Nao tenho o Direito de Magoar Ninguem

Cerca de 722474 frases e pensamentos: Nao tenho o Direito de Magoar Ninguem

Cheguei a estação recuperação e ninguém veio me buscar⁠

Ninguém te conta e nem contou
Quantas portas se fechou
Por falta de amor

"Ninguém escapa do futuro"

Ninguém nota a garrafa térmica


Até o dia que o café esfria

Ninguém acredita na ideia...
mas todos acreditam no que você faz com ela.

Ninguém perde um amor por causa de um amigo(a)… perde porque esse amigo virou opção...

Ninguém está na nossa vida por acaso...mesmo que virtualmente! Somos nós que escolhemos, atraímos ou afastamos.

Só Deus pode evitar que certas coisas aconteçam.
Ninguém consegue parar o vento com as mãos!

Obra de Deus ninguém impede;
Podem até tentar, mas jamais prevalecerão.

Oração da Vocação que Clama


Senhor Deus,


Tu vês o que ninguém vê.
Há um vazio dentro de mim que não é falta de pessoas,
não é falta de trabalho,
não é falta de sonhos.


É algo mais profundo.


É a sensação de que existe uma vocação que ainda não está sendo cumprida.
Eu não sei explicar.
Se me perguntarem, eu não saberei responder.
Mas Tu sabes.


Porque isso é coisa da alma —
e da alma só Tu entendes.


Se esse chamado vem de Ti, confirma-o no meu coração.
Se esse desejo de servir e anunciar é Teu, fortalece-me.
Arranca de mim o medo que paralisa
e dá-me coragem para obedecer.

Em algum momento
Normalmente aquele, em que ninguém vê
A semente rompe em broto
E germina
Vem a luz do Sol, um alento
Presente em não sei o quê
A força oculta, o broto em folha
A vida segue o seu rumo
Regada de esperança e alegria
Alternando dia e madrugada
Vem tudo, tudo que se vê
E o oculto também
Do Céu, do chão, de mais além
Você não acredita e nem duvida
Não dispensa a devida atenção
Mas em algum momento
Normalmente naquele em que ninguém olha
Alegria perde a força, esperança se vai
Cai a folha, nada muda
Prossegue
Não precisa licença ou ajuda
Caem a chuva e as lágrimas, cai o pano
E tudo se renova, de acordo com os Planos
Mas ninguém percebe
É uma eterna procura
Olhando pra todos os lados
Sem prestar muita atenção
Na sequência que se alterna
A semente rompe em broto
E termina
A altercação diminuta
Pois a vida não é disputa
É só vida
Fala e grita em silêncio
Pode ser que seja
Do jeito que penso ou não
Pouca diferença há no final
Afinal
Não se escuta a voz da vida.

Edson Ricardo Paiva

Nova Configuração

A vida chega sem chegar,
porque ninguém veio de fora.
Só a matéria mudou de lugar
e, de repente, conta as horas.

O carbono aprende um nome,
a água inventa uma memória,
o corpo sente frio e fome
e chama isso de história.

Que ironia tão precisa:
o universo, indiferente,
reorganiza a própria argila
e ela se julga diferente.

Diz “eu sou” com voz segura,
como se fosse substância,
mas é padrão, processo e trama,
equilíbrio em circunstância.

Ama como quem será eterno,
teme como quem pode perder,
sem notar que o fim do inferno
é apenas deixar de manter.

A morte não rouba uma essência,
não apaga um ser escondido;
rompe relações, desfaz cadências,
desmonta o arranjo produzido.

E a vida, solene e vaidosa,
ergue monumentos ao acaso:
uma configuração nervosa
tentando sobreviver ao prazo.

Ainda assim, há certa beleza
nessa ilusão sem impostura:
a matéria, por breve proeza,
contempla a própria estrutura.

Nada nasceu como entidade,
nada parte para outro lugar.
Só muda a forma da realidade
e uma forma aprende a chorar.

O mundo se revela nos interstícios do comum, onde ninguém olha e tudo se desfaz em rumor e poeira. O silêncio não é ausência, mas presença disfarçada; e a verdade, quando surge, não acende luz, apenas evidencia as trevas que carregamos como herança. Cada instante vivido é um fio que se rompe antes de ser tecido, e quem tenta agarrá-lo apenas sente o peso de sua própria falha.

A vida se insinua nos detalhes que ninguém percebe: uma porta rangendo, uma sombra que hesita, um gesto interrompido. É nesses pequenos interstícios que a verdade se esconde, não para ser descoberta, mas para lembrar que tudo o que buscamos já passou, e tudo o que amamos já se tornou silêncio.

Ninguém é melhor ou pior — apenas distinto em grau, forma e percurso. A comparação nasce do medo de não bastar, não da verdade. O ser livre compreende que toda hierarquia é invenção do olhar inseguro e, por isso, não ajoelha diante de ídolos: reconhece grandezas, aprende com elas, mas não abdica da própria medida. Quem se curva perde a visão; quem permanece ereto enxerga sem precisar negar ninguém.

Ninguém se perde de si; abandona-se, pouco a pouco, em concessões que parecem inofensivas. Troca-se a própria trilha — austera e silenciosa — por caminhos já validados, onde o conforto encobre a deserção. Vive-se muito, mas habita-se pouco. Até que, em algum ponto, a consciência — tardia, porém irredutível — rompe o ruído e cobra o retorno àquilo que nunca deixou de chamar.

A autossuficiência é uma ilusão egocêntrica: ninguém se sustenta sozinho. Da primeira respiração ao último gesto, a vida é tecida por mãos alheias — da mãe ao coveiro. Entre esses extremos, cada passo depende de vínculos visíveis e invisíveis. O indivíduo isolado é ficção; o que existe é uma existência sustentada em rede, ainda que insista em negar.

"Se eu disser que o preconceito já matou tanto quanto qualquer vírus...ninguém vai acreditar..."

Que seu Natal seja tão iluminado quanto aquelas luzinhas piscando que ninguém consegue desligar… e tão doce quanto o último pedaço de panetone que todo mundo finge não querer!” 🎄✨

⁠Antes de tudo seja completo,ninguém preenche vazio de ninguém.