Não te quero
Que seja suave o meu sentimento.
Não o quero como um forte vento...
Mas que seja como brisa em seu rosto.
Carícias que envolvem todo o corpo.
Existe a palavra desistir, não a quero por perto; existe outra chamada, moleza, desconheço! Não consta na minha vida; prefiro conviver com a persistência e assim continuo aumentado minhas chances de êxito.
"" Não quero méritos evasivos
de batalhas que não lutei
quero desafios
e tudo mais que vier
que venha valendo muito
pois de pouco já cansei
e qualquer comenda falsa
vade retro
apenas gerará estagnação e prepotência
pela necessidade de sempre emergir
de ser o melhor que puder
lutarei até o fim...
Aprenda a viver o agora, o depois sem vida não existe. Quero sentir o cheiro das flores, não me traga elas se eu não mas estiver aqui...
Não, eu não lhe quero, eu não quero você
Não por um só dia, não por um simples prazer
Te quero pra vida toda, eu quero te ver crescer
Eu quero te cuidar nos detalhes, não, eu não te quero, mas quero amar você....
Uma noite só iria me deixar mais apaixonado, por alguém que me enlouquece por não estar do meu lado. Talvez você só não me queira, e isso não te faz culpado, culpado sou eu por acreditar, que o amor é dos apaixonados....
Eu queria tanto dizer que não te quero, não te amo, mas por mais que tento lhe esquecer, meu coração não permite viver sem o teu mundo.
A POESIA QUE ANDA NO AR
Não te quero ver.
Enquanto em ti não houver,
Pombal aberto
De pombas a voar
Nos céus de sal,
Na paz com abraços
Estilhaços
De abraçar
A poesia que anda no ar,
Como estrelas prenhes
De estrelar.
Nos céus do mar
A abarrotar
Por inventar
Nostalgias,
Sem alegrias
De escrever
Para agradar.
É que depois,
Vem a inveja
Negra cereja
E a poesia anda no ar
Aos tombos.
Sem destino,
Porque o poeta é pequenino.
(Carlos De Castro, in Poesia Sem Censura Em Portugal Existe, no Brasil Não, em 03-09-2022)
Não e quero o salário dos esforços corriqueiros, é que o sempre corrige os primeiros, sabendo o saber dos viveiros.
não
não me digas o que quer;
me fales o que te digas;
quero tudo oque não posso
quero tudo oque não fadiga.
meu amor tu já tens
a beleza e ternura
te quero para sempre
dentro de ti, o que é pura.
mas, me esquecerei
sempre dentro de ti
te queria, não quero mais
que perda de tempo isso foi p mim?!
teu amor não me aquece
teu corpo não fala comigo
teu amor e teu carinho..
onde estás?
ficou para trás?
ou eu me trago a cada espaço que te faz ficar
ou sua presença não estás?
meu bem, te quero
não quero mais.
vá você e todo aquele seu amor
para bem longe
bem longe
para longe
para.
não quero me ouvir
quero te sentir.
sentir em mim
sentir todo aquela essência e sensação de amar
quero tudo aquilo que te faz ficar.
vá embora
me esquece e cai fora.
desisto de nós, na verdade nunca existiu
já que foi deixado para trás.
Se não for para casar
com o cortejo
dançando Moçambique
eu não caso,
Quero com direito
a Capitão Chefe e Substituto,
dois guias, dois tambores
e com direito a tudo,
quatro pajens levando
o nosso guarda sol,
nossos trajes de Rei e de Rainha,
e você me declamando poesias.
Quero dois capitães bem enfeitados,
espadas reluzentes,
um Coronel bem apanhado,
por ambição mais
de um Alferes da Bandeira
um na frente e outro na retaguarda
para garantir a bênção
para sermos um só coração.
Quero esteiras de bastões
e os dançarinos com gungas
de sacudir os corações,
Quero você bem ajeitado,
todo perfumado dando a impressão
de flores desabrochando ao léu
e banho tomado de puro mel.
Se não for para casar
assim eu não caso,
passo o restante da minha vida
sem ter alguém ao meu lado.
Às vezes não me quero inteira. Noutras transbordo intensamente. Sou o preenchimento absoluto de todos os meus vazios.
Estou sentada à beira mar.
Sozinha, mais ninguém.
Balanço a cabeça:
Não, não quero as recordações!
Só quero estar aqui
A olhar pro horizonte
Perdido junto ao mar.
Mas elas insistem,
Não resito,
Me deixo levar pra junto delas.
Uma hora estou no poço,
Grito: Alguém me ajuda!
Poucas pessoas estendem as mãos,
Mas são estas poucas que acreditam quem realmente eu sou.
Outras horas estou na torre,
E mesmo que comigo nada tem em comum,
Não há espaço para mais ninguém.
Cansada de vagar,
Sento-me novamente à beira mar.
Daqui para onde fui,
É uma distãncia enorme,
Mas esta distância
Não traz o esquecimento:
Que eu sempre seguirei
Prisioneira das minhas próprias recordações.
