Nao sou a Mulher Perfeita sou eu
Acredito na bondade humana,
Acredito na ingenuidade das ações.
Acredito em coincidências.
Só não aprendi a acreditar ainda nas minhas crenças.
O tempo
Veja a chuva que cai
Sobre o chão que parece
Não se importar.
O tempo para
As gotas congelam
Em meio ao ar
Então observo o infinito
Particular em cada ser
Sorrisos, lágrimas
Pensamentos e alucinações
Do mundo que parei
Apenas para conferir
Se ainda há beleza
No ato de existir.
Assim as gotas voltam a cair
E o chão volta a se molhar
E tudo se torna passado.
(V.H.S.C.)
A tulipa que não cultivei
Conheci uma flor,
Com o mais belo sorriso,
Com o mais belo brilho,
Que recusei cultivar.
Doí vê-la sorrir,
E pensar que você
Pode gostar de um bruto como eu.
Doí quando você me olha
Quando você sorrir para mim
Quando você Faz questão
Em dizer tchau.
A tulipa, dona de minhas
Palavras nunca ditas,
Dos sentimentos não exteriorizados
Do amor que eu havia guardado.
Mas saiba
Sou apenas mais um homem
Covarde, com medo de abandonar
Mais uma vez, alguém que comecei a amar.
Se ao ler esses versos sentir raiva,
Te darei razão, sempre te darei razão
Afinal, acho que você
Simplesmente queria
Que eu a cultivasse.
(V.H.S.C.)
Vida
Esse poema não tem lógica
Não tem métrica nem rima
Não tem uma razão para ser
Ele apenas existe
É um resultado do todo
Não tem regras nem exceções
Uma vez escrito torna-se livre
Para ser o exatamente
O que deveria
Nas memorias daqueles
Que o leram
E não conseguiram compreender
A sua beleza.
(V.H.S.C.)
As vezes a vida nos joga numa espécie de limbo. É como se estivéssemos entre o estar e o não estar. Uma verdadeira dimensão intermediária no viver. É estranho passar por essas fases na vida. E talvez você nunca passe por isso. Tento descrever da maneira mais nostálgica possível. Digo que é o espaço que divide às musicas no vinil. É o chiado constante da agulha, com o estourar de flocos de poeira em seu cristal. É o nada. É o espaço em branco, que você terá o trabalho de escrever.
Só estou querendo dizer que você desperta minha atenção, justamente pelo que você talvez não goste. As marcas na pele, um continente inteiro na barriga como sinal, seu queixo, aquele sorriso de lado quando não sabe bem o que dizer. Toda erradinha, marrenta, duvidosa até de si. Quero dizer que você me deixa sem saber o que dizer, embora eu pense mais do que três pessoas juntas conversando sobre arte moderna. A voz grave, o jeito que amarra o cabelo, ou quando olha fixamente pra um lugar embora muitas vezes você não esteja lá. É cedo pra dizer mas eu penso muito em você. Tudo bem, tudo bem...eu te assusto por pensar demais, e por demorar a te procurar. Mas, eu me assusto também. Você é diferente, e não só diferente das pessoas que eu convivo, mas diferente de todo mundo. E eu tô meio assim, sem saber se isso é bom ou ruim. Você tem um olhar doce e uma voz rude. Não sei se alguém já te escreveu alguma coisa. Não sei até onde posso ir. Olha, também não sei como te dizer, mas você me dar pavor. Não sei lidar direito com as emoções. Mas isso você já deve ter percebido.
Se de repente o mundo parecer que está desabando em cima de você não esquece, Deus está do teu lado, então que caia o mundo, mais você ficará de pé !
"Pode até ser que o dia anoiteça sem nuvens, mais se você não souber enxergar , jamais verá a beleza de uma noite estrelada."
Não desperdice um futuro duradouro por causa de uma solução no presente que venha a ser passageira. 2 Co 4.18
O problema não é o que não foi dito, mas como você tem sido esses dias, como você tem estado. Podemos conviver com ausência de palavras entre nós, mas nunca com ausência de carinho...
Cobrar de quem não te deve nada é o mesmo que querer dirigir um ônibus e um caminhão ao mesmo tempo!
Na noite da dor, esqueceu de sentir algo, e as vezes não sentia, só mantinha sua cara fechada para todos. Sentava no seu canto e lia seu livro, e ninguém lhe notava, a não ser os que a achavam estranha demais, estranha por não ser extravagante, estranha por não ter amigos e por ser deprimente demais. E ela era muito deprimente, e todos lhe diziam isso, e eu acho que essa é a segunda vez que lhe conto isso, mas acho que é porque ela estava bastante deprimente naquele dia, quando finalmente tomou coragem e atirou na própria cabeça, com o rifle de seu pai, que vivia mostrando a arma por todo canto. E a morte veio, e ela era mais deprimente do que a garota, que em cima do balcão da cozinha, deixou um bilhete. E o bilhete dizia coisas lindas, e eu queria ter lido, mas só pude ouvir, e eu queria ter visto como ela escreveu, porque ela escreve bem, e eu chorei quando ouvi suas palavras, chorei porque acho que também sou deprimente. E acho que sou mais deprimida do que ela, porque eu estou observando seu corpo ser enterrado, e acho que vi seus olhos abrirem, e vi sua dor, e suas lagrimas, e acho que sinto muito, porque chorei, e ninguém podia me ver, porque além de tudo, sou apenas um estado da mente. E eu morri também.
(...)Qualquer coisa que não fosse me deprimir seria o suficiente para suprimir os sentimentos paralelos sobre coisas que ainda não vivenciei.
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