas palavras sejam as piores do meu vocabulário.
Não deve haver limites para o esforço humano. Somos todos diferentes. Por pior do que a vida possa parecer, sempre há algo que podemos fazer em que podemos obter sucesso. Enquanto houver vida, haverá esperança.
Não se preocupe comigo. Não estou triste, muito menos depressivo, apenas gosto às vezes de ficar assim, só e com a luz apagada, na verdade é nessas horas que costumo fazer cara de bobo e ser feliz.
A graça não depende da existência do sofrimento, mas onde há sofrimento você encontrará a graça de inúmeras maneiras.
Quando é óbvio que os objetivos não podem ser alcançados, não ajuste as metas, ajuste as etapas da ação.
A oportunidade, ela não bate em sua porta. É preciso se dedicar e se esforçar porque ela chega no seu colo.
Humilhar uma pessoa não lhe fará melhor que ninguém. Só lhe fará ignorante. Inundado na arrogância, na falsa modéstia.
Eu não tenho certeza que você sabe, mais o motivo que eu te amo É você, sendo você, só você, e é por isso que eu te amo
Esta é uma confissão de amor: amo a língua portuguesa. Ela não é fácil. Não é maleável. E, como não foi profundamente trabalhada pelo pensamento, a sua tendência é a de não ter sutilezas e de reagir às vezes com um verdadeiro pontapé contra os que temerariamente ousam transformá-la numa linguagem de sentimento e de alerteza. E de amor. A língua portuguesa é um verdadeiro desafio para quem escreve. Sobretudo para quem escreve tirando das coisas e das pessoas a primeira capa de superficialismo.
Às vezes ela reage diante de um pensamento mais complicado. Às vezes se assusta com o imprevisível de uma frase. Eu gosto de manejá-la – como gostava de estar montada num cavalo e guiá-lo pelas rédeas, às vezes lentamente, às vezes a galope.
Eu queria que a língua portuguesa chegasse ao máximo nas minhas mãos. E este desejo todos os que escrevem têm. Um Camões e outros iguais não bastaram para nos dar para sempre uma herança de língua já feita. Todos nós que escrevemos estamos fazendo do túmulo do pensamento alguma coisa que lhe dê vida.
Essas dificuldades, nós as temos. Mas não falei do encantamento de lidar com uma língua que não foi aprofundada. O que recebi de herança não me chega. Se eu fosse muda, e também não pudesse escrever, e me perguntassem a que língua eu queria pertencer, eu diria: inglês, que é preciso e belo. Mas como não nasci muda e pude escrever, tornou-se absolutamente claro para mim que eu queria mesmo era escrever em português. Eu até queda não ter aprendido outras línguas: só para que a minha abordagem do português fosse virgem e límpida.
