Nao tenho o Direito de Magoar Ninguem

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Meu amor,
Tenho tantas flores para te oferecer.
Tantas que as não consigo contar
Só as consigo ver
Nos campos junto ao mar
Tantas que as não consigo apanhar
Por isso te ofereço a Primavera
E o céu para pintares
Por isso te ofereço o luar
Para podermos sonhar
Por isso te ofereço as estrelas
Para podermos viajar
Em cada noite de amor
Meu amor!
E quando o céu derramar
Lágrimas ao entardecer
Estarei na areia da praia
Para não me veres sofrer
Para não me veres chorar
Mas voltarei num outro sonho
Com outras flores singelas
Espera por mim ao amanhecer
Regressarei junto com o sol
Com as flores numa mão
E na outra o coração.

Inserida por Epena

eu tenho horror a Lisboa

Inserida por Lenisil

Eu tenho Deus !

⁠Tem gente que se preocupa,
do quer alguém pode falar.
Enquanto falam de mim,
eu tenho Deus, pra mim guardar.

Por mais que eu sofra Senhor,
por mais que eu venha sofrer,
eu não pagaria Senhor, o que te
fiz padecer.

Na Dura Cruz, no Calvário,
por mim tu padeceu, e depois de sepultado,
a morte, por mim tu venceu.

Pode alguém falar de mim, ou até me apederejar, mas uma coisa, eles não sabem:
Que tu morreu, pra mim salvar.

⁠Tem dias em que a vida pesa mais do que cabe nos ombros.
E mesmo assim, você acorda. Você tenta. Você segue.
Isso já é um tipo de vitória que ninguém vê — mas Deus vê.
Não subestime a força de quem continua mesmo quando tudo diz que não.
Você tem se salvado, um pouquinho por dia.
E isso é lindo.
— Edna de Andrade

⁠Nem todo dia é leve.
Nem toda manhã chega com o sol.
Há caminhos que pedem silêncio,
outros que exigem força além do que se tem.

Mas, ainda assim… eu sigo.
Com o coração cansado, às vezes.
Com os olhos marejados, muitas vezes.
Mas sigo.

Porque dentro de mim mora uma certeza que não desiste:
o tempo pode ser difícil,
mas existe uma esperança em mim
que não conhece o fim.

— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

⁠Foi amor, sim.
Mesmo que só do meu lado.
Cheio de cuidado disfarçado
e palavras que só eu entendia como declaração.

Entreguei o que tinha — e talvez até um pouco mais.
Esperei o que não veio, sonhei o que não se constrói sozinho.
Mas, hoje, eu entendo: a expectativa era minha,
e isso muda tudo.

Não te culpo.
O erro, se é que houve, foi meu:
de achar que bastava sentir pra ser correspondido.
Mas não é assim. Amor bonito é quando dois corações escolhem se encontrar,
não quando um insiste em ficar onde o outro não quis morar.

Hoje, recolho o que sobrou com ternura.
Foi real, mesmo que só pra mim.
E isso me basta pra seguir em paz.

— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

⁠Às vezes, tudo o que a gente precisa é dar mais um passo.
Mesmo sem certezas. Mesmo com medo.
Porque a força não vem de fora —
ela nasce no silêncio de quem confia.

Pode doer, pode cansar,
mas há algo maior guiando seus passos.
Uma presença que não se vê,
mas acalma, sustenta e cuida.

Então, não pare.
Respira fundo… e vai.
O céu caminha com você.

— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

Mesmo que você não ame o que faz, ao menos faça com amor e se surpreenderá com seus resultados!

Inserida por conquistadevalor

⁠" Os olhos não falam,mas eles soam todos os verbos do amor!"

Inserida por AlessandroOLIVEI

⁠Eu sempre quis uma chance, e sempre recebia não, e hoje vendo o tempo passar, percebi que nada mudou.

Inserida por gilbertoaleite

⁠Você não consegue controlar tudo ao seu redor, e tudo bem

Inserida por Vicky2

Amo minha liberdade,poder sair por ai,sem ninguem sabe direito sobre mim.O que faço ou deixo de fazer.

"Evoluir é algo que todos nós temos o direito e ninguém no mundo deveria ser privado disso"

Darma é cuidar do planeta; Carma já foi direito e obrigação, ninguém convive sem revel lação.

A gratidão é uma dádiva que deve ser paga, mas que ninguém tem o direito de esperar que o seja.

Era uma vez o País das Fadas. Ninguém sabia direito onde ficava, e muita gente (a maioria) até duvidava que ficasse em algum lugar. Mesmo quem não duvidava (e eram poucos) também não tinha a menor ideia de como fazer para chegar lá. Mas, entre esses poucos, corria a certeza que, se quisesse mesmo chegar lá, você dava um jeito e acabava chegando. Só uma coisa era fundamental (e dificílima): acreditar.
Era uma vez, também, nesse tempo (que nem tempo antigo, era, não; era tempo de agora, que nem o nosso), um homem que acreditava. Um homem comum, que lia jornais, via TV (e sentia medo, que nem a gente), era despedido, ficava duro (que nem a gente), tentava amar, não dava certo (que nem a gente). Em tudo, o homem era assim que nem a gente. Com aquela diferença enorme: era um homem que acreditava. Nada no bolso ou nas mãos, um dia ele resolveu sair em busca do País das Fadas. E saiu.
Aconteceram milhares de coisas que não tem espaço aqui pra contar. Coisas duras, tristes, perigosas, assustadoras, O homem seguia sempre em frente. Meio de saia-justa, porque tinham dito pra ele (uns amigos najas) que mesmo chegando ao País das Fadas elas podiam simplesmente não gostar dele. E continuar invisíveis (o que era o de menos), ou até fazer maldades horríveis com o pobre. Assustado, inseguro, sozinho, cada vez mais faminto e triste, o homem que acreditava continuava caminhando. Chorava às vezes, rezava sempre. Pensava em fadas o tempo todo. E sem ninguém saber, em segredo, cada vez mais: acreditava, acreditava.
Um dia, chegou à beira de um rio lamacento e furioso, de nenhuma beleza. Alguma coisa dentro dele disse que do outro lado daquele rio ficava o País das Fadas. Ele acreditou. Procurou inutilmente um barco, não havia: o único jeito era atravessar o rio a nado. Ele não era nenhum atleta (ao contrário), mas atravessou. Chegou à outra margem exausto, mas viu uma estradinha boba e sentiu que era por ali. Também acreditou. E foi caminhando pela estradinha boba, em direção àquilo em que acreditava.
Então parou. Tão cansado estava, sentou numa pedra. E era tão bonito lá que pensou em descansar um pouco, coitado. Sem querer, dormiu. Quando abriu os olhos — quem estava pousada na pedra ao lado dele? Uma fada, é claro. Uma fadinha mínima assim do tamanho de um dedo mindinho, com asinhas transparentes e tudo a que as fadinhas têm direito. Muito encabulado, ele quis explicar que não tinha trazido quase nada e foi tirando dos bolsos tudo que lhe restava: farelos de pão, restos de papel, moedinhas. Morto de vergonha colocou aquela miséria ao lado da fadinha.
De repente, uma porção de outras fadinhas e fadinhos (eles também existem, quer dizer fada macho) despencaram de todos os lados sobre os pobres presentes do homem que acreditava. Espantado, ele percebeu que todos estavam gostando muito: riam sem parar, jogavam farelos uns nos outros, rolavam as moedinhas, na maior zona. Ao toquezinho deles, tudo virava ouro. Depois de brincarem um tempão, falaram pra ele que tinham adorado os presentes. E, em troca, iam ensinar um caminho de volta bem fácil. Que podia voltar quando quisesse por aquele caminho de volta (que era também de ida) fácil, seguro, rápido. Além do mais, podia trazer junto outra pessoa: teriam muito prazer em receber alguém de que o homem que acreditava gostasse.
Era comum, que nem a gente. A única diferença é que ele era um Homem Que Acreditava.
De repente, o homem estava num barco que deslizava sob colunas enormes, esculpidas em pedras. Lindas colunas cheias de formas sobre o rio manso como um tapete mágico onde ia o barquinho no qual ele estava. Algumas fadinhas esvoaçavam em volta, brincando. Era tudo tão gostoso que ele dormiu. E acordou no mesmo lugar (o seu quarto) de onde tinha saído um dia. Era de manhã bem cedo. O homem que acreditava abriu todas as janelas para o dia azul brilhante. Respirou fundo, sorriu. Ficou pensando em quem poderia convidar para ir com ele ao País das Fadas. Alguém de que gostasse muito e também acreditasse. Sorriu ainda mais quando, sem esforço, lembrou de uma porção de gente. Esse convite agora está sempre nos olhos dele: quem acredita sabe encontrar. Não garanto que foi feliz para sempre, mas o sorriso dele era lindo quando pensou todas essas coisas — ah, disso eu não tenho a menor dúvida.

⁠Ninguém tem o direito de passar nessa terra sem ser ofendido.

Nossa Liberdade será plena, no dia em que ninguém lhe cercear o direito de escolher.

A ninguém é dado o direito de
apoderar-se da verdade e fazer dela um rosário de mentiras.