Não sou nada
Para desculpar minhas mentiras ou minhas palavras banais me declaro com firmeza de que não sou nada sem a tua força;
Pois a amizade me consome de tal forma de que o peso da minha irmandade é intenso;
Quando eu estiver chorando tenho certeza de que você será minha salvação um apoio que sem explicação percebo que é amor;
Quando eu estiver sorrindo tenho certeza de que você estará me ajudando a continuar rindo;
Não sou nada quando sou tudo
E eu sou tudo quando não sou nada
E embora eu faça tudo, não exijo nada.
Janela dos Sonhos "Poema
Não sou nada.
Mas tenho em mim todos os sonhos do mundo.
Da Janela dos meus sonhos...
Tenho milhões de sonhos...
Que ninguém sabe qual é.
Apenas um mistério guardados em meus sonhos.
Nos meus sonhos apenas uma rua...
Uma Campa gelada.
Um anjo adormecido que dorme na campa fria.
Uma rua deserta com pouquíssima gente por perto...
É uma rua inacessível a todos os pensamentos reais.
Com o mistério das coisas por baixo das pedras frias e dos seres adormecidos...
Como a morte que,deixa umidade nas paredes.
Paredes geladas, uma campa fria onde dorme os seres sem vida. ..
Mesmo os que,sem cabelos brancos são conduzidos a seus destinos.
Vageiam -se pela estrada do nada.
Estou hoje lúcida, como se estivesse passado pela escuridão...
E acordando ao romper do dia...
E chegando ao final de uma rua sem saída.
E como se não tivesse mais irmandade...
Senão uma despedida, tornando-se esta casa deste lado da rua...
A fileira de carros e uma partida gelada...
Que conduz ao destino final.
E uma sacudida nos meus nervos que, me conduz ao meus sonho.
Estou hoje perplexa, como quem pensou e achou e esqueceu...
Estou hoje dividida entre a realidade que devo seguir...
À campa fria do outro lado da rua, como coisa real por fora...
E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro.
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada...
Apenas um sonho...
A aprendizagem talvez.
Desci dela pela janela dos sonhos...
Voltei à realidade e percebi que os mortos vivem através de um sonho...
De um mundo paralelo ao meu mundo.
Um mundo onde não podemos ter sonhos...
Mas podemos sentir através da campa fria.
Onde um dia terei meu sonho...
Um sonho só meu...
Que dividirei comigo mesma.
Como um anjo adormecido eu acordarei.
Sem você eu não sou nada...
Eu sou muito feliz contigo,
Meu companheiro, meu amigo.
Você é a melhor coisa
Que aconteceu na minha vida,
Mô você é o grande amor da minha vida.
Sem tu nada tem sentido,
Você é o meu mundo,
Você me completa em tudo.
Eu te amo muito,
Sem você eu não sou nada.
Você é o meu queijo
E eu sou a sua goiabada.
Eu te amo muito,
Sem você eu não sou nada.
Você é o meu queijo
E eu sou a sua goiabada.
(Autor: Edvan Pereira) "O Poeta"
Eu não sou nada e Deus é tudo, mas ele ainda me ama. O problema não é que Deus abandonou os humanos, os humanos abandonaram a Deus.
Não tenho orgulho, não sou nada,
a única satisfação que tenho
é cumprir o meu dever,
percorrendo com honestidade
a minha pequena estrada...
Vejo que não sou nada ao teus olhos, vejo que o que eu faço não lhe importa, vejo meu suor escorrer em meu rosto em vão, vejo a hipocrisia em teus olhos e as lágrimas nos meus!
31/10/2014 - 14:30 hs.
Eu não sou nada, mas tudo posso ser...
Não tenho nada, mas posso ter tudo...
Sou frágil, mas sei ser forte...
Vivo sorrindo, mas as vezes também choro...
Levo porrada da vida, mas sei me defender...
Muitas vezes tropeço e caio, mas também sei me levantar...
Já fui xingado, humilhado e discriminado, mas o meu descaso e meu silêncio foram as respostas...
Já amei fui amado, perdoei, fui perdoado, perdi, ganhei mas sempre segui em frente nunca voltei...
O passado é vivo na minha mente, pois é com ele que o meu presente se faz cada vez melhor...
E o meu futuro? Pertence a DEUS!
Sem tua presença não sou nada...
Te fiz minha namorada...
Num momento casual...
Apareceste virtual...
E apoderou-se mim...
E me fizeste assim...
Tão enamorado...
Por que não apaixonado...
Minha loira, flor...
Tu és meu amor...
Que no coração trago guardado.
Silêncio...
Hora morta...
Desfolhada...
Quando ouvi de seus lábios que eu não sou nada...
Hora inútil e sombria de abandono...
Um punhal em minhas costas...
A certeza cruel...
Do meu engano...
Sem rumo para os meus passos...
De que me serviram seus abraços?
Desiludido ainda me iludo...
Diante cruel mundo...
A quem devo dizer o contratempo...
Do solavanco desse destino...
Sandro Paschoal Nogueira
Hoje, notei que não sou nada. Acreditei ser muita coisa por muito tempo, diria eu, um pernóstico, mas notei que não sei nada. Não quero mais saber nada. E, principalmente, suspeito não ter mais ambição de tornar-me nada.
