Nao sei o que fazer tenho dois Amores
Não jogue fora seus amores, amizades, o maior desafio do ser humano tem sido a convivência com o próximo, aprenda a tolerar, a abrir mão, a pedir desculpas e perdão quando se fizer necessário, mas não perca por causa de um momento seus amores e amizades. Lembre-se a vida é passageira, mas os vínculos podem ser eternos.
Amores que gritam em silêncio são os mais intensos e verdadeiros. Não precisam de imagens com sorrisos de plástico ou demonstrações públicas de afeto. Porque o que importa é a pessoa que você ama, aquela que está do outro lado, e não uma plateia.
E eu realmente e definitivamente não sou aquele tipo de mulher da qual morre de amores ou saudades quando não recebe atenção, que fica um pé lá e outro cá se não tem notícias. Nada contra, cada qual com seu pensamento, mas, tenha dó.
E isto não significa que eu não sinta saudades e não ame com todos os átomos do meu corpo. Sinto, sim, fervorosamente, mas de repente passa se eu não perceber merecimento, e não se trata de frieza, apenas de Amor próprio e sangue quente correndo nas minhas veias.
E se ele fizer isso e ainda disser que existe sentimento, irá me perder sem nem perceber, porque é de minha lei e nem é intencional, mas não tem jeito, a tendência mesmo do meu instinto feminimo que se valoriza totamente, é desapego.
Gosto é de ser bem tratada, de paparico e daquele homem que sabe aquele perfeito equilíbrio, aquela dose certa de muita atenção e respeito à minha eterna liberdade e ao meu precioso espaço; gosto é de me sentir desejada, por isso e para isto ofereço todos os melhores truques de desejo; gosto é de mimo, gosto do melhor e quero todas as demonstrações de tudo isso.
Só será meu rei se souber primeiro manter a coroa em minha cabeça; só será desejado se primeiro souber as manhas de desejar; só merecerá se souber cativar. Para ir de volta, tem que vir primeiro, seja lá o que for, porque só irá o que vier. Lei.
Amores que vêm do nada, por favor, voltem para suas origens.
Não há amor sem construção, sem convívio, sem enlaces e desenlaces.
Para amar de verdade, tem que querer, odiar querendo e depois perceber que tem que querer sempre sem odiar.
É uma adição de atos e falas que alicerçam o eu te amo.
Pele e beleza não garantem o amar.
Este sentimento requer o cuidar. Um cuidado que independe de grilhões. É por pura opção!
Se amar em primeiro lugar não é egoísmo, é preservação. Em um mundo, de "amores efêmeros", quem cultiva o amor-próprio nunca permitirá que vazios habitem em seu coração.
No caminho da vida encontramos amores e decepções. Isso não significa que um seja bom e o outro ruim; são apenas instâncias da existência. Assim como a roseira traz a beleza das pétalas e a rigidez dos espinhos, também as decepções podem ser compreendidas como proteção da alma.
“Certos amores não se extinguem apenas hibernam à espera do instante propício para florescer. Mesmo separados por distâncias físicas, duas consciências se entrelaçam em silêncio, como se a telepatia fosse uma ponte etérea e a transição espiritual, um rito de reencontro. Porque o amor genuíno não se dissipa; ele transmuta-se em presença sutil, quase imperceptível, que ainda reverbera no âmago do coração.”
O que sinto é tanta saudade...
Não de paixões, nem de amores
De amigos que fiz
de risadas que dei
de orgulhos que tive...
eu era eu, sem versão
sem nova versão
eu, essencialmente
verdadeiramente, pois sonhava
vivia com que tinha
e me satisfazia...
buscava por hoje, sem saber
que o que eu mais ansiava, eu estava vivendo
era bom, era doce, era suave
Ainda bem que vivi, e não fui longe para isso
Era logo ali, simples, mas o bastante para ser inesquecível
Hoje aqui, eu olho para traz, hoje aqui, eu não sonho mais
Sem tristeza, sem arrependimento, talvez alguns
Mas se um poder tivesse, voltaria para viver mais
O que vivi uma vez, por mais uma vez...
Viver por viver....
Ser feliz, por simplesmente ser...!
by Fabio Teodosio
Há amores que não se explicam.
Eles não vivem só na pele,
mas permanecem na alma.
E quando o tempo passa,
a admiração não some…
ela só cresce.
"Ah, eu amei! Amei mesmo! Mas não esses amores que queimam como brasas e com o tempo esfriam como o gelo. O meu amor foi cego, louco, destemido, desses que deixam o corpo mole e a cabeça fervilhando. Fiz loucuras por esse amor. Menti, sim, menti por medo de perder. Fiz trapaças para não perder, mas nada disso ajudou.
E eu perdi, sim, eu perdi! Nada ajudou, nem trapaças, nem mentiras. Fui pelo lado errado e perdi esse amor, que ainda queima como brasa, arde escorrendo por minhas veias. Mas, mesmo perdendo, sou feliz — um feliz depressivo. Ah, vejo-a linda e fico feliz. A felicidade dela é a minha derrota, que aceito só por saber que ela ainda está dentro do meu coração."
Há amores que não pedem casa, pedem abismo. O nosso foi assim: intenso, especial, mas inabitável. Não por falta de sentimento, mas por excesso de medo. Não por ausência de amor, mas por incapacidade de o sustentar no mundo real. O que existiu entre nós nunca foi pequeno... apenas nunca encontrou chão.
Nós nos amamos no território onde tudo é permitido: na palavra, na promessa, na eternidade abstrata do “para sempre”. Ali, o amor era livre, belo, absoluto. Mas quando se aproximava da vida concreta (do tempo, das escolhas, das consequências) ele recuava, tremia, se escondia. Amar, para nós, não era encontro: era vertigem.
Você me amou sem me escolher. Eu te escolhi sem poder te ter. E nesse descompasso, criamos um laço feito de presença e ausência, de retornos e fugas, de silêncios que gritavam mais do que qualquer declaração. Não foi mentira. Também não foi completamente verdade. Foi sentimento sem morada.
O que nos uniu não foi a possibilidade de ficar, mas a impossibilidade de partir por completo. Eu fui o lugar onde você sentia sem precisar decidir. Você foi o lugar onde eu esperava sem poder avançar. Um amor clandestino não por traição apenas, mas por existir fora do tempo certo, fora da coragem necessária.
E ainda assim, isso não me diminui. Nem te transforma em vilã. Mas nos impede de seguir.
Porque há amores que não adoecem por falta de afeto, e sim por falta de destino. Eles não morrem... suspendem. Ficam pairando como uma música bonita demais para ser interrompida, mas dolorosa demais para ser repetida.
Talvez seja isso que fomos: um amor real demais para ser esquecido, e impossível demais para ser vivido. E amar assim é belo, mas ninguém mora no abismo.
Alguns amores não acabam.
Eles aprendem a esperar
por um tempo que insiste em não vir.
A brisa, antes chamada pelo nome,
agora atende por silêncio.
_escrevendo.me
"Não quero amores fingidos e fracos. Não estou disposto a acalmar seu coração por apenas alguns dias. Quero algo duradouro que me faça sentir o peito pulsar de alegria ao te encontrar."
Meio-termo não aquece, não ferve e tão pouco faz transbordar. Isso vai de amizades a amores. E não adianta jogar lenha na fogueira não, não adianta desperdiçar combustível com quem não aquece o corpo, ferve o ser e faz transbordar a alma.
Você não é quadrado por gostar do clássico. Em um mundo de amores descartáveis e filmes sem alma, ser um 'coroa' que valoriza o romance à moda antiga é o seu maior superpoder.
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