Não Sinto

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⁠"Eu procurei muitas desculpas pra não encarar... Sabendo que já não sinto nada... Que as coisas que haviam entre nós já não me interessam... E assim eu vou levando a vida".

Sinto que não sinto nada, não tenho medo, mas desconfio, a paz no sombrio, da qual temo dormir sem me precitar a desconfiar.




_Raquel Souza

“Eu queria conseguir negar, fingir que não sinto nada… mas a verdade é que eu gosto de você. E talvez esse seja o meu maior problema, porque eu não queria gostar tanto assim, não queria pensar em você o tempo todo… mas gosto. Mesmo tentando evitar.”

"Eu não sinto a pressão do ambiente; eu sou o fator externo que altera a pressão de qualquer sala onde eu entro."

Não sinto saudade e nem arrependimento do muito que fui, também do muito que tive, pois me faltava um pouco de felicidade.
Amo o pouco que sou, e o pouco que tenho, por que sou muito feliz.

Sem medo do vazio,
nem da sombra que invade,
não sinto o frio
desta brevidade.
Se a noite é escura,
não me pode tocar,
minha alma é pura
é de outro lugar.
O mundo é passagem,
não é meu abrigo,
levo na bagagem
só o que sou comigo.

Eu não sinto mais as pontas dos meus dedos
Nem das mãos e nem dos pés
A minha base está curvada e enfraquecida
Sinto queimar da planta dos meus pés ao topo da cabeça
As dores que me assolam são tantas, que eu nem consigo mais listá-las.
Meu prazer, é o meu vício, e a repetição
Estou fadada a sofrer em vários aspectos de uma vez
Sinto que vivo por que preciso viver, não por que quero viver.
A música me acalma, mas eu não posso me acalmar.
O vinho me liberta da preocupação, e me joga no desespero de ter perdido mais uma noite.
Sinto que escrever é meu único refúgio, uma forma de tirar de mim todos esses pensamentos de dor, sem precisar me desfazer deles, por que eles se tornaram necessários demais para a minha sobriedade.

Às vezes não consigo ver o sol no horizonte mesmo sabendo que ele está lá,
Às vezes não sinto a chuva, mesmo andando debaixo dela.
Às vezes finjo viver, mesmo sabendo que não estou mais aqui.

Sou eu o louco


por Alexsandro de Lima Gomes


Não sinto angústia,
não sinto inveja,
e nem quero orgulho.


Mas ainda estou sozinho.


Sou um fracasso,
mas me faço de forte.


Não tenho sentido,
mas gosto de lutar.


Não sou cavaleiro,
nem tenho espada.


Mas a verdade,
um dia, vou defender.


Vou proteger.


Mas, ainda, em meu cavalo,
estou sozinho.


Não sei o que fazer,


pois estou contigo,
mas ainda me sinto sozinho.


Um balde,
cheio de água,


mesmo olhando de longe,
ainda parece gigante.


Pois o que eu vejo
me dá medo.


E o que realmente sou
me faz sentir fracasso.


Viver para sempre
é um sonho.


Mas morar no querer
é viver para sempre.


Sinto muito,


mas não consigo.


O que quero
não faz sentido.


E o que faz,
não existe.


Somos loucos,


fantasiados de homens
e amarrados com roupas.


O silêncio canta
em meus ouvidos,


e minha boca se cala
perante a vontade.


Talvez da imagem.


Se pudesse navegar,


estaria em um barco,


escrevendo besteiras
e olhando para o espelho.


Pois, afinal,


sou louco.


E não qualquer tal.

Ao longo da minha trajetória, muitos se foram, mas não sinto falta, o que partiu, na verdade nunca me pertenceu.

Quando chego ao limite, finjo que não sinto o frio. O corpo anestesia, a alma não, esta última é outro animal. Ela late na escuridão, pede por pão e silêncio, e eu aprendo a oferecer o pouco que tenho: o meu tempo.

Às vezes olho para trás e não sinto saudade de quem eu era. Sinto pena. Pena daquele homem que acreditava que a dor tinha um propósito, sem saber que algumas feridas simplesmente acontecem, permanecem e envelhecem conosco.

Não sinto falta do que eu fui, nem do que serei, pois minha falta é do que sou, da minha presença hoje, e hoje não tenho falta, pois no bem ou no mal, eu estou sempre presente comigo mesmo.

Se não sinto, eu não escrevo.

Quando Eu Não Sou Apenas Eu


Às vezes, não sinto que exista apenas uma pessoa dentro de mim. Sinto como se minha mente fosse uma casa com quartos que não conheço completamente, e, de vez em quando, alguma porta se abre sem que eu saiba quem está do outro lado. Continuo sendo eu — mas, ao mesmo tempo, parece que não sou inteiramente eu.


Há momentos em que olho para minhas próprias lembranças e elas parecem pertencer a alguém que conheço apenas de ouvir falar. Reconheço os acontecimentos, mas não reconheço a sensação de tê-los vivido. Algumas palavras que digo parecem não ter nascido de mim; algumas emoções chegam sem que eu saiba de onde vieram. E existem momentos em que percebo que alguma coisa aconteceu, mas não consigo encontrar dentro de mim o caminho que levou até aquilo.


É estranho dividir a própria existência com partes de si que parecem ter vontades, sentimentos, maneiras de pensar e até vozes diferentes. Mais estranho ainda é tentar explicar isso sem parecer que estou inventando. Porque como explicar a sensação de estar dentro da própria cabeça e, ainda assim, sentir que existe uma distância entre você e aquilo que pensa?


Às vezes, sinto que estou apenas observando. Meu corpo continua seguindo a rotina, falando, sorrindo, respondendo às pessoas, enquanto uma parte de mim permanece atrás de tudo, como uma espectadora silenciosa. E quando volto a me sentir completamente presente, fico tentando juntar os pedaços: o que eu fiz, o que eu disse, o que senti, quem estava aqui antes de mim.


Talvez o mais solitário não seja sentir que existem partes diferentes dentro de mim. Talvez seja não saber quando elas aparecem, não entender completamente quem são e carregar a sensação de que, enquanto o mundo enxerga apenas uma pessoa, dentro de mim existe uma história muito mais complicada do que qualquer um consegue perceber.

“Se eu sonho, se eu sinto, eu sou.
Mas, se eu sou e já não sinto, e menos ainda sonho… será que ainda sou?”
— Augusto Martins

Não sinto falta de você, sinto falta dos episódios de skins.

"A melancolia me traz alegria, não desejo este sentimento, mas não sinto arrependimento. Quero poder sentir outras ilusões esperançosas, mas, nessa realidade inconsistente e indiferente, sinto o desespero ardente pelo que é diferente."

Quando toco a vela acesa, eu não sinto dor
Tanto faz se estou no frio ou no calor
O meu coração não bate, mas ainda assim se parte
E não deixa de sofrer, recusando se render
A morte em mim está
Mas ainda tenho lágrimas pra dar!




Filme: A Noiva Cadáver
Música: Ele Ainda Te Conhece Tão Mal
Original: Tears to Shed — Danny Elfman


VOZES:


Emily: Marya Bravo
Aranha: Ester Elias
Verme: Telmo de Avelar

"Sabe aquela sensação de bem-estar? Sabe? É o que eu NÃO sinto, quando você aparece sem avisar!"
Frase Minha 0180, Criada no Ano 2007

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com