Nao sou uma Pessoa que Espera a Elogiar
De braços abertos
na imensidão
da espera por você,
Vivo em contestação
em nome de tudo
que nós acreditamos.
A tempestade se
anunciou intrépida,
A floresta se tingiu
com a mesma cor
dos teus amorosos
olhos misteriosos.
Nos meus sonhos,
mesmo que sejam
outros os caminhos,
A cada dia tu vens
me trazendo todo
dia mais para perto.
Em pleno meio-dia,
bate bem forte
o meu coração
como a badalada
da Igreja Matriz
São Francisco,
Sinal que está inteiro
e celebra nós dois
nesta rota que principia.
Iluminada por essa dádiva
que é o teu amor,
A espera me faz pantera,
A música mantém
o jardim sempre em flor...
Algo me diz que a busca
pelo teu amor fino
tem muito mais de espera
do que eu imagino,
Como Lua no teu Oriente
nestas noites longas
em preparação ando
vestindo-me de platina
e amorosamente latina;
Para que ninguém
tenha poder sobre nós,
para que estas almas
de chumbo
não nos alcancem:
Eu venho neste mundo
à beira do precipício
desenhando estrelas
com os meus poemas,
Com tremendo orgulho
místico protegendo
a existência do amor
romântico neste oceano
em brutal turbulência,
Que do apelo do mundo
dos corações não tem
dado trégua, clemência
e a resiliência,
Inconfidente insistente
pedindo às pessoas
que se tornem heroínas
deste século confuso
perseverando no amor,
Permaneço na trilha
para quando você vier
por si ou eu pelas
próprias pernas for
na hora certa de dar
uma chance plena ao amor.
O quê você quer
eu também quero,
por isso falo
da espera
que tem muito
mais a ver
com encontro
embalado bem
nas profundezas
dos nossos corações.
A espera valerá bem
mais do que imagino,
Quando chegar
a nossa primavera,
Será em ti que vou
me perder,
E isso fará todo o sentido.
Há quem tente mudar
a alma deste poemário
feminino, romântico e feito
de espera sob o céu austral;
e as oitenta e oito galáxias
estão para lá e para cá
ondeando em minhas mãos.
Nada pode apagar o quê
está escrito nas estrelas
o quê pertence a História
aos caribenhos ritmos onde
o Cruzeiro do Sul é o guia
mesmo num mar convertido
na salvação dos desterrados.
Das minhas mãos escapuliu
a Constelação do Boieiro
que guarda o nosso amor secreto
de Hemisfério a Hemisfério,
porque mesmo que eu olhe
para o céu onde as Galáxias
podem ser contempladas:
O teu amor por mim sempre
se encontrará onde as estrelas
serão sempre mais visíveis
e sem a necessidade de lunetas;
estou presente em todas elas,
e no prelúdio da madrugada
que nem o destino pode deter.
Na minha janela
Órion se aproxima,
e a ânsia da espera
de mim se avizinha;
Há algo de Leyla
em mim e há algo
de Mecnun em você,
Só sei que desde
o primeiro momento
que te vi a minh'alma
cantou, voltei a sorrir
e cresceu o desejo
de muitas noites
com o meu beijo
de te pôr para dormir.
No limbo da espera
pelo diálogo
transcendental,
Há milhões
que aguardam
por este
acordo nacional,
Como sempre
rogou o General
que foi preso
injustamente
no meio de uma
pacífica reunião.
Só quem não se
reconhece como
serra, deserto e mar,
E não se comove
com o Rio Orinoco,
Não vive para nada,
e também não vem
servindo a ninguém;
Porque insiste em
não querer entender
o quê se passa
com os Generais,
a tropa e o povo
que se encontram
num alucinante
e exaustivo sufoco.
Faço votos que
as correntes
não venham fingir
assim como uns
e outros que vocês
sabem muito bem
o quanto radicais
que eles são,
De todos os lados
não há mais
tempo a perder
com ocultação
da verdade
e com vulgar vaidade,
É reconciliação
e liberdade,
Ou reconciliação
e liberdade,
Para findar a questão.
Se a gente espera para ficar feliz no destino da viagem, por pura expectativa, chegando lá, cometemos erro terrível em não ficar feliz e vibrante no trajeto.
BABY, YOU LOOK SO FINE
Sabe aqueles cinco minutos de ansiedade mórbida
De quando se espera a pessoa amada no primeiro encontro,
Aquilo é pressa de viver
E quando a neblina cai, o trem apita, alguém esbarra
E a cigana te cerca insistindo em ler a tua mão,
Sou analfabeto e bruto nesse tipo de emoção;
Nada quero do futuro, hoje mesmo eu morro de prazer,
Hoje mesmo terei o prazer de morrer de amor;
Ah seus olhos são verdes, que coisa linda!
As colinas descem ao meu umbigo e eu digo
Vermelho de paixão: não para agora, agora não;
O mundo pode ser tão belo, a vida pode ser tão boa...
O trem apita, alguém esbarra,
A cigana mente e continua a garoa...
Baby, baby... you look so fine, mas não demore tanto,
Não demore nunca mais, eu tenho taquicardia
Eu sou uma criança e a esperança desce o morro
O teu olhar é o meu socorro, disso eu não morro
Nem que meu coração bata mil vezes por minuto
E por mais que essa agonia, essa pressa de viver pareça absurdo
Eu cavalgo sobre o meu coração ao pulsar dessa taquicardia
E é isso que move os meus dedos em direção a poesia...
' Quanto mais o tempo passa, mais eu quero amar você...
Adoçicando meu coração, na espera de te ver.
Apimentando minha pele, deste amor que em mim abrasa.
Na ausência de não te ter,
meu corpo queima feito brasa.
Venho até aqui em teus pés me render.'
—By Coelhinha
'Importa pra mim é saber o que está correto e o que desejo,
As demais coisas estão à espera de que eu as alcance.'
—By Coelhinha
"Cristo em nós é a resposta pra este mundo, mas você precisa ser a Igreja que Cristo espera que você seja nesta geração."
—By Coelhinha
OH IGREIJA!!!
"É tempo de baixarmos na olaria. O Oleiro nos espera para sermos moldados."
—By Coelhinha
Quem espera o dom fazer milagre, só coleciona o fracasso na bagagem — porque sem ação, o dom é mudo; sem suor, o talento é surdo.
Acropora spathulata
na minha dimensão
oceânica e poética,
Que vive a espera
e derrete por estes
tão lindos olhos
que nos meus sonhos
moram absolutos.
O vento balança as esferas
do poético Ipê-roxo-bola,
O meu coração ainda sonha
com muita esperança
com paz e amor na terra,
porque no coração não
há espaço para ser quimera.
