Nao tenho o Direito de Magoar Ninguem

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tenho um que de feitiçaria
sou uma bela feiticeira
linda e faceira
sou calmaria
em noite traiçoeira
sou a melancolia
de forma grosseira
sou bem arteira
só faço estripolia
sou uma guerreira
pois tenho meu guia
sou muito bagunceira
minha vó que dizia
sou a que leva tudo na brincadeira
porque eu sempre cedia
sou companheira
meu ombro oferecia
sou jardineira
e as ervas eu colhia
sou macumbeira
seu amor eu queria
sou mensageira
da paz que eu sentia
sou milagreira
da fé que me invadia
sou sementeira
da terra eu surgia
sou conselheira
sua mão eu lia
e estava escrito nas estrelas
que o amor que eu te devia
será pago ao raiar do dia!!!

Inserida por fernanda_de_paula_1

As vezes tenho a necessidade de ter poder, mas para isso é necessário eu conhecer o poder, pois ele está em vários lugares, inclusive agora nessa leitura feita por você.

Inserida por Elder_de_Jesus

um pensamento florido
é tudo o que eu tenho agora
é tudo o que me revigora
manda minha tristeza embora
o sentimento me aflora
os meus espinhos eu jogo fora
é minha saudade que vigora
a felicidade e agora
e a minh'alma chora
do amor que me devora
e a raiva evapora
minha tristeza minora
minha fé aprimora
e a água é divisora
da minha vida de escritora
e o meu anjo me incorpora
do umbral fui moradora
por ser tão pecadora
fui de mim, enganadora
uma cruel incitadora
e agora, sou deste plano moradora
e meu espirito vive
de forma libertadora
na morada do meu Pai!!!

Inserida por fernanda_de_paula_1

tenho um (a)mar dentro de mim
um oceano de lágrimas
um mar de problemas
um rio de lamúrias
um riacho de tristezas
um lago de incertezas
uma lagoa de imperfeições
uma represa de ilusões
uma cachoeira de bençãos
um poço de desejos
um rego de felicidade
um fio de alegria
um copo de fé
e uma xícara de amor
e eu acho que a vida
se baseia em proporções
mais precisamente
nestas proporções!!!

Inserida por fernanda_de_paula_1

sou compromissada com a vida
casada com a alegria
tenho um caso de amor com a felicidade
sou lembrança e saudade
sou leveza e claridade
sou beleza e amorosidade
sou sutileza e vivacidade!!!

Inserida por fernanda_de_paula_1

Às vezes tenho um certo medo
Quase exagerado de certas coisas
Pior ainda, medo de certas pessoas
E o medo me leva à cautela
E a cuidados com minha auto-estima
E com meu amor-próprio
E dependendo chega a ser uma fobia intensa
De gente mentirosa
violenta
falsa
traiçoeira
sem educação
egoísta
arrogante
inoportuna
preguiçosa
invejosa
cobiçada
irritante
fofoqueira
reprimida
ofensiva
entre outros tantos defeitos
não que eu não tenha defeitos
longe disso, sou um poço sem fundo deles
o problema é que os meus são diferentes
e que chega a ser uma violência
aos meus ouvidos
aos meus olhos
ao meu coracao
à minh’alma
e à minha paz
estou muito cansada de tudo isto
viver já é cansativo
agora imagina do lado de gente assim
que suga, que não agrega, que pendura
em nossa vida e nos deixa sem forças
me poupem, do “pé no saco” por favor
e olhe que nem saco de paciência eu tenho
não sou obrigada a aturar, não mesmo!!!

Inserida por fernanda_de_paula_1

Ficar um pouco na janela no final da noite faz parte de um hábito que tenho ao longo de anos.
Talvez eu seja o homem na janela.
Um dos poucos do planeta, conscientes deste hábito, e parte de milhões de pessoas que fazem isso, de forma inconsciente, às vezes.
SIM! Às vezes a gente vai para a janela de forma inconsciente e não programada, algumas vezes ao telefone, outras vezes enquanto mastiga algo ou ⁠para observar um barulho, apenas.
Da janela à noite, gosto de observas as luzes dos prédios e dos carros que passam. Vejo as folhas que balançam com o vento e quando chove, um novo campo de observação se abre, os pingos da chuva, a água que escorre pelas beiradas das calçadas fazendo rastros.
Da janela eu posso imaginar o que as pessoas estão fazendo em seus infinitos particulares e a minha imaginação flui.
Penso nas pessoas que estão comemorando algo ou simplesmente cumprindo a sua rotina.
A janela, muitas vezes, me tira de pensamentos de problemas reais que estejam perturbando o presente.
Salve as janelas!

Inserida por jozedegoes

⁠Bem te vi que te
O tempo passa e tenho saudade
Do meu bem te vi
Tão formoso
Tão delicado
Como é lindo
Acordar é suas melodias
Cantando sobre a casa
Volta logo meu bem te vi
Shirlei Miriam de Souza

Inserida por Shirleimiriam

⁠Tenho um livrinho onde escrevo
Quando me esqueço de ti.
É um livro de capa negra
Onde inda nada escrevi.

Inserida por VictorDias99

Tenho mais raiva da pessoa que teve essa ideia idiota de fazer guerra de tomate.

Inserida por pensador

CONFIANTE

Tenho pavor de todo país
De A a Z, o que escapar é por um triz
Tenho pavor do mundo
E também de todo mundo

Ouço muito fato fementido
Tenho pavor, pavor do desconhecido
Tenho pavor de abrir a janela
Ou de quem passa perto dela

Na rua até se escuta um oi
Entrei na sala e dela sai
Pensamento inquietante, coração acelerado.
Nenhum vizinho para dividir um segredo

Um monstro sem tamanho
Alvoroço estranho
Garatujo poema, conto, haicai...
O pavor até que se esvai

O vírus fez um tufão de revolução
Mas, a solidariedade invadiu nosso coração
Como uma grande explosão
Anjos labutam por mim, por nós. Momento de reflexão!

Aperto o botão: vírus da molesta
Eu tenho pavor de abrir a fresta
Que dá para o agreste da minha inquietação
Enxergo a placa certa indicando a contramão

Constato em Isaías: "Não temas, pois eu sou contigo;
Não te assombres, pois Eu sou o teu Deus.
Eu te fortalecerei, e te ajudarei,
Eu te sustentarei com a destra da minha justiça".

Um vírus incompreensível ao homem
Até compreensível ao cientista homem
As normas adotadas são essenciais
Vamos ficar em casa porque o nosso Deus é mais

Inserida por Genuzi

⁠Será que Tenho que ficar Distante da Minha Parentela, para viver Feliz ou em Paz.

Inserida por bolideziodesa

⁠Eu tenho tanta certeza que vai chover que levo o guarda chuva!

Inserida por jeronimodecarvalho

⁠GUERRA



A cada dia que passa, a cada batalha que venço contra o mundo, mais tenho certeza de que um dia não aportarei mais nele.

Inserida por NelsonMedeiros

Ultimamente tenho ficado mais na minha casinha: o pensamento.
Sim! eu estou morando lá, por enquanto. Fico lá, ouvindo os alertas da consciência, fazendo autorreflexões, muito tranquilo.
Às vezes, lacrimeja no cantinho do olho, mas são os respingos da alma, quando não pode fazer o corpo gemer.
Pelos cantos da boca às vezes vem também aquele risinho, sublime e matreiro, esticando a pele do meu rosto de forma sorrateira.
Quando chegam as murmurações eu prontamente transformo tudo em gratidão, aprendizado e dou uma voltinha no pensamento vago para relaxar.
Tenho usufruído do que recebo de "direitos autorais" ou melhor, dos direitos causados pelas minhas atitudes, uma deliciosa e inevitável colheita, mesmo sem ter sido um santo, e tendo cá os meus espinhos e calos, desfruto de tudo que vem igualmente feliz: sinto espadas de fogo ao meu redor que me protegem, ouvidos estão sempre atentos aos meus clamores, harpas tem embalado o sono e há sempre um pouco de trigo no canto da cozinha para sovar o meu pão.
Resisti, apesar do peso e do medo! Mesmo quando os abraços vinham seguidos de punhais, resisti!
Mesmo quando a "autossabotagem" tentava contrapor, eu resisti!
Agora, passado tudo, pelo menos eu acredito, quero ficar mais um pouco no casulo do meu pensamento.
Ah! Se houver algum tempo livre, saio daqui e dou uma passadinha na contemplação, mas só ficarei lá se a felicidade também me acompanhar.... sem pressa, por enquanto, só pensar!

Inserida por jozedegoes

Tenho saudade do pedaço de mim que vou perdendo a cada dia!!!

Inserida por soraiaandrade

Faço todo dia as pazes comigo, tenho plena consciência do poder de renovação que trago em mim, o medo e as frustações surgem, faz parte. Planto pés de esperanças

Inserida por rosadesaronmorais

⁠Eu tenho o péssimo hábito
de amar tudo aquilo
que me escapa à mão.
Talvez o amor, em essência,
seja um desejo inatingível,
perseguindo incansavelmente
o próprio rabo, como um cão à roda.
Carrego em minha pequenez
a cruel ironia
dos sonhos que, alçados,
se erguem como montanhas firmes,
e que, num instante breve,
se desmoronam em montes de areia.
Soterrado pela rotina,
pela futilidade do dia-a-dia,
sinto o peso da realidade
que escorre entre meus dedos
como areia numa ampulheta.
Talvez esperar que o mundo
se despenhe em barranco,
e morrer deitado à sombra
não seja de toda a má ideia.

Inserida por GabrieldeArruda

O Mendigo de Si

Tenho um teto — eis a concha,
mas o caracol já partiu.
Quatro paredes me cercam,
mas nenhuma me contém.

Tenho uma cama — é porto,
mas o barco não chega a si.
Meus lençóis envolvem o corpo,
mas a alma foge em segredo.

Tenho amigos — bons, presentes —,
e, ainda assim,
minha solidão fala mais alto
que todas as vozes ao redor.

Tenho família — carinhosa, constante —,
mas algo em mim duvida
do amor que recebo.
Talvez por nunca me sentir digno.

Tenho fé — rezo, creio, suplico —,
mas a esperança é fruto
que apodrece na mesa posta.
Acredito em Deus,
mas duvido de mim.

Não me falta coisa alguma.
Falta-me o ser que as coisas têm.
Até o pão que como
tem o gosto de outro pão —
um que ninguém me dá.

Pergunto-me, sem resposta:
se tudo em mim é empréstimo,
quem sou eu quando não peço?

Sou um mendigo de mim,
perdido no que me sobra.
E, se um dia me acharem,
que me devolvam a alma.

Ah, não é ingratidão,
nem demência, nem soberba.
É possuir tudo —
e, no fundo do peito, descobrir
que nada se tem.

Não me falta o pão,
nem o teto, nem o abraço.
Falta-me o gosto de existir.

Tudo me sobra —
e, mesmo assim, falta-me o nome
do que perdi antes de possuir.

Talvez não exista esse “eu”
que espero reencontrar
como quem acha as chaves
no bolso de um casaco antigo.

Inserida por GabrieldeArruda

⁠"Eu" (1)

Minha inspiração
é só parte do ódio que eu tenho pela emoção.
Digo sem razão que meu coração não tem perdão.
Julgo inseguro sem dizer o que realmente seguro.
Grito ao mundo que mesmo sendo tão nulo
ressoo minhas emoções em um verso único.
Sem enigmas ou paradigmas.
Não há mistério em ser sincero.
Não há ressalvas em se sentir completo.
Não haverá fim,
Pois para mim
Enquanto eu me sentir mal
as minhas palavras nunca
terão
final.

Inserida por Poetadecopo